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Aeroportos exibem vídeos para incentivar denúncias ao Disque 100

Serviço recebe e encaminha denúncias de violação a direitos humanos

Publicado em 01/11/2018 - 18:08

Por Maiana Diniz - Repórter da Agência Brasil Brasília

A partir desta quinta-feira (1º), os aeroportos brasileiros estão veiculando vídeos sobre o Disque 100, serviço do Ministério dos Direitos Humanos (MDH) que recebe, analisa e encaminha aos órgãos competentes denúncias de diversas formas de violação de direitos humanos, como violência contra crianças, adolescentes e pessoas idosas, violência policial, conflitos de terra, entre outras. A ação é resultado de uma parceria entre o MDH e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), e os filmes serão exibidos até o dia 19 deste mês.

O ministro dos Direitos Humanos, Gustavo Rocha, disse, por meio da assessoria de imprensa, que o objetivo da parceria é difundir o canal e incentivar a população a denunciar. “Não podemos nos calar. Só assim conseguiremos diminuir a violência contra a pessoa humana”, defendeu. Rocha ainda enfatizou que o número de casos de violações dos direitos humanos é crescente no país.

A Anac informou que os vídeos do Disque 100, de 30 segundos, já foram disponibilizados para os 54 aeroportos da Infraero e 10 concessionárias e a previsão é que sejam exibidos em locais de grande circulação para atingir o maior número de pessoas possível. Na manhã de hoje, os vídeos já estavam sendo veiculados nos aeroportos de Confins, Pampulha (Belo Horizonte), Porto Alegre e Fortaleza.

Disque 100

O serviço Disque 100 é gratuito e funciona 24 horas por dia todos os dias da semana, incluindo feriados. As ligações podem ser feitas de todo o país, de qualquer telefone, bastando discar 100.

O Disque 100 recebe denúncias de violações relacionadas aos seguintes grupos e temas: crianças e adolescentes; pessoas idosas; pessoas com deficiência; pessoas em restrição de liberdade; população LGBT; população em situação de rua; discriminação ética ou racial; tráfico de pessoas; trabalho escravo; terra e conflitos agrários; moradia e conflitos urbanos; violência contra ciganos, quilombolas, indígenas e outras comunidades tradicionais; violência policial (inclusive das forças de segurança pública no âmbito da intervenção federal no estado do Rio de Janeiro); violência contra comunicadores e jornalistas; e violência contra migrantes e refugiados.

 

Edição: Davi Oliveira

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