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Dia de Boas Ações traz atrações em prol do voluntariado no Ibirapuera

Evento ocorre simultaneamente em mais de 90 países

Publicado em 06/04/2019 - 19:09

Por Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil São Paulo

Apesar da chuva que caiu na capital paulista na tarde de hoje (6), o público compareceu ao Parque do Ibirapuera para aproveitar as atrações do Dia das Boas Ações. O evento trouxe uma extensa programação cultural ao longo de todo o dia para chamar atenção para a importância do voluntariado. A iniciativa teve a primeira edição em 2007 e atualmente ocorre simultaneamente em mais de 90 países.

Mais de 20 organizações não governamentais montaram barraquinhas no gramado do parque para divulgarem as ações e atraírem possíveis simpatizantes. “É uma oportunidade de mostrar a sua área de atuação em uma área com uma grande movimentação para pessoas que nunca tiveram contato com isso”, destaca a coordenadora da Atados, Sabrina de Sá.

Uma das responsáveis pela organização do evento no Brasil, a Atados é uma plataforma que faz a mediação entre organizações que precisam de voluntários e pessoas dispostas a contribuir. Os interessados fazem um cadastro e são direcionados para as vagas segundo as habilidades, as causas e a região.

Algumas das atrações são fruto da atuação de algumas dessas organizações, como a Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene, vinda da zona oeste paulistana. Ou a oficina para reaproveitamento de orquídeas da Ohquidea, que promove o replantio de flores descartadas em espaços públicas da cidade.

Ônibus cedidos pelo evento transportaram pessoas beneficiadas pelos projetos participantes ao Ibirapuera. Como as crianças e adolescentes atendidos pelo Pro-Saber, que oferece atividades culturais no contraturno escolar na comunidade de Paraisópolis.

Houve ainda apresentação de grupos culturais como o Slam das Minas, que subiu ao palco com uma batalha de poesia com forte crítica social. “Que nossos gritos sejam apenas de luta, liberdade e gozo”, disseram as poetas em coro em um texto que denunciava o machismo e a violência contra as mulheres.

O encerramento foi feito ao som dos tambores do grupo afro, formado apenas por mulheres, Ilu Obá de Min.

Edição: Wellton Máximo

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