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Guardia diz que Congresso é "parceiro" para aprovação de projetos

Publicado em 30/04/2018 - 14:49

Por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil Brasília

O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, afirmou hoje (30) que o Congresso Nacional sempre foi um "parceiro" para aprovar projetos importantes para o governo. Guardia participou da cerimônia de abertura da Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação – Agrishow, em Ribeirão Preto.

“O Congresso Nacional sempre foi um parceiro. Aprovou medidas importantes como a regra do teto dos gastos, a reforma trabalhista, a nova taxa de juros de longo prazo. Então, nosso papel é seguir dialogando com o Congresso Nacional”, disse o ministro.

Segundo Guardia, há um conjunto de medidas que são fundamentais para consolidar o ajuste fiscal, como a reforma da Previdência, e ações para melhorar o ambiente de negócios, como a aprovação do cadastro positivo (inclusão automática dos bons pagadores) e a criação do registro eletrônico de duplicatas, em tramitação no Congresso Nacional. “O cadastro positivo e a duplicata eletrônica são projetos que vão ajudar não só a dar acesso a crédito aos pequenos produtores, pequenas e médias empresas e indivíduos, mas também reduzir o custo do crédito”, disse.

O ministro reforçou que a reforma da Previdência é prioritária para o equilíbrio fiscal, mas lembrou que enquanto durar a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, a emenda à Constituição não pode ser aprovada.

O ministro acrescentou que o governo continua “trabalhando firme” em projetos como o de capitalização da Eletrobras e os leilões do pré-sal. “Temos uma oportunidade e extraordinária para fazer o leilão do pré-sal que é fundamental para atrair investimentos para o país”, disse.

Guardia disse também que a recessão econômica ficou para trás. “A economia cresceu um pouco no ano passado e este ano está acelerando o crescimento. Todos os setores estão apresentando crescimento. Não é um crescimento localizado”, disse, acrescentando que o investimento, um “indicador importante”, também está aumentando. “Precisamos persistir na agenda de reforma que é o que vai assegurar esse crescimento sustentável”, enfatizou.

Edição: Denise Griesinger

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