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Secretaria de Educação diz que 30 escolas ainda estão ocupadas em São Paulo

Publicado em 17/11/2015 - 13:57

Por Da Agência Brasil São Paulo

São Paulo - Estudantes da Escola Estadual Godofredo Furtado, em Pinheiros, interditam parcialmente a via em protesto contra a proposta da Secretaria da Educação de reorganização escolar (Rovena Rosa/Agência Brasil)

Estudantes da Escola Estadual Godofredo Furtado, em Pinheiros, interditaram parcialmente a via em protesto contra a proposta da Secretaria da Educação de reorganização escolarRovena Rosa/Agência Brasil

A Secretaria da Educação de São Paulo divulgou, no início da tarde de hoje (17), a relação das escolas ocupadas por estudantes e por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto em protesto contra a reorganização escolar. Segundo a secretaria, 30 instituições do ensino estaduais permanecem ocupadas no estado de São Paulo

De acordo com o comunicado da secretaria, cinco das 37 escolas incluídas na lista divulgada hoje pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial no Estado de São Paulo (Apeoesp) já foram desocupadas. São elas: Professor Pio Telles Peixoto (Vila Jaguara), zona oeste, Roger Jules De Carvalho Mange (Itaim Paulista), zona leste da capital; além das instituições de ensino Elizeti de Oliveira Bertini (Embu das Artes), Delcio de Souza Cunha (Diadema), na Grande São Paulo; e Suely Machado da Silva (Franca), no interior do estado.

A secretaria informou que, ao contrário do que foi divulgado pela Apeoesp, em duas escolas - a Américo Brasiliense e José Augusto de Azevedo Antunes, em Santo André – não ocorreram ocupações. Apenas manifestações de estudantes.

De acordo com a nota divulga há pouco pela pasta, o conteúdo pedagógico perdido pelos alunos nas escolas ocupadas será reposto pelas respectivas unidades de ensino após o encerramento do calendário oficial, estabelecido entre 18 e 23 de dezembro. “Portanto, as aulas serão estendidas para que o conteúdo seja aplicado”.

A secretaria informa, na nota, que “continua disposta a dialogar com os manifestantes, a exemplo do que vem fazendo desde o início das ocupações, apesar das constantes negativas desses grupos”. A nota informa, ainda, que “a pasta reconhece o direito à livre manifestação, mas reafirma que não pactua com MTST e Apeosp, os principais articuladores de algumas ocupações, que cerceiam o direito dos alunos de assistirem as aulas”.

Edição: Maria Claudia

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