Política http://agenciabrasil.ebc.com.br/taxonomy/term/45/all pt-br Senado aprova projeto que estabelece competências exclusivas dos médicos http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-06-18/senado-aprova-projeto-que-estabelece-competencias-exclusivas-dos-medicos <p>Mariana Jungmann<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p>Bras&iacute;lia - O plen&aacute;rio do Senado aprovou no fim da noite de hoje (18) o projeto do Ato M&eacute;dico, que regulamenta o exerc&iacute;cio da medicina e estabelece atividades que ser&atilde;o privativas dos m&eacute;dicos e as que poder&atilde;o ser executadas por outros profissionais de sa&uacute;de.</p> <p>Pelo parecer da senadora L&uacute;cia V&acirc;nia (PSDB-GO), aprovado anteriormente na Comiss&atilde;o de Assuntos Sociais do Senado, estabelece como atividades exclusivas das pessoas formadas em medicina a formula&ccedil;&atilde;o de diagn&oacute;sticos e prescri&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica. Al&eacute;m disso, somente os m&eacute;dicos poder&atilde;o executar procedimentos como intuba&ccedil;&atilde;o traqueral, seda&ccedil;&atilde;o profunda e anestesia geral, indica&ccedil;&atilde;o de interna&ccedil;&atilde;o e alta m&eacute;dica, atesta&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica e de &oacute;bito &ndash; exceto em casos de localidade em que n&atilde;o haja m&eacute;dico &ndash;, al&eacute;m de indica&ccedil;&atilde;o e realiza&ccedil;&atilde;o de cirurgias.</p> <p>O texto tamb&eacute;m estabelece os procedimentos que podem ser compartilhados com outras profiss&otilde;es da &aacute;rea da sa&uacute;de. &Eacute; o caso de diagn&oacute;sticos funcional, cin&eacute;sio-funcional, psicol&oacute;gico, nutricional e ambiental, e as avalia&ccedil;&otilde;es comportamentais e das capacidades mental, sensorial e cognitiva.</p> <p>Os n&atilde;o m&eacute;dicos tamb&eacute;m poder&atilde;o prestar atendimento a pessoas sob risco de morte iminente, fazer exames citopatol&oacute;gicos e emitir seus laudos, coletar material biol&oacute;gico para an&aacute;lises laboratoriais e fazer procedimentos atrav&eacute;s de orif&iacute;cios naturais, desde que n&atilde;o comprometa a estrutura celular e tecidual.</p> <p>A relatora negou que o projeto supervalorize os m&eacute;dicos, tornando as demais profiss&otilde;es de sa&uacute;de &ldquo;subalternas&rdquo;. &ldquo;O projeto n&atilde;o apresenta nenhuma evid&ecirc;ncia dessa argumenta&ccedil;&atilde;o, mesmo porque foi finalizado com a participa&ccedil;&atilde;o de especialistas encaminhados por todos os conselhos federais, discutindo-se palavra por palavra e v&iacute;rgula por v&iacute;rgula&rdquo;, disse a relatora.</p> <p>Contr&aacute;rio &agrave; aprova&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) argumentou que o texto &eacute; excessivamente minucioso e n&atilde;o abarca quest&otilde;es pr&oacute;prias da modernidade como as ressalvas pr&aacute;ticas terap&ecirc;uticas alternativas &ndash; caso da acupuntura e da homeopatia. &ldquo;Eu penso que uma regulamenta&ccedil;&atilde;o minuciosa como essa, que chega a exageros que podem gerar uma certa curiosidade, desconhece o fato de que no mundo global n&oacute;s recebemos influ&ecirc;ncia de outras tradi&ccedil;&otilde;es terap&ecirc;uticas e cient&iacute;ficas&rdquo;, disse o senador antes de se manifestar contr&aacute;rio &agrave; aprova&ccedil;&atilde;o.</p> <p>O projeto, entretanto, foi aprovado por vota&ccedil;&atilde;o simb&oacute;lica pela maioria dos senadores presentes. O texto aprovado acolheu alguns pontos inseridos pela C&acirc;mara dos Deputados e rejeitou outros. A mat&eacute;ria segue agora para san&ccedil;&atilde;o presidencial.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em>Edi&ccedil;&atilde;o: A&eacute;cio Amado</em></p> <p style="margin-bottom: 0cm"><em>Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. &Eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong></em></p> aprovação Ato Médico Política Senado Wed, 19 Jun 2013 02:32:48 +0000 aecioamado 723443 at http://agenciabrasil.ebc.com.br Senado aprova novo projeto do Fundo de Participação dos Estados e envia matéria à Câmara http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-06-18/senado-aprova-novo-projeto-do-fundo-de-participacao-dos-estados-e-envia-materia-camara <p>Mariana Jungmann<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p>Bras&iacute;lia - O Senado aprovou h&aacute; pouco o novo projeto de lei que trata do c&aacute;lculo para distribui&ccedil;&atilde;o do Fundo de Participa&ccedil;&atilde;o dos Estados (FPE). Ap&oacute;s a vota&ccedil;&atilde;o de duas emendas que foram rejeitadas pelos senadores, o projeto foi aprovado pelo plen&aacute;rio conforme apresentado esta tarde pelo relator, senador Walter Pinheiro (PT-BA).</p> <p>Para chegar a um acordo, Pinheiro fez altera&ccedil;&otilde;es em seu texto original, que foi rejeitado pela C&acirc;mara dos Deputados na &uacute;ltima semana. A primeira delas mudou a chamada trava de popula&ccedil;&atilde;o. Como a proposta de divis&atilde;o do fundo levar&aacute; em conta a popula&ccedil;&atilde;o do estado, Pinheiro propunha que as unidades federativas que tivessem popula&ccedil;&atilde;o muito baixa contassem com um piso de 1% no c&aacute;lculo.</p> <p>Agora, com a reivindica&ccedil;&atilde;o dos estados da Regi&atilde;o Norte, a trava subiu para 1,2%. A mudan&ccedil;a atendeu &agrave; demanda dos estados de baixa densidade populacional e que dependem mais das cotas do fundo. Outra trava que Pinheiro mudou, foi a que se refere &agrave; renda da popula&ccedil;&atilde;o do estado, que &eacute; outro fator de peso na nova divis&atilde;o do fundo.</p> <p>O senador prop&otilde;e um mecanismo de redu&ccedil;&atilde;o na cota dos estados com renda per capita mais alta que a m&eacute;dia do pa&iacute;s. Atendendo a pedidos dos parlamentares do Sul e Sudeste, o relator aumentou de 71% para 72% o excedente que poder&atilde;o ter em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; renda do restante do pa&iacute;s antes que o redutor seja aplicado &agrave;s cotas desses estados.</p> <p>Walter Pinheiro tamb&eacute;m modificou a proposta para que a transi&ccedil;&atilde;o para a nova f&oacute;rmula seja mais suave, n&atilde;o representando perdas imediatas a nenhum estado. Antes, a partir de 2016, o valor das cotas do FPE seria corrigida pelo &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA) mais 50% do Produto Interno Bruto (PIB) do ano anterior. Agora, ser&aacute; corrigido pelo IPCA mais 75% do PIB.</p> <p>A expectativa &eacute; que a C&acirc;mara aprove o texto tamb&eacute;m sem altera&ccedil;&otilde;es at&eacute; a pr&oacute;xima semana, de modo a garantir o cumprimento do prazo estabelecido pelo Supremo Tribunal Federal para aprova&ccedil;&atilde;o de novas regras de distribui&ccedil;&atilde;o do FPE. A primeira proposta aprovada pelo Senado foi rejeitada pela C&acirc;mara por falta de qu&oacute;rum, o que provocou a necessidade de apresenta&ccedil;&atilde;o do novo projeto que foi aprovado hoje (18).</p> <p>O Supremo Tribunal Federal (STF) considerou a distribui&ccedil;&atilde;o atual do FPE inconstitucional e determinou ao Congresso Nacional que aprovasse nova lei modificando o c&aacute;lculo de distribui&ccedil;&atilde;o at&eacute; o fim do ano passado. Como os parlamentares n&atilde;o conseguiram cumprir o primeiro prazo, o ministro do STF Ricardo Lewandowski concedeu mais 150 dias para a vota&ccedil;&atilde;o de novo projeto de lei. O prazo vence no fim deste m&ecirc;s.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em>Edi&ccedil;&atilde;o: A&eacute;cio Amado</em></p> <p style="margin-bottom: 0cm"><em>Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. &Eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong></em></p> aprovação FPE Política Senado Wed, 19 Jun 2013 01:29:33 +0000 aecioamado 723438 at http://agenciabrasil.ebc.com.br Ministra de Direitos Humanos diz que vai trabalhar contra projeto da “cura gay” http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-06-18/ministra-de-direitos-humanos-diz-que-vai-trabalhar-contra-projeto-da-%E2%80%9Ccura-gay%E2%80%9D <p><img alt="" src="http://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/_agenciabrasil/files/imagecache/300x225/gallery_assist/27/gallery_assist723417/prev/ABr180613VAC_5128.jpg" style="width: 300px; height: 225px; margin-left: 5px; margin-right: 5px; float: right;" />Mariana Jungmann<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> Bras&iacute;lia - A ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica, Maria do Ros&aacute;rio, disse hoje (18) que vai trabalhar para que o projeto que autoriza psic&oacute;logos a tratar homossexuais com o objetivo de cur&aacute;-los, a chamada &ldquo;cura <em>gay</em>&rdquo;, n&atilde;o seja aprovado em outras comiss&otilde;es da C&acirc;mara dos Deputados.<a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-06-18/aprovacao-do-projeto-da-%E2%80%9Ccura-gay%E2%80%9D-em-comissao-e-retrocesso-diz-conselho-federal-de-psicologia" target="_blank"> O projeto foi aprovado hoje na Comiss&atilde;o de Direitos Humanos e Minorias</a> da C&acirc;mara e ser&aacute; analisado pelas comiss&otilde;es de Seguridade Social e Fam&iacute;lia; e de Constitui&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a e de Cidadania (inclusive quanto ao m&eacute;rito).</p> <p> &ldquo;Quando o projeto fala em cura, ele considera os homossexuais como pessoas que est&atilde;o doentes e n&atilde;o considera a diversidade sexual como um direito humano que deve ser respeitado. As pessoas t&ecirc;m a liberdade de serem como s&atilde;o, de acordo com a sua pr&oacute;pria identidade. O b&aacute;sico &eacute; dizermos que o projeto &eacute; muito ruim e eu espero que ele n&atilde;o seja aprovado&rdquo;, disse a ministra ap&oacute;s encontro com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).</p> <p> De autoria do deputado Jo&atilde;o Campos (PSDB-GO), o projeto quer suprimir um dos trechos da Resolu&ccedil;&atilde;o n&ordm; 1/99 do Conselho Federal de Psicologia, que pro&iacute;be os profissionais da &aacute;rea de participar de terapia para alterar a orienta&ccedil;&atilde;o sexual e de atribuir car&aacute;ter patol&oacute;gico (de doen&ccedil;a) &agrave; homossexualidade. Os profissionais tamb&eacute;m n&atilde;o podem adotar a&ccedil;&atilde;o coercitiva para orientar homossexuais para tratamentos n&atilde;o solicitados atualmente.</p> <p> A ministra esteve no Senado para levar sugest&otilde;es de uma agenda comum de direitos humanos com mat&eacute;rias que s&atilde;o de interesse da pasta comandada por ela. As propostas incluem projetos que tratam de crimes de &oacute;dio, tortura e trabalho escravo.</p> <p> Segundo Maria do Ros&aacute;rio, os relatores de mat&eacute;rias sobre esses crimes j&aacute; apresentaram pareceres que ela avaliou como positivos. &ldquo;N&oacute;s teremos a possibilidade de aprovar essas mat&eacute;rias com o apoio do presidente Renan Calheiros&rdquo;, concluiu a ministra.</p> <p> <em>Edi&ccedil;&atilde;o: F&aacute;bio Massalli</em></p> <p> Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir o material &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong><br /> &nbsp;</p> cura gay direitos humanos feliciano cura gay ministra dos direitos humanos Política projeto da cura gay Wed, 19 Jun 2013 00:18:15 +0000 fabio.massalli 723431 at http://agenciabrasil.ebc.com.br Comissão de Orçamento do Congresso adia votação do parecer preliminar da LDO http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-06-18/comissao-de-orcamento-do-congresso-adia-votacao-do-parecer-preliminar-da-ldo <p>Iolando Louren&ccedil;o<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> Bras&iacute;lia - A vota&ccedil;&atilde;o do parecer preliminar da Lei de Diretrizes Or&ccedil;ament&aacute;rias (LDO), prevista para hoje (18) na Comiss&atilde;o Mista de Or&ccedil;amento do Congresso Nacional, foi adiada mais uma vez. Os partidos de oposi&ccedil;&atilde;o insistem na defini&ccedil;&atilde;o dos procedimentos para aprecia&ccedil;&atilde;o dos vetos presidenciais e, com isso, t&ecirc;m dificultado as vota&ccedil;&otilde;es de mat&eacute;rias do Congresso. Na reuni&atilde;o de hoje da CMO, os l&iacute;deres da oposi&ccedil;&atilde;o pediram o encerramento da sess&atilde;o.</p> <p> Antes do encerramento da sess&atilde;o, deputados e senadores que integram a CMO aprovaram o parecer da deputada Gorete Pereira (PR-CE) &agrave; Medida Provis&oacute;ria 611, que abre cr&eacute;dito extraordin&aacute;rio de R$ 3,96 bilh&otilde;es para os minist&eacute;rios da Defesa, da Integra&ccedil;&atilde;o Nacional, das Comunica&ccedil;&otilde;es e do Desenvolvimento Agr&aacute;rio. A maior parte dos recursos se destina ao atendimento de popula&ccedil;&otilde;es atingidas pela seca no Semi&aacute;rido. A MP ser&aacute; agora apreciada pelo plen&aacute;rio da C&acirc;mara.</p> <p> De acordo com o relator da LDO, deputado Danilo Fortes (PMDB-CE), est&aacute; faltando mobiliza&ccedil;&atilde;o do governo para aprovar o seu parecer. &ldquo;O relat&oacute;rio est&aacute; pronto para ser votado, mas falta acordo&rdquo;. Fortes informou que mesmo sem a aprova&ccedil;&atilde;o do parecer preliminar, j&aacute; est&aacute; trabalhando na elabora&ccedil;&atilde;o do parecer final da LDO.</p> <p> O projeto de Lei de Diretrizes Or&ccedil;ament&aacute;rias tem que ser aprovado pela CMO e pelo plen&aacute;rio do Congresso at&eacute; o dia 17 de julho, quando inicia o recesso parlamentar. Deputados e senadores s&oacute; podem entrar em recesso ap&oacute;s a aprova&ccedil;&atilde;o da LDO. A lei estabelece as diretrizes gerais para a elabora&ccedil;&atilde;o da proposta or&ccedil;ament&aacute;ria para o ano seguinte.</p> <p> <em>Edi&ccedil;&atilde;o: F&aacute;bio Massalli</em></p> <p> Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir o material &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong><em>Ag&ecirc;ncia Brasil</em></strong><br /> &nbsp;</p> Comissão de Orçamento do Congresso Lei de Diretrizes Orçamentária Orçamento Política votação da LDO Tue, 18 Jun 2013 23:50:47 +0000 fabio.massalli 723426 at http://agenciabrasil.ebc.com.br Aprovação do projeto da “cura gay” em comissão é retrocesso, diz Conselho Federal de Psicologia http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-06-18/aprovacao-do-projeto-da-%E2%80%9Ccura-gay%E2%80%9D-em-comissao-e-retrocesso-diz-conselho-federal-de-psicologia <p>Mariana Tokarnia<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> Bras&iacute;lia - O Conselho Federal de Psicologia (CFP) considera um retrocesso a aprova&ccedil;&atilde;o do projeto chamado &quot;cura <em>gay</em>&quot; pela Comiss&atilde;o de Direitos Humanos e Minorias da C&acirc;mara dos Deputados. Segundo a conselheira do CFP, Cynthia Ciarallo, a resolu&ccedil;&atilde;o fere um direito j&aacute; consolidado constitucionamente. O conselho ressalta que, em 1990, a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS) retirou a homossexualidade do rol de doen&ccedil;as.</p> <p> &quot;Temos avan&ccedil;os no Judici&aacute;rio relacionados ao reconhecimento da uni&atilde;o est&aacute;vel, relacionados a possibilidade de ado&ccedil;&atilde;o, tantos avan&ccedil;os hoje j&aacute; colocados. Agora temos um debate que n&atilde;o s&oacute; compromete uma resolu&ccedil;&atilde;o de um conselho profissional, mas o pr&oacute;prio debate acerca disso&quot;, disse Cynthia. &quot;Quando avan&ccedil;amos, de repente isso se torna um motivo a mais para acirrar toda a viol&ecirc;ncia que as pessoas com orienta&ccedil;&atilde;o homossexual sofrem no pa&iacute;s&quot;.</p> <p> O <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-06-18/comissao-de-direitos-humanos-aprova-projeto-sobre-cura-gay" target="_blank">projeto de decreto legislativo (PDC 234/11) foi aprovado hoje</a> (18) depois de v&aacute;rias tentativas de vota&ccedil;&atilde;o frustradas. O projeto prop&otilde;e a suspens&atilde;o da validade de dois artigos de uma resolu&ccedil;&atilde;o do Conselho Federal de Psicologia, em vigor desde 1999.</p> <p> Os artigos dizem que &quot;os psic&oacute;logos n&atilde;o exercer&atilde;o qualquer a&ccedil;&atilde;o que favore&ccedil;a a patologiza&ccedil;&atilde;o de comportamentos ou pr&aacute;ticas homoer&oacute;ticas&quot; e que &quot;n&atilde;o se pronunciar&atilde;o, nem participar&atilde;o de pronunciamentos p&uacute;blicos, nos meios de comunica&ccedil;&atilde;o de massa, de modo a refor&ccedil;ar os preconceitos sociais existentes em rela&ccedil;&atilde;o aos homossexuais como portadores de qualquer desordem ps&iacute;quica&quot;.&nbsp;</p> <p> Cynthia esclarece que nenhum profissional est&aacute; impedido de atender a homossexuais e nem os homossexuais est&atilde;o proibidos de procurar servi&ccedil;o psicol&oacute;gico por se sentirem desconfort&aacute;veis com a orienta&ccedil;&atilde;o. &quot;Cabe ao psic&oacute;logo esclarecer e compreender o sofrimento vinculado a natureza de op&ccedil;&atilde;o sexual como um processo que &eacute; gerado na pr&oacute;pria sociedade&quot;, diz. Segundo ela, o sujeito se sente desconfort&aacute;vel porque a pr&oacute;pria sociedade n&atilde;o o aceita e os profissionais est&atilde;o proibidos de ter atitudes preconceituosas.</p> <p> O CFP recebeu o apoio da ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica, Maria do Ros&aacute;rio. A ministra falou hoje (18) durante reuni&atilde;o do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana que o projeto significa uma interven&ccedil;&atilde;o nas atribui&ccedil;&otilde;es do CFP e que est&aacute; ciente da responsabilidade de dialogar para que o texto n&atilde;o seja aprovado de forma terminativa pela C&acirc;mara dos Deputados.</p> <p> A ministra disse que a op&ccedil;&atilde;o sexual n&atilde;o &eacute; uma doen&ccedil;a, mas &quot;uma identidade e a liberdade de identidade no Brasil &eacute; um direito a ser preservado&quot;.&nbsp;</p> <p>O texto ainda ser&aacute; analisado pelas comiss&otilde;es de Seguridade Social e Fam&iacute;lia; e de Constitui&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a e de Cidadania (inclusive quanto ao m&eacute;rito), antes de seguir para o Plen&aacute;rio. O CFP diz que espera que o texto n&atilde;o seja aprovado na CCJ e que est&aacute; conversando com os atores envolvidos no processo.</p> <p> <em>Edi&ccedil;&atilde;o: F&aacute;bio Massalli</em></p> <p> Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir o material &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong><br /> &nbsp;</p> aprovação do projeto da “cura gay” Conselho Federal de Psicologia cura gay gay Maria do Rosário Política projeto da “cura gay” Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República Tue, 18 Jun 2013 23:25:45 +0000 fabio.massalli 723422 at http://agenciabrasil.ebc.com.br Senado aprova MP que desonera produtos da cesta básica e permite redução na tarifa de energia http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-06-18/senado-aprova-mp-que-desonera-produtos-da-cesta-basica-e-permite-reducao-na-tarifa-de-energia <p>Mariana Jungmann<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> Bras&iacute;lia - O Senado aprovou hoje (18) a Medida Provis&oacute;ria 609 que, entre outras coisas, desonera produtos da cesta b&aacute;sica e permite ao governo subsidiar a redu&ccedil;&atilde;o da conta de luz com recursos da Conta de Desenvolvimento Energ&eacute;tico (CDE)</p> <p> A medida provis&oacute;ria desonera 41 categorias de produtos das contribui&ccedil;&otilde;es do Programa de Integra&ccedil;&atilde;o Social e de Forma&ccedil;&atilde;o do Patrim&ocirc;nio do Servidor P&uacute;blico (PIS/Pasep) e da Contribui&ccedil;&atilde;o para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), enquanto o texto original do governo previa a desonera&ccedil;&atilde;o de 19 categorias. Algumas dessas categorias foram inclu&iacute;das no texto da MP pelos deputados em emendas quando a mat&eacute;ria estava na C&acirc;mara.</p> <p> Como a mat&eacute;ria n&atilde;o recebeu novas altera&ccedil;&otilde;es no Senado, ela n&atilde;o precisar&aacute; retornar para &uacute;ltima an&aacute;lise dos deputados e seguir&aacute; para san&ccedil;&atilde;o presidencial. Quando ainda estava na C&acirc;mara, os l&iacute;deres governistas avisaram aos demais deputados que n&atilde;o h&aacute; compromisso do Planalto em sancionar os trechos inclu&iacute;dos no texto da MP e que a equipe econ&ocirc;mica analisar&aacute; cada ponto.</p> <p> <em>Edi&ccedil;&atilde;o: F&aacute;bio Massalli</em></p> <p> Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir o material &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong><em>Ag&ecirc;ncia Brasil</em></strong><br /> &nbsp;</p> Cofins MP desonera produtos da cesta básica MP permite redução na tarifa de energia PIS/Pasep Política Senado Tue, 18 Jun 2013 22:59:40 +0000 fabio.massalli 723418 at http://agenciabrasil.ebc.com.br Delegados e procuradores ainda divergem sobre texto da PEC 37 http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-06-18/delegados-e-procuradores-ainda-divergem-sobre-texto-da-pec-37 <p>Ivan Richard<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> Bras&iacute;lia - Na v&eacute;spera do fim do prazo para entrega do parecer do grupo de trabalho, formado para discutir mudan&ccedil;as na Proposta de Emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o (PEC) 37, delegados e procuradores ainda divergem sobre a proposta. A medida limita o poder de investiga&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio P&uacute;blico.</p> <p> H&aacute; pouco mais de dez dias, o presidente da C&acirc;mara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), orientou o grupo de trabalho a entregar um parecer de consenso amanh&atilde; (19) para que a PEC seja votada no dia 26. No entanto, em debate na C&acirc;mara, proposto pela bancada do Democratas, representantes das for&ccedil;as policiais e do Minist&eacute;rio P&uacute;blico se posicionaram em lados opostos e n&atilde;o demonstraram possibilidade de acordo.&nbsp;</p> <p> Para o procurador-geral de Justi&ccedil;a do Estado de S&atilde;o Paulo, M&aacute;rcio Fernando Elias Rosa, a PEC &eacute; uma retalia&ccedil;&atilde;o ao trabalho que o Minist&eacute;rio P&uacute;blico vem desenvolvendo. &ldquo;O Minist&eacute;rio P&uacute;blico realiza investiga&ccedil;&otilde;es criminais desde sempre. &Eacute; fato que o Minist&eacute;rio P&uacute;blico est&aacute; atuando mais e cada vez melhor e vem encontrando resultado em suas opera&ccedil;&otilde;es e acredito que a PEC se deve muito &agrave;s virtudes do Minist&eacute;rio P&uacute;blico.&rdquo;</p> <p> Segundo ele, o pa&iacute;s tem outras prioridades em vez de discutir a limita&ccedil;&atilde;o do MP. &ldquo;A PEC mexe no cap&iacute;tulo da seguran&ccedil;a p&uacute;blica e n&atilde;o &eacute; a prioridade a altera&ccedil;&atilde;o do poder investigat&oacute;rio. Dever&iacute;amos estar discutindo uma melhor forma de aplica&ccedil;&atilde;o da lei penal&rdquo;, argumentou Elias Rosa.</p> <p> J&aacute; o presidente da Associa&ccedil;&atilde;o de Delegados da Pol&iacute;cia Federal (ADPF), Marcos Le&ocirc;ncio Ribeiro, defendeu a aprova&ccedil;&atilde;o da proposta como forma de organizar as atribui&ccedil;&otilde;es todos os atores respons&aacute;veis pelas investiga&ccedil;&otilde;es. Segundo ele, a PEC 37 n&atilde;o vai limitar os poderes do MP. &ldquo;O que queremos &eacute; um sistema equilibrado, com regras, com a reparti&ccedil;&atilde;o clara de tarefas, com o que compete para cada um, para evitar disputas, conflitos e fazer o que a sociedade quer&rdquo;, disse Ribeiro.</p> <p> &ldquo;A proposta n&atilde;o tem a finalidade de excluir poder de A ou B. O Minist&eacute;rio P&uacute;blico vai continuar podendo investigar, mas far&aacute; [isso] de forma colaborativa, em conjunto com as pol&iacute;cias. O que n&atilde;o concordamos &eacute; com o Minist&eacute;rio P&uacute;blico fazendo investiga&ccedil;&otilde;es sozinho, de forma paralela e concorrente&rdquo;, acrescentou o presidente da enidade.</p> <p> A PEC 37 foi apresentada em junho de 2011 pelo deputado federal e delegado de pol&iacute;cia Lourival Mendes (PTdoB-MA). O texto altera trecho da Constitui&ccedil;&atilde;o, indicando que a apura&ccedil;&atilde;o das infra&ccedil;&otilde;es penais &eacute; fun&ccedil;&atilde;o privativa das pol&iacute;cias Civil e Federal. A medida impedir&aacute; o Minist&eacute;rio P&uacute;blico de assumir a investiga&ccedil;&atilde;o de crimes, pr&aacute;tica usual desde que a institui&ccedil;&atilde;o teve os poderes ampliados na Constitui&ccedil;&atilde;o de 1988.&nbsp;&nbsp;</p> <p> <em>Edi&ccedil;&atilde;o: Talita Cavalcante</em></p> <p><em>Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. &Eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong></em></p> ações do MP Agência Brasil delegados EBC limita MP Ministério Público PEC 37 Política procuradores Tue, 18 Jun 2013 22:16:10 +0000 talita.cavalcante 723409 at http://agenciabrasil.ebc.com.br Dilma se reúne com Lula em São Paulo http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-06-18/dilma-se-reune-com-lula-em-sao-paulo <p>Elaine Patr&iacute;cia Cruz<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> S&atilde;o Paulo &ndash; A presidenta da Rep&uacute;blica, Dilma Rousseff, reuniu-se hoje (18) com o ex-presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva em S&atilde;o Paulo. O encontro ocorreu no Hotel Sheraton, na zona sul da capital. Tamb&eacute;m participaram da reuni&atilde;o o ministro da Educa&ccedil;&atilde;o, Aloizio Mercadante, e o presidente do Partido dos Trabalhadores, Rui Falc&atilde;o.</p> <p> O tema da reuni&atilde;o n&atilde;o foi divulgado. Nenhum dos participantes falou com a imprensa ap&oacute;s o t&eacute;rmino do encontro. Dilma chegou &agrave; Base A&eacute;rea de S&atilde;o Paulo &agrave;s 14h30. Alguns dos participantes&nbsp; do encontro foram vistos deixando o local &agrave;s 17h40.</p> <p> Em <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-06-18/lula-diz-que-manifestacoes-mostram-sociedade-em-busca-de-novas-conquistas" target="_blank">nota divulgada hoje no Instituto Lula, o ex-presidente&nbsp;</a> disse que as manifesta&ccedil;&otilde;es e o movimento social n&atilde;o s&atilde;o coisa de pol&iacute;cia, mas sim de mesa de negocia&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Ningu&eacute;m em s&atilde; consci&ecirc;ncia pode ser contra manifesta&ccedil;&otilde;es da sociedade civil, porque a democracia n&atilde;o &eacute; um pacto de sil&ecirc;ncio, mas sim a sociedade em movimenta&ccedil;&atilde;o em busca de novas conquistas&rdquo;.</p> <p> <em>Edi&ccedil;&atilde;o: F&aacute;bio Massalli</em></p> <p> Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir o material &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong><br /> &nbsp;</p> Dila reune com lula dilma Lula Política Rui Falcão Tue, 18 Jun 2013 21:45:47 +0000 fabio.massalli 723405 at http://agenciabrasil.ebc.com.br Senadores chegam a acordo para votar hoje novo projeto sobre Fundo de Participação dos Estados http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-06-18/senadores-chegam-acordo-para-votar-hoje-novo-projeto-sobre-fundo-de-participacao-dos-estados <p>Mariana Jungmann<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> Bras&iacute;lia &ndash; Os l&iacute;deres dos partidos no Senado chegaram a um acordo, na tarde de hoje (18), sobre o novo projeto de mudan&ccedil;a dos par&acirc;metros de c&aacute;lculo para a distribui&ccedil;&atilde;o do Fundo de Participa&ccedil;&atilde;o dos Estados (FPE). Com isso, eles acreditam que ser&aacute; poss&iacute;vel votar a mat&eacute;ria ainda hoje na Casa e encaminh&aacute;-la para a C&acirc;mara dos Deputados.</p> <p> &ldquo;Vamos tentar votar hoje no Senado. O prazo de 150 dias concedido pelo Supremo [Tribunal Federal] come&ccedil;ou a contar a partir do recebimento no protocolo do Senado. Ent&atilde;o, se a C&acirc;mara conseguir votar nos dias 25, 26 e 27, estaremos dentro do prazo&rdquo;, disse o senador Walter Pinheiro (PT-BA), que &eacute; o principal respons&aacute;vel pela proposta, assinada por mais 40 senadores.</p> <p> Para chegar a um acordo que permita a vota&ccedil;&atilde;o sem embara&ccedil;os nesta semana, Pinheiro fez altera&ccedil;&otilde;es no texto original, que foi rejeitado pela C&acirc;mara. A primeira mudou a chamada trava de popula&ccedil;&atilde;o. Como a proposta de divis&atilde;o do fundo levar&aacute; em conta a popula&ccedil;&atilde;o do estado, Pinheiro propunha que as unidades federativas que tivessem popula&ccedil;&atilde;o muito pequena tivessem com piso de 1% no c&aacute;lculo. Agora, atendendo a reivindica&ccedil;&otilde;es dos estados da Regi&atilde;o Norte, a trava subiu para 1,2%. O teto para que a popula&ccedil;&atilde;o do estado conte no m&aacute;ximo 7% no c&aacute;lculo foi mantido como no texto anterior.</p> <p> Outra altera&ccedil;&atilde;o refere-se &agrave; quest&atilde;o da renda da popula&ccedil;&atilde;o do estado, fator que tamb&eacute;m tem peso na nova divis&atilde;o do fundo. Pinheiro prop&ocirc;s um mecanismo de redu&ccedil;&atilde;o na cota dos estados com renda<em> per capita</em> mais alta que a m&eacute;dia do pa&iacute;s. Atendendo a pedidos dos parlamentares do Sul e Sudeste, subiu de 71% para 72% o excedente que eles poder&atilde;o ter em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; renda do restante do pa&iacute;s antes que o redutor seja aplicado &agrave;s cotas deles.</p> <p> Pinheiro fez ainda uma modifica&ccedil;&atilde;o no texto com o objetivo de tornar mais suave a transi&ccedil;&atilde;o para a nova f&oacute;rmula e sem resultar em perdas imediatas para nenhum estado. Antes, a partir de 2016, o valor das cotas do FPE seria corrigido pelo &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA) mais 50% do Produto Interno Bruto (PIB) do ano anterior. Agora, a corre&ccedil;&atilde;o &eacute; pelo IPCA mais 75% do PIB.</p> <p> Para o l&iacute;der do governo, Eduardo Braga (PMDB-AM), as altera&ccedil;&otilde;es devem ser suficientes para conseguir o consentimento da maioria dos senadores e garantir as vota&ccedil;&otilde;es dentro do prazo estabelecido pelo STF &ndash; que vence no fim deste m&ecirc;s. Braga disse que n&atilde;o foram quest&otilde;es partid&aacute;rias que atrapalharam a vota&ccedil;&atilde;o at&eacute; o momento. &ldquo;Essa &eacute; uma quest&atilde;o federativa, que tem quest&otilde;es leg&iacute;timas dos estados. Estamos em debate com os estados para que eles entendam a import&acirc;ncia de votarmos as novas regras&rdquo;, acrescentou o senador.</p> <p> O Supremo considerou a distribui&ccedil;&atilde;o atual do FPE inconstitucional e determinou que o Congresso Nacional aprovasse, at&eacute; o fim do ano passado, nova lei modificando o c&aacute;lculo de distribui&ccedil;&atilde;o. Como os parlamentares n&atilde;o conseguiram cumprir o primeiro prazo, o ministro Ricardo Lewandowiski concedeu mais 150 dias para a vota&ccedil;&atilde;o de novo projeto de lei. O prazo termina no fim deste m&ecirc;s.</p> <p><em>Edi&ccedil;&atilde;o: N&aacute;dia Franco</em></p> <p><em>Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir as mat&eacute;rias &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong></em></p> câmara dos deputados FPE Fundo de Participação dos Estados Política Senado stf Supremo Tribunal Federal Tue, 18 Jun 2013 21:30:34 +0000 nfranco 723399 at http://agenciabrasil.ebc.com.br Lula diz que manifestações mostram sociedade em busca de novas conquistas http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-06-18/lula-diz-que-manifestacoes-mostram-sociedade-em-busca-de-novas-conquistas <p>Marcelo Brand&atilde;o<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p>Bras&iacute;lia &ndash; O <a href="http://www.institutolula.org/nota-de-lula-sobre-os-protestos/#.UcDiHZwix38" target="_blank">Instituto Lula divulgou</a> hoje (18) nota do ex-presidente da Rep&uacute;blica Luiz In&aacute;cio Lula da Silva sobre as manifesta&ccedil;&otilde;es ocorridas desde a quinta-feira (13) em v&aacute;rias cidades do Brasil. Em publica&ccedil;&atilde;o no seu perfil do Facebook, ele defendeu os protestos. &ldquo;Ningu&eacute;m em s&atilde; consci&ecirc;ncia pode ser contra manifesta&ccedil;&otilde;es da sociedade civil, porque a democracia n&atilde;o &eacute; um pacto de sil&ecirc;ncio, mas sim a sociedade em movimenta&ccedil;&atilde;o em busca de novas conquistas&rdquo;, declarou.</p> <p>Com foco maior no ocorrido em S&atilde;o Paulo, Lula defendeu a negocia&ccedil;&atilde;o entre o governo e os manifestantes, que reclamam do aumento no pre&ccedil;o da passagem de &ocirc;nibus. O ex-presidente demonstrou confian&ccedil;a no trabalho do prefeito de S&atilde;o Paulo, Fernando Haddad, que foi ministro da Educa&ccedil;&atilde;o durante seu governo. &ldquo;Estou seguro, se bem conhe&ccedil;o o prefeito Fernando Haddad, de que ele &eacute; um homem de negocia&ccedil;&atilde;o. Tenho certeza que dentre os manifestantes, a maioria tem disposi&ccedil;&atilde;o de ajudar a construir uma solu&ccedil;&atilde;o para o transporte urbano&rdquo;, completou.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em>Edi&ccedil;&atilde;o: Beto Coura//Ma&eacute;ria alterada &agrave;s 19h40 para esclarecer informa&ccedil;&atilde;o sobre nota divulgada pelo Instituto Lula.<br /> Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir as mat&eacute;rias &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong></em></p> Fernando Haddad Luiz Inácio Lula da Silva manifestações em São Paulo Política Tue, 18 Jun 2013 21:25:06 +0000 alberto.coura 723397 at http://agenciabrasil.ebc.com.br FHC diz que manifestações mostram vontade por Brasil melhor http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-06-18/fhc-diz-que-manifestacoes-mostram-vontade-por-brasil-melhor <p><img alt="" src="http://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/_agenciabrasil/files/imagecache/300x225/gallery_assist/26/gallery_assist715269/prev/ABr17062013DSC_2902.jpg" style="width: 300px; height: 225px; margin: 3px; float: right;" />Iolando Louren&ccedil;o<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> Bras&iacute;lia - As manifesta&ccedil;&otilde;es ocorridas ontem (17) demonstram a vontade das novas gera&ccedil;&otilde;es de colaborar para um Brasil melhor, segundo o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. &ldquo;Ao que n&oacute;s assistimos n&atilde;o &eacute; outra coisa sen&atilde;o a vontade das novas gera&ccedil;&otilde;es de participar, contribuir e colaborar. Est&atilde;o sentindo que est&aacute; na hora, quem sabe, de uma virada no Brasil para melhor&rdquo;, disse, ap&oacute;s a inaugura&ccedil;&atilde;o da mostra dos 25 anos do PSDB, na C&acirc;mara dos Deputados.</p> <p> O ex-presidente avaliou como positivo o movimento em v&aacute;rias cidades brasileiras. Segundo ele, cada gera&ccedil;&atilde;o tem que passar por essa experi&ecirc;ncia. &ldquo;&Eacute; importante que as pessoas mais jovens, n&atilde;o s&oacute; os jovens, expressem suas vontades, mesmo quando n&atilde;o sabem muito bem para que lado v&atilde;o e que sejam muito dispares suas vontades.&rdquo;</p> <p> &ldquo;&Eacute; um conjunto [de a&ccedil;&otilde;es]. E n&atilde;o &eacute; dirigido contra uma pessoa, &eacute; geral. &Eacute; uma insatisfa&ccedil;&atilde;o&rdquo;, disse. &ldquo;Isso &eacute; a democracia. &Eacute; claro que precisa, a partir dai, que os respons&aacute;veis, os que est&atilde;o no governo, percebam que as coisas n&atilde;o v&atilde;o t&atilde;o bem. Sempre h&aacute; coisas para melhorar. Isso &eacute; um sinal&rdquo;, acrescentou.</p> <p> Perguntado se a oposi&ccedil;&atilde;o deveria tirar proveito pol&iacute;tico desses movimentos, o ex-presidente Fernando Henrique mandou um recado: &ldquo;Quem quiser tirar proveito disso j&aacute; perdeu, porque n&atilde;o &eacute; o momento pol&iacute;tico, &eacute; o momento social, &eacute; o momento de express&atilde;o de v&aacute;rias camadas da sociedade. Quem pensar que vai dirigir essas camadas se engana.&rdquo;<br /> &nbsp;<br /> Para o ex-presidente, os partidos que quiserem se recompor com o povo t&ecirc;m que chegar mais perto e sentir as demandas. &ldquo;N&atilde;o sei o que fazer, como fazer, ningu&eacute;m sabe. &Eacute; um pa&iacute;s que cresceu muito depressa, que tem muitas aspira&ccedil;&otilde;es, muitas insatisfa&ccedil;&otilde;es, que fez alguns erros estrat&eacute;gicos. A infraestrutura est&aacute; apertada. &Eacute; um momento de pensar, ouvir, e n&atilde;o de dar ordem.&rdquo;</p> <p> <em>Edi&ccedil;&atilde;o: Talita Cavalcante</em></p> <p><em>Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir o material &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong></em></p> Agência Brasil Brasil melhor democracia EBC Fernando Henrique Cardozo FHC manifestações Política protestos PSDB Tue, 18 Jun 2013 20:35:49 +0000 talita.cavalcante 723385 at http://agenciabrasil.ebc.com.br Câmbio flutuante traz segurança para a economia brasileira, diz Tombini http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-06-18/cambio-flutuante-traz-seguranca-para-economia-brasileira-diz-tombini <p style="margin-bottom: 0cm">Wellton M&aacute;ximo<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> Bras&iacute;lia &ndash; O regime de c&acirc;mbio flutuante traz seguran&ccedil;a para a economia brasileira, ao permitir que o pa&iacute;s absorva choques externos sem comprometer as reservas internacionais, disse hoje (18) o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, em audi&ecirc;ncia na Comiss&atilde;o de Assuntos Econ&ocirc;micos (CAE) do Senado. Ele disse que as tens&otilde;es no mercado de c&acirc;mbio nos &uacute;ltimos dias decorre de expectativas sobre a reuni&atilde;o do Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano), hoje e amanh&atilde; (19), que discute a redu&ccedil;&atilde;o dos est&iacute;mulos para a maior economia do planeta.</p> <p style="margin-bottom: 0cm">&ldquo;Nosso regime de c&acirc;mbio &eacute; flex&iacute;vel e est&aacute; preparado para absorver choques positivos e negativos. O c&acirc;mbio livre traz fortaleza para a economia brasileira&rdquo;, declarou Tombini. Segundo ele, as interven&ccedil;&otilde;es do Banco Central, que tem vendido d&oacute;lares no mercado futuro nos &uacute;ltimos dias, t&ecirc;m como objetivo apenas reduzir a instabilidade e tornar o mercado menos vol&aacute;til.</p> <p> Tombini explicou que a estrat&eacute;gia do BC &eacute; retirar o excesso de volatilidade. &ldquo;Estamos preparados para fazer com que o mercado de c&acirc;mbio funcione de forma adequada. Quando h&aacute; disfun&ccedil;&otilde;es em parte do mercado, temos instrumentos para fazer com que ele volte a funcionar apropriadamente&rdquo;, declarou.</p> <p> Na avalia&ccedil;&atilde;o de Tombini, a indefini&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o ao c&acirc;mbio &eacute; provocada porque o mundo atravessa um momento de transi&ccedil;&atilde;o, com a possibilidade de que o Fed aumente os juros e retire parte dos d&oacute;lares em circula&ccedil;&atilde;o no planeta para compensar a recupera&ccedil;&atilde;o da economia norte-americana. &ldquo;Hoje est&aacute; acontecendo um reposicionamento. Estamos em um per&iacute;odo de transi&ccedil;&atilde;o, em que sempre h&aacute; tribula&ccedil;&otilde;es&rdquo;, disse.</p> <p> O presidente do Banco Central tamb&eacute;m destacou que as indefini&ccedil;&otilde;es s&atilde;o agravadas porque o ritmo de recupera&ccedil;&atilde;o das economias avan&ccedil;adas &eacute; diferente entre as regi&otilde;es do mundo. &ldquo;Os Estados Unidos est&atilde;o mais adiantados [na recupera&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica], enquanto a Europa continua n&atilde;o crescendo. N&atilde;o existe uma sincronia, ent&atilde;o n&atilde;o me parece que a sa&iacute;da [da crise econ&ocirc;mica internacional] ser&aacute; simult&acirc;nea&rdquo;, acrescentou.</p> <p> Segundo Tombini, o fim do ciclo de reacomoda&ccedil;&atilde;o poder&aacute; ser ben&eacute;fico para o Brasil caso a economia norte-americana volte a crescer com mais intensidade. Isso porque o pa&iacute;s poder&aacute; recuperar as exporta&ccedil;&otilde;es para os Estados Unidos. &ldquo;Passada a reacomoda&ccedil;&atilde;o, o mundo poder&aacute; estar em posi&ccedil;&atilde;o melhor que nos &uacute;ltimos anos. A transi&ccedil;&atilde;o enseja risco, mas tem fatores positivos, como a recupera&ccedil;&atilde;o da maior economia do mundo&rdquo;, avaliou.</p> <p style="margin-bottom: 0cm">No Brasil, as oscila&ccedil;&otilde;es do d&oacute;lar continuaram em ritmo de valoriza&ccedil;&atilde;o e <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-06-18/bc-faz-intervencoes-seguidas-para-conter-alta-do-dolar"><span style="text-decoration: none">o</span><span style="text-decoration: none"> Banco Central (BC) voltou a interv</span><span style="text-decoration: none">ir hoje</span><span style="text-decoration: none"> no mercado de c&acirc;mbio</span></a>. Com a moeda em alta &agrave;s 9h40, o BC anunciou a primeira opera&ccedil;&atilde;o de <em>swap</em> cambial tradicional, equivalente &agrave; venda de d&oacute;lares no mercado futuro. Logo ap&oacute;s anunciar os resultados desse leil&atilde;o &agrave;s 10h10, o BC decidiu fazer mais uma interven&ccedil;&atilde;o.</p> <p style="margin-bottom: 0cm"><em>Edi&ccedil;&atilde;o: Davi Oliveira</em></p> <p style="margin-bottom: 0cm"><em>Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir o material &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; </em><strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong></p> Alexandre Tombini Banco Central CAE dólar Federal Reserve mercado de câmbio oscilação Política pressão de alta reunião do Fed Senado valorização Tue, 18 Jun 2013 19:56:39 +0000 davi.oliveira 723376 at http://agenciabrasil.ebc.com.br Comissão de Direitos Humanos aprova projeto sobre "cura gay" http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-06-18/comissao-de-direitos-humanos-aprova-projeto-sobre-cura-gay <p>Ivan Richard<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p>Bras&iacute;lia &ndash; A Comiss&atilde;o de Direitos Humanos e Minorias da C&acirc;mara aprovou h&aacute; pouco, por vota&ccedil;&atilde;o simb&oacute;lica,&nbsp;o projeto de decreto legislativo que autoriza o tratamento psicol&oacute;gico para alterar a orienta&ccedil;&atilde;o sexual de homossexuais, chamado de &quot;cura<em> gay</em>&quot;.&nbsp;A mat&eacute;ria segue agora para an&aacute;lise da Comiss&atilde;o de Constitui&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a.</p> <p>Contr&aacute;rio ao projeto, o deputado Simpl&iacute;cio Ara&uacute;jo (PPS-MA) tentou obstruir a vota&ccedil;&atilde;o, sem sucesso. &ldquo;Voc&ecirc;s [deputados evang&eacute;licos] n&atilde;o v&atilde;o entregar para a comunidade evang&eacute;lica o que est&atilde;o prometendo, porque n&atilde;o h&aacute; tratamento para o que n&atilde;o &eacute; doen&ccedil;a. Quem dera que o Conselho Federal de Psicologia pudesse curar a cara de pau e todos os dist&uacute;rbios da classe pol&iacute;tica deste pa&iacute;s&rdquo;, disse. Para ele, a vota&ccedil;&atilde;o da proposta tem car&aacute;ter &quot;eleitoreiro&quot;.</p> <p>O deputado Roberto de Lucena (PV-SP) rebateu a acusa&ccedil;&atilde;o. &quot;Em nenhum momento foi&nbsp;a nossa t&ocirc;nica. N&atilde;o quero polemizar, mas dizer que me sinto desrespeitado. Esta &eacute; a Casa do debate. N&atilde;o admito&nbsp;o carimbo. Tive a oportunidade de analisar&nbsp;o projeto em outra comiss&atilde;o, tivermos audi&ecirc;ncias p&uacute;blicas, debatemos com todas as opini&otilde;es e fa&ccedil;o quest&atilde;o de rejeitar&nbsp;o carimbo&quot;, criticou.</p> <p>O relator da proposta, deputado Anderson Ferreira (PR-PE), argumentou que a proibi&ccedil;&atilde;o fere a Constitui&ccedil;&atilde;o. &ldquo;A regulamenta&ccedil;&atilde;o tem graves implica&ccedil;&otilde;es no plano jur&iacute;dico e constitucional&rdquo;, frisou.</p> <p>Suplente na comiss&atilde;o, o deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA),&nbsp;participou do debate&nbsp; e disse que&nbsp;a vota&ccedil;&atilde;o do Projeto da &quot;Cura<em> </em>Gay&rdquo; &eacute; in&oacute;cua. Segundo ele, a comiss&atilde;o n&atilde;o tem prerrogativas para deliberar sobre disposi&ccedil;&otilde;es do Conselho Federal de Psicologia. &ldquo;Estamos aqui brincando, me parece que est&aacute; clara aqui a esterilidade do debate. &Eacute; preciso que o tema tenha alguma rela&ccedil;&atilde;o com uma prerrogativa concreta do que se est&aacute; propondo. N&atilde;o podemos discutir aquilo que n&atilde;o pode ser revog&aacute;vel por este Poder&rdquo;, ponderou.</p> <p>O projeto de decreto legislativo foi aprovado depois de v&aacute;rias tentativas de vota&ccedil;&atilde;o frustradas. O projeto, que est&aacute; sendo chamado de Projeto da &quot;Cura Gay&rdquo;, prop&otilde;e a suspens&atilde;o da validade de dois artigos de uma resolu&ccedil;&atilde;o do Conselho Federal de Psicologia, em vigor desde 1999.</p> <p>De autoria do deputado Jo&atilde;o Campos (PSDB-GO), o projeto quer suprimir um dos trechos da Resolu&ccedil;&atilde;o n&ordm; 1/99, que pro&iacute;be os profissionais de participar de terapia para alterar a orienta&ccedil;&atilde;o sexual e de atribuir car&aacute;ter patol&oacute;gico (de doen&ccedil;a) &agrave; homossexualidade. Os profissionais tamb&eacute;m n&atilde;o podem adotar a&ccedil;&atilde;o coercitiva a fim de orientar homossexuais para tratamentos n&atilde;o solicitados.</p> <p>O autor do projeto argumenta que as restri&ccedil;&otilde;es do conselho s&atilde;o inconstitucionais e ferem a autonomia do paciente. Representantes dos&nbsp;psic&oacute;logos criticam a proposta sob o argumento de que n&atilde;o se pode tratar a homossexualidade como doen&ccedil;a.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em>Edi&ccedil;&atilde;o: Beto Coura</em></p> <p><em>Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir as mat&eacute;rias &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong></em></p> Anderson Ferreira Arnaldo Jordy CCJ classe política Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara comunidade evangélica Conselho Federal de Psicologia cura gay deputados evangélicos distúrbios João Campos Política Roberto de Lucena Simplício Araújo votação simbólica Tue, 18 Jun 2013 19:07:41 +0000 alberto.coura 723370 at http://agenciabrasil.ebc.com.br Coordenadora nega divergências com Fonteles http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-06-18/coordenadora-nega-divergencias-com-fonteles <p>Ivan Richard<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p>Bras&iacute;lia &ndash; A coordenadora da Comiss&atilde;o Nacional da Verdade, Rosa Cardoso, lamentou hoje (18) a ren&uacute;ncia de Cl&aacute;udio Fonteles da comiss&atilde;o. Em nota, ela informou que a ren&uacute;ncia foi comunicada ontem aos demais membros e ser&aacute; entregue &agrave; presidenta Dilma Rousseff.</p> <p>Rosa Cardoso negou que a sa&iacute;da do ex-procurador-geral da Rep&uacute;blica tenha sido motivada por diverg&ecirc;ncias internas. &ldquo;Lamento, profundamente, a sa&iacute;da de Cl&aacute;udio e enfatizo que ele n&atilde;o teve, n&atilde;o tem e n&atilde;o ter&aacute; nenhuma diverg&ecirc;ncia comigo. Gostaria muito que ele continuasse conosco&rdquo;, disse.</p> <p>Durante encontro do Col&eacute;gio de Procuradores da Rep&uacute;blica, que est&aacute; reunido hoje em Bras&iacute;lia, Fonteles confirmou sua ren&uacute;ncia alegando &ldquo;raz&otilde;es estritamente pessoais&rdquo;.</p> <p>&nbsp;</p> <p> <em>Edi&ccedil;&atilde;o: Beto Coura<br /> Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir as mat&eacute;rias &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong></em></p> Cláudio Fonteles CNV Comissão Nacional da Verdade dilma rousseff Política Rosa Cardoso Tue, 18 Jun 2013 18:23:22 +0000 alberto.coura 723367 at http://agenciabrasil.ebc.com.br Projeto de lei sobre direitos das domésticas terá que passar por comissão do Senado http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-06-18/projeto-de-lei-sobre-direitos-das-domesticas-tera-que-passar-por-comissao-do-senado <p>Carolina Gon&ccedil;alves<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> Bras&iacute;lia &ndash; O projeto de lei complementar que regulamenta os novos direitos trabalhistas dos empregados dom&eacute;sticos (<a href="http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=113104" target="_blank">PLS 224/2013</a>) ter&aacute; que passar pela aprecia&ccedil;&atilde;o da Comiss&atilde;o de Constitui&ccedil;&atilde;o, Justi&ccedil;a e Cidadania (CCJ) do Senado Federal. A expectativa era que a mat&eacute;ria seguisse hoje (18) para vota&ccedil;&atilde;o em plen&aacute;rio, mas a proposta legislativa foi retirada de pauta pela Presid&ecirc;ncia da Casa.</p> <p>Segundo explicou a assessoria da CCJ, como o texto define direitos trabalhistas, o regimento interno do Senado exige a an&aacute;lise pelo colegiado, o que motivou a decis&atilde;o.</p> <p> O relator da mat&eacute;ria, senador Romero Juc&aacute; (PMDB-RR), j&aacute; recebeu o texto e tem at&eacute; o dia 2 de julho para apresentar um parecer. Como Juc&aacute; foi autor do texto original, os senadores esperam receber o relat&oacute;rio antes do prazo final.</p> <p> A CCJ tem prazo at&eacute; o dia 16 de julho para decidir sobre a mat&eacute;ria que, ent&atilde;o, seguir&aacute; para o plen&aacute;rio. O projeto foi apresentado no in&iacute;cio do m&ecirc;s e aprovado na Comiss&atilde;o Mista de Consolida&ccedil;&atilde;o da Legisla&ccedil;&atilde;o Federal e Regulamenta&ccedil;&atilde;o de Dispositivos da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, iniciando a tramita&ccedil;&atilde;o pelo Senado. Depois, precisar&aacute; de vota&ccedil;&atilde;o pela C&acirc;mara dos Deputados.</p> <p>Em audi&ecirc;ncia p&uacute;blica realizada ontem (17) na Comiss&atilde;o de Direitos Humanos do Senado, a senadora Ana Rita (PT-ES) lamentou que o texto n&atilde;o fosse analisado por outras comiss&otilde;es antes de seguir para o plen&aacute;rio.</p> <p> A expectativa da senadora era que as considera&ccedil;&otilde;es de representantes da Justi&ccedil;a Trabalhista e de &oacute;rg&atilde;os do governo contribu&iacute;ssem para a elabora&ccedil;&atilde;o de emendas que poderiam ser apresentadas durante a aprecia&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria no plen&aacute;rio. Na CCJ, pontos pol&ecirc;micos do texto que foram alterados durante a aprova&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria devem ocupar o centro das aten&ccedil;&otilde;es dos senadores.</p> <p>Ao falar a senadores, ontem, o ministro do Tribunal Superior do Trabalho Maur&iacute;cio Godinho Delgado <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-06-17/fiscalizacao-pode-ser-comprometida-diz-ministro-do-tst-sobre-projeto-que-regulamenta-domesticos" target="_blank">disse que a fiscaliza&ccedil;&atilde;o nos termos da Consolida&ccedil;&atilde;o das Leis do Trabalho (CLT) n&atilde;o pode ser aplicada &agrave; rela&ccedil;&atilde;o entre empregador e trabalhador dom&eacute;stico</a>, como foi inclu&iacute;do no projeto. Delgado lembrou que, como a resid&ecirc;ncia &eacute; considerada &ldquo;asilo inviol&aacute;vel do indiv&iacute;duo&rdquo;, os auditores trabalhistas s&oacute; poderiam entrar nas casas, como fazem em empresas, em casos espec&iacute;ficos, como o de flagrante delito.</p> <p> Outro impasse deve girar em torno do n&uacute;mero de horas extras, que, pela Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, &eacute; limitado a duas horas, e o prazo de compensa&ccedil;&atilde;o desse trabalho excedente. Pelo projeto que seguiria para o plen&aacute;rio, a compensa&ccedil;&atilde;o poderia ser feita em um per&iacute;odo de 12 meses, por acordo entre empregados e empregadores. Juristas defendem que essa compensa&ccedil;&atilde;o seja feita em, no m&aacute;ximo, tr&ecirc;s meses.</p> <p>O PLS 224/2013 regulamenta direitos institu&iacute;dos pela <a href="http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=113104" target="_blank">Emenda Constitucional 72</a>, aprovada no final de mar&ccedil;o por unanimidade no Senado. A partir dela, os trabalhadores que prestam servi&ccedil;os dom&eacute;sticos passaram a ter todos os direitos previstos na CLT, como horas extras remuneradas, Fundo de Garantia do Tempo de Servi&ccedil;o (FGTS) e indeniza&ccedil;&atilde;o por demiss&atilde;o sem justa causa.</p> <p style="margin-bottom: 0cm"> <em>Edi&ccedil;&atilde;o: Davi Oliveira</em></p> <p align="LEFT" style="margin-bottom: 0cm"><font color="#000000"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3"><em>Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir a mat&eacute;ria &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; </em><strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong></font></font></font></p> CLT Consolidação das Leis do Trabalho direitos das domésticas Emenda Constitucional 72 Lei das Domésticas PLS 224 Política regulamentação votação no senado Tue, 18 Jun 2013 17:56:38 +0000 davi.oliveira 723364 at http://agenciabrasil.ebc.com.br