Economia http://agenciabrasil.ebc.com.br/taxonomy/term/51/all pt-br Estudo do Ipea aponta que déficit habitacional caiu 12% em cinco anos http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-05-18/estudo-do-ipea-aponta-que-deficit-habitacional-caiu-12-em-cinco-anos <p>Carolina Gon&ccedil;alves<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil </em></p> <p>Bras&iacute;lia &ndash; O d&eacute;ficit habitacional no pa&iacute;s caiu 12% em cinco anos, de acordo com a Nota T&eacute;cnica Estimativas do D&eacute;ficit Habitacional Brasileiro por Munic&iacute;pios, do Instituto de Pesquisa Econ&ocirc;mica Aplicada (Ipea). A partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic&iacute;lios (Pnad-IBGE), os pesquisadores conclu&iacute;ram que a defici&ecirc;ncia de 5,6 milh&otilde;es de habita&ccedil;&otilde;es, registrada em 2007, caiu para 5,4 milh&otilde;es, em 2011.</p> <p>A redu&ccedil;&atilde;o do problema foi identificada em quase todas as regi&otilde;es do pa&iacute;s. Apenas na Regi&atilde;o Centro-Oeste o d&eacute;ficit habitacional aumentou. A regi&atilde;o, assim como a Norte do pa&iacute;s, &eacute; uma das respons&aacute;veis pelo forte crescimento populacional dos &uacute;ltimos dez anos. Na Norte, apesar do &iacute;ndice cair, o n&uacute;mero absoluto de domic&iacute;lios em situa&ccedil;&atilde;o caracterizada de d&eacute;ficit foi quase 600 mil domic&iacute;lios.</p> <p>A maior queda do problema foi registrada no Nordeste que, apesar da redu&ccedil;&atilde;o, ainda mant&eacute;m n&uacute;meros expressivos. Quando os pesquisadores avaliaram as situa&ccedil;&otilde;es de casas onde mais de tr&ecirc;s pessoas dividem o mesmo quarto, munic&iacute;pios do Maranh&atilde;o apareceram destacados. O estado concentra mais de 30% dos seus domic&iacute;lios inclu&iacute;dos no d&eacute;ficit habitacional por esse item. Amazonas e Par&aacute; tamb&eacute;m aparecem com mais de 20% dos domic&iacute;lios em situa&ccedil;&atilde;o de d&eacute;ficit, considerando o mesmo tipo de an&aacute;lise.</p> <p>Na lista geral, que considera todos os quesitos respons&aacute;veis pela defici&ecirc;ncia habitacional do pa&iacute;s, apenas as capitais aparecem no topo do <em>ranking </em>dos dez munic&iacute;pios com maiores d&eacute;ficits. S&atilde;o Paulo, Rio de Janeiro, Bras&iacute;lia e Salvador ocupam as quatro primeiras posi&ccedil;&otilde;es. A escala muda quando a an&aacute;lise &eacute; sobre o n&uacute;mero de domic&iacute;lios prec&aacute;rios. Nesse caso, S&atilde;o Paulo se mant&eacute;m na lideran&ccedil;a negativa, mas Manaus aparece como o segundo pior munic&iacute;pio neste quesito.</p> <p>O levantamento, que ainda incluiu dados do Censo de 2010, considerou situa&ccedil;&otilde;es de domic&iacute;lios prec&aacute;rios, coabita&ccedil;&atilde;o - fam&iacute;lias que moram temporariamente na mesma resid&ecirc;ncia -, fam&iacute;lias que comprometem mais de 30% da renda no pagamento de aluguel e, casas onde mais de tr&ecirc;s pessoas dividem o mesmo quarto.</p> <p>O &ocirc;nus excessivo com aluguel foi identificado, principalmente, entre moradores de S&atilde;o Paulo, do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e da Bahia, como o principal problema. De acordo com os pesquisadores, o comprometimento de uma parcela maior da renda para o pagamento de aluguel passou a ser a causa mais importante no levantamento sobre a defici&ecirc;ncia habitacional do pa&iacute;s, atingindo 3,5% dos domic&iacute;lios pesquisados, ou seja, mais de 2,1 milh&otilde;es de fam&iacute;lias gastam mais de 30% de sua renda com aluguel.</p> <p>Nas &uacute;ltimas an&aacute;lises, a coabita&ccedil;&atilde;o era a componente que mais influenciava o &iacute;ndice. &ldquo;A coabita&ccedil;&atilde;o &ndash; que representava o componente mais relevante em 2007 &ndash; foi tamb&eacute;m a que mais caiu, com redu&ccedil;&atilde;o de cerca de 1 ponto percentual, ou perto de 500 mil domic&iacute;lios em quatro anos&rdquo;, destacaram os pesquisadores, que dizem que essa queda foi &ldquo;compensada&rdquo; pelo aumento proporcional dos casos em que as fam&iacute;lias gastam uma porcentagem considerada excessiva com o pagamento de aluguel.</p> <p>O estudo do Ipea ainda aponta que, apesar da redu&ccedil;&atilde;o geral do d&eacute;ficit registrada em todo o pa&iacute;s, a estrutura do d&eacute;ficit nos domic&iacute;lios com renda domiciliar de at&eacute; tr&ecirc;s sal&aacute;rios m&iacute;nimos ficou mantida nos mesmos patamares. Essa parcela da popula&ccedil;&atilde;o concentra quase 70% dos domic&iacute;lios com d&eacute;ficit. Pelo levantamento, a redu&ccedil;&atilde;o da defici&ecirc;ncia habitacional entre 2007 e 2011 foi mais intensa nas &aacute;reas rurais, com redu&ccedil;&atilde;o de 125 mil domic&iacute;lios na taxa negativa. Nas &aacute;reas urbanas, a redu&ccedil;&atilde;o do d&eacute;ficit foi de menos 60 mil domic&iacute;lios.</p> <p>&ldquo;O d&eacute;ficit habitacional brasileiro &eacute; majoritariamente urbano (81%). Proporcionalmente, entretanto, o d&eacute;ficit comp&otilde;e mais de 15% dos domic&iacute;lios rurais, contra pouco mais de 10% nos domic&iacute;lios urbanos&rdquo;, destacaram os pesquisadores. Apesar da situa&ccedil;&atilde;o rural ter melhorado, essas regi&otilde;es ainda s&atilde;o caracterizadas pela precariedade das resid&ecirc;ncias que impactam 75% do d&eacute;ficit total rural.</p> <p><em>Edi&ccedil;&atilde;o: Fernando Fraga</em></p> <p>Todo o conte&uacute;do deste <em>site</em> est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir as mat&eacute;rias &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong></p> <p> &nbsp;</p> déficit Economia estudo habitação ipea moradia Sat, 18 May 2013 18:12:27 +0000 lfraga 721015 at http://agenciabrasil.ebc.com.br Falta de planejamento pode estragar sonho da casa própria, alertam especialistas http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-05-18/falta-de-planejamento-pode-estragar-sonho-da-casa-propria-alertam-especialistas <p>Mariana Branco<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> Bras&iacute;lia &ndash; Nunca os brasileiros tiveram acesso a tanto cr&eacute;dito e facilidades para adquirir a casa pr&oacute;pria. Mas, na empolga&ccedil;&atilde;o de assinar o contrato, muitos consumidores esquecem detalhes que podem virar dor de cabe&ccedil;a no futuro e at&eacute; for&ccedil;ar a devolu&ccedil;&atilde;o do im&oacute;vel.</p> <p>Os compradores devem estar cientes, por exemplo, do risco de a institui&ccedil;&atilde;o banc&aacute;ria n&atilde;o liberar o financiamento que possibilitar&aacute; honrar a d&iacute;vida com a construtora ou de o valor sofrer altera&ccedil;&atilde;o e ficar acima de sua capacidade de pagamento.</p> <p>Al&eacute;m disso, precisam levar em conta que ter&atilde;o gastos consider&aacute;veis com taxas cartoriais e banc&aacute;rias, al&eacute;m de itens como mudan&ccedil;a e mob&iacute;lia. Entidades de defesa do consumidor alertam para a necessidade de o comprador estar atento, j&aacute; que, interessados em fechar neg&oacute;cio, muitas vezes os corretores e construtoras falham em fornecer informa&ccedil;&otilde;es a respeito.</p> <p> &ldquo;Estamos tendo muita reclama&ccedil;&atilde;o, pois acontece de os im&oacute;veis valorizarem e n&atilde;o se encaixarem mais no limite de cr&eacute;dito que o comprador se prop&ocirc;s a tomar&rdquo;, explica o advogado Geraldo Tardin, presidente do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Rela&ccedil;&otilde;es de Consumo (Ibedec).</p> <p>Segundo ele, um caso t&iacute;pico tem sido o im&oacute;vel ter valoriza&ccedil;&atilde;o superior a R$ 170 mil, limite financiado pelo Programa Minha Casa, Minha Vida nas capitais brasileiras. Nesse caso, o consumidor n&atilde;o tem mais acesso aos juros reduzidos do programa e as presta&ccedil;&otilde;es sobem. De acordo com Tardin, em ocorr&ecirc;ncias do tipo, o comprador pode buscar na Justi&ccedil;a uma rescis&atilde;o do contrato e tentar receber de volta os valores desembolsados.</p> <p>&ldquo;H&aacute; ainda a possibilidade de mover uma a&ccedil;&atilde;o de obriga&ccedil;&atilde;o de fazer contra a Caixa [Econ&ocirc;mica Federal, agente financeiro do Minha Casa, Minha Vida]. Se o mercado valorizou, o consumidor n&atilde;o tem culpa&rdquo;, avalia.</p> <p> Para a advogada Maria In&ecirc;s Dolci, coordenadora da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), &eacute; necess&aacute;rio haver press&atilde;o sobre as empresas envolvidas para que haja mais clareza nas negocia&ccedil;&otilde;es e no texto do contrato. &quot;O consumidor tem de estar muito ciente do risco e tem de estar previsto o que ocorrer&aacute; e quais valores ser&atilde;o devolvidos no caso de o financiamento n&atilde;o ser liberado&quot;, explica.</p> <p>Segundo a advogada, a promessa de compra e venda entre consumidor e construtora precisa informar ainda o custo efetivo total envolvido na opera&ccedil;&atilde;o. &quot;Todos os encargos, tudo que incide de &ocirc;nus deve estar discriminado. Se o consumidor perceber que n&atilde;o tem, pode questionar, procurar os Procons ou a Justi&ccedil;a&quot;, informa.</p> <p> Passada a primeira fase e liberado o financiamento, o comprador precisa se preparar para as taxas cartoriais e banc&aacute;rias. Os custos de cart&oacute;rio n&atilde;o chegam a ser informados&nbsp; no contrato, porque s&atilde;o calculados posteriormente pelo Poder P&uacute;blico municipal e estadual.</p> <p>Quem financiou o bem precisa arcar com o Imposto sobre Transmiss&atilde;o de Bens Im&oacute;veis Intervivos (ITBI) e o registro do im&oacute;vel. Nesses casos, o contrato com o banco j&aacute; equivale a uma escritura. Quem pagou &agrave; vista, no entanto, deve arcar ainda com a taxa para confec&ccedil;&atilde;o de uma escritura p&uacute;blica.</p> <p>Somadas, essas tarifas, que t&ecirc;m por base o valor do bem e cujo c&aacute;lculo varia segundo a localidade do pa&iacute;s, podem atingir de 3% a 5% do custo da casa pr&oacute;pria. Al&eacute;m disso, dependendo do banco que far&aacute; o financiamento, podem ser cobradas taxas de cadastro e de abertura de cr&eacute;dito, entre outras.</p> <p> O educador e terapeuta financeiro Reinaldo Domingos, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), destaca que esses custos podem abalar um or&ccedil;amento contigenciado e que, por isso, o ideal &eacute; planejar com anteced&ecirc;ncia e construir uma reserva.</p> <p>&quot;Vale lembrar que o im&oacute;vel na planta n&atilde;o tem arm&aacute;rios e outras benfeitorias. O nosso sistema n&atilde;o &eacute; como na Inglaterra, em que se financia 100% do valor e ainda se tem cr&eacute;dito para mobiliar. Tamb&eacute;m tem que prever os gastos com mudan&ccedil;a, condom&iacute;nio, IPTU [Imposto Predial e Territorial Urbano]. Tudo isso tem que ser objeto de an&aacute;lise muito antes [da compra]. N&atilde;o s&oacute; o que se gastar&aacute; no come&ccedil;o, mas tamb&eacute;m o dia a dia da nova casa. Se n&atilde;o, o risco &eacute; entrar em desequil&iacute;brio financeiro ou at&eacute; devolver o im&oacute;vel&quot;, comenta.</p> <p>Segundo Domingos, a dica para poupar &eacute; fazer uma estimativa dos gastos totais, avaliar quanto falta para atingir o montante e diagnosticar quanto pode ser posto de lado por m&ecirc;s para fazer face &agrave;s despesas. &quot;Tem que come&ccedil;ar a buscar uma redu&ccedil;&atilde;o de gastos e excessos. Reunir todos da fam&iacute;lia e melhorar o desempenho do or&ccedil;amento familiar&quot;, sugere.</p> <p> Um direito que muitos brasileiros n&atilde;o sabem que existe e que pode aliviar os pesados desembolsos que envolvem a aquisi&ccedil;&atilde;o de um im&oacute;vel, &eacute; o desconto de 50% no registro cartorial para quem est&aacute; adquirindo sua primeira casa pelo Sistema Financeiro de Habita&ccedil;&atilde;o (SFH). O benef&iacute;cio &eacute; previsto na Lei 6.015, de 1973, e vale para o territ&oacute;rio nacional.&nbsp;</p> <p>Para receber o abatimento, basta estar declarado no contrato de aquisi&ccedil;&atilde;o que se trata do primeiro im&oacute;vel. A compra de im&oacute;veis dentro do Programa Minha Casa, Minha Vida tamb&eacute;m d&aacute; direito a custos reduzidos. O Sistema Financeiro Imobili&aacute;rio (SFI), no entanto, regido por uma lei diferente da que regula o SFH - o sistema permite financiar im&oacute;veis acima de R$ 500 mil e n&atilde;o prev&ecirc; uso do FGTS, entre outras diferen&ccedil;as - n&atilde;o d&aacute; direito a abatimento.</p> <p>Segundo a Associa&ccedil;&atilde;o dos Not&aacute;rios e Registradores do Brasil (Anoreg), caso o cart&oacute;rio se recuse a conceder o desconto devido, o cliente pode registrar queixa junto &agrave; Corregedoria do Tribunal de Justi&ccedil;a da Regi&atilde;o.</p> <p><em>Edi&ccedil;&atilde;o: Davi Oliveira</em></p> <p><em>Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir as mat&eacute;rias &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> Abedefin Anoreg Caixa Econômica Federal como evitar erros como evitar problemas defesa do consumidor desconto na taxa cartorial dica para compra de imóveis Economia educação financeira financiamento de imóveis gastos com mudança Ibedec Iptu ITBI juros de financiamento Programa Minha Casa Minha Vida Proteste SFH SFI sistema financeiro de habitação Sistema Financeiro Imobiliário taxas cartoriais Sat, 18 May 2013 14:40:07 +0000 davi.oliveira 721003 at http://agenciabrasil.ebc.com.br Ibedec alerta para alguns cuidados na compra da casa própria http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-05-18/ibedec-alerta-para-alguns-cuidados-na-compra-da-casa-propria <p>Daniel Lima e Kelly Oliveira<br /> <em>Rep&oacute;rteres da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p>Bras&iacute;lia - Os interessados em comprar im&oacute;veis durante o <a href="http://www.caixa.gov.br/">Feir&atilde;o Caixa da Casa Pr&oacute;pria</a> devem negociar bem os pre&ccedil;os e tomar alguns cuidados. O <a href="http://www.ibedec.org.br/">Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Rela&ccedil;&otilde;es de Consumo (Ibedec)</a> tem cartilha espec&iacute;fica sobre construtoras e compra da casa pr&oacute;pria. O instituto tamb&eacute;m divulgou uma s&eacute;rie de dicas para as pessoas que ir&atilde;o ao feir&atilde;o em busca do sonho da casa pr&oacute;pria. Uma delas &eacute; pesquisar o pre&ccedil;o de um im&oacute;vel no mesmo pr&eacute;dio antes de ir ao feir&atilde;o, por exemplo. Outra dica &eacute; verificar o valor de im&oacute;veis com as mesmas caracter&iacute;sticas e as taxas de outros bancos.</p> <p>Um problema que o interessado deve evitar &eacute; comprar o im&oacute;vel ocupado. O Ibedec aconselha que o neg&oacute;cio n&atilde;o seja fechado nessas condi&ccedil;&otilde;es. Caso o im&oacute;vel n&atilde;o esteja vazio, o conselho &eacute; procurar o atual ocupante do im&oacute;vel para verificar se existe a possibilidade de deixar o local. Caso o ocupante n&atilde;o queira deixar o im&oacute;vel espontaneamente, o instituto lembra que o processo de retirada judicial demora. Existem ainda os custos judiciais para acionar a Justi&ccedil;a.</p> <p>Se o comprador conheceu o im&oacute;vel apenas por meio de fotos, a sugest&atilde;o &eacute; guardar todos os panfletos e publica&ccedil;&otilde;es. Segundo o Ibedec, para a Justi&ccedil;a &eacute; importante guardar tudo que possa ser usado como prova, inclusive o que for prometido pelo vendedor, inclusive prazos, taxas de juros, metragem do im&oacute;vel e outras despesas.</p> <p>O 9&ordm; Feir&atilde;o Caixa da Casa Pr&oacute;pria termina domingo (18) em Bras&iacute;lia, Curitiba, Uberl&acirc;ndia (MG), no Rio de Janeiro e em Salvador. Somente em Bras&iacute;lia, ser&atilde;o oferecidos mais de 10.400 im&oacute;veis. Em todas as 13 cidades que v&atilde;o sediar a feira, a previs&atilde;o &eacute; que o n&uacute;mero de im&oacute;veis oferecidos ao longo dos quatro fins de semana de realiza&ccedil;&atilde;o do evento seja superior a 400 mil.</p> <p>A &uacute;ltima edi&ccedil;&atilde;o registrou um p&uacute;blico de 404 mil visitantes, com volume de mais de R$ 12 bilh&otilde;es em neg&oacute;cios assinados e encaminhados.</p> <p>De 24 e 26 de maio, a feira ser&aacute; realizada em Belo Horizonte, Porto Alegre e Florian&oacute;polis. Por &uacute;ltimo, de 14 a 16 de junho, Bel&eacute;m, Campinas e Recife v&atilde;o promover o feir&atilde;o.</p> <p>O banco garante aos interessados cobrar a primeira parcela do im&oacute;vel s&oacute; em janeiro de 2014, se o contrato for assinado durante o feir&atilde;o e s&oacute; vale para recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Servi&ccedil;o (FGTS) e do Sistema Brasileiro de Poupan&ccedil;a e Empr&eacute;stimo (SBPE).</p> <p>No feir&atilde;o, al&eacute;m dos t&eacute;cnicos da Caixa, o mutu&aacute;rio poder&aacute; encontrar representantes da constru&ccedil;&atilde;o civil, imobili&aacute;rias e cart&oacute;rios, se quiser fechar o neg&oacute;cio. No ano passado, informou a CEF, mais de 36 mil pessoas visitaram o feir&atilde;o, em Bras&iacute;lia, quando foram assinados e encaminhados 4.139 neg&oacute;cios, o equivalente a mais de R$ 938 milh&otilde;es.</p> <p>Para requerer o cr&eacute;dito para casa pr&oacute;pria, no feir&atilde;o, &eacute; preciso levar documento de identidade, CPF e comprovante de renda. Segundo a Caixa, os interessados podem, antes, simular no <em>site</em> da institui&ccedil;&atilde;o o valor do cr&eacute;dito imobili&aacute;rio necess&aacute;rio para a compra do im&oacute;vel. O servi&ccedil;o de atendimento ao cliente do banco (0800-726-0101) fica dispon&iacute;vel 24 horas, inclusive nos finais de semana, garante o banco.</p> <p><em>Edi&ccedil;&atilde;o: Fernando Fraga</em></p> <p>Todo o conte&uacute;do deste <em>site</em> est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir as mat&eacute;rias &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong><br /> &nbsp;</p> Caixa cartórios Casa Própria consumidor contrução civil cuidados Economia financiamento Ibedec juros Sat, 18 May 2013 14:14:02 +0000 lfraga 721002 at http://agenciabrasil.ebc.com.br Brasil e México vão aproximar petroleiras estatais Petrobras e Pemex http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-05-17/brasil-e-mexico-vao-aproximar-petroleiras-estatais-petrobras-e-pemex <p>Mariana Jungmann<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/galeria/2013-05-17/antonio-patriota-recebe-chanceler-do-mexico"><img alt="" src="http://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/_agenciabrasil/files/imagecache/300x225/gallery_assist/26/gallery_assist720987/prev/ABR170513DSM_8155.JPG" style="width: 300px; height: 225px; margin: 4px; float: right;" /></a>Bras&iacute;lia - O chanceler do M&eacute;xico, Jos&eacute; Antonio Meade, foi recebido hoje (17) pelo ministro de Rela&ccedil;&otilde;es Exteriores do Brasil, Antonio Patriota. Na reuni&atilde;o, os dois decidiram retomar os trabalhos da comiss&atilde;o binacional, que n&atilde;o se re&uacute;ne desde 2008. Pretende-se promover uma agenda de eventos bilaterais que ir&aacute; incluir encontros de empres&aacute;rios dos dois pa&iacute;ses e uma nova reuni&atilde;o dos dois chanceleres, desta vez no M&eacute;xico, no terceiro trimestre deste ano.</p> <p> Os dois pa&iacute;ses t&ecirc;m grande interesse, segundo Patriota, em compartilhar a&ccedil;&otilde;es no campo energ&eacute;tico e devem promover a aproxima&ccedil;&atilde;o das petroleiras estatais Petrobras e Pemex. &ldquo;Desde o primeiro encontro do presidente [Enrique] Pe&ntilde;a Nieto com a presidenta Dilma ele indicou interesse [na aproxima&ccedil;&atilde;o das duas empresas]. A Petrobras e a Pemex t&ecirc;m muito o que compartilhar sobre as &aacute;reas em que elas se especializaram e, claro, t&ecirc;m muitas oportunidades de trabalho conjunto&rdquo;, disse Patriota.</p> <p> Os dois chanceleres declararam que h&aacute; interesse em dinamizar as rela&ccedil;&otilde;es comerciais entre Brasil e M&eacute;xico, que atualmente movimentam US$ 10 bilh&otilde;es por ano. Meade disse que os encontros empresariais que ser&atilde;o promovidos visam a identificar &aacute;reas de oportunidades que sejam de interesse dos dois pa&iacute;ses.</p> <p> Entre essas &aacute;reas est&aacute; a de com&eacute;rcio automotivo, sobre a qual j&aacute; existe um acordo de importa&ccedil;&atilde;o e exporta&ccedil;&atilde;o em vig&ecirc;ncia. Questionado se h&aacute; interesse do M&eacute;xico em ampliar o acordo, Meade disse que isso ser&aacute; analisado a partir dos encontros de empres&aacute;rios do setor e se houver interesse dos dois pa&iacute;ses. Os encontros tamb&eacute;m devem buscar oportunidades de coopera&ccedil;&atilde;o nas &aacute;reas de ci&ecirc;ncia e tecnologia e educa&ccedil;&atilde;o.</p> <p> <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/galeria/2013-05-17/antonio-patriota-recebe-chanceler-do-mexico"><img alt="" src="http://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/_agenciabrasil/files/imagecache/300x225/gallery_assist/26/gallery_assist720987/prev/ABR170513DSM_8138.JPG" style="width: 300px; height: 225px; margin: 4px; float: left;" /></a>O chanceler do M&eacute;xico disse que ficou feliz em estar no grupo dos primeiros mexicanos que entraram no Brasil sem necessitar de visto. Desde ontem foi retomado um acordo entre os dois pa&iacute;ses para que o visto de entrada seja dispensado em casos de viagens curtas. Patriota tamb&eacute;m demonstrou satisfa&ccedil;&atilde;o com o fato de a visita do mexicano coincidir com o momento da suspens&atilde;o da exig&ecirc;ncia do visto.</p> <p> Os dois chanceleres comentaram a vit&oacute;ria do brasileiro Roberto Azev&ecirc;do para a presid&ecirc;ncia da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial do Com&eacute;rcio (OMC). Patriota disse que a visita de Meade logo ap&oacute;s o embate entre Brasil e M&eacute;xico pelo cargo na OMC mostra a &ldquo;rela&ccedil;&atilde;o fraterna&rdquo; que as duas na&ccedil;&otilde;es t&ecirc;m. Meade disse que o M&eacute;xico est&aacute; feliz por ver um latino-americano retomar o espa&ccedil;o perdido na organiza&ccedil;&atilde;o internacional.</p> <p> &ldquo;Quando o M&eacute;xico decidiu participar do processo [eleitoral], n&oacute;s ach&aacute;vamos que era importante que a Am&eacute;rica Latina presidisse a OMC. Hoje n&oacute;s achamos que esse objetivo foi alcan&ccedil;ado&rdquo;, disse o chanceler mexicano.</p> <p> <em>Edi&ccedil;&atilde;o: F&aacute;bio Massalli</em></p> <p> Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir as mat&eacute;rias &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong></p> <p> &nbsp;</p> acordo bilateral Brasil e México comissão bilateral Economia meade México Pemex petrobras Fri, 17 May 2013 23:26:54 +0000 fabio.massalli 720996 at http://agenciabrasil.ebc.com.br Agricultores de assentamentos receberão apoio técnico para manejo na Caatinga http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-05-17/agricultores-de-assentamentos-receberao-apoio-tecnico-para-manejo-na-caatinga <p>Carolina Gon&ccedil;alves<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil </em></p> <p>Bras&iacute;lia - Os agricultores familiares de assentamentos localizados em regi&atilde;o de Caatinga, que desejam gerar renda a partir de produtos extra&iacute;dos desse tipo de vegeta&ccedil;&atilde;o, ter&atilde;o apoio de t&eacute;cnicos especializados em manejo florestal. Os interessados em receber informa&ccedil;&otilde;es sobre como extrair os produtos de forma sustent&aacute;vel, ou seja, tirar da floresta sem destruir a floresta, t&ecirc;m que se manifestar at&eacute; o dia 16 de junho.</p> <p>Foi lan&ccedil;ada hoje (17) pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal (FNDF), do Servi&ccedil;o Florestal Brasileiro (SFB), e pelo Fundo Clima, do Minist&eacute;rio do Meio Ambiente, a chamada p&uacute;blica para que associa&ccedil;&otilde;es e cooperativas de assentamentos da reforma agr&aacute;ria e do Programa Nacional do Cr&eacute;dito Fundi&aacute;rio recebam apoio para obter lenha, carv&atilde;o, frutos, estacas e forragem, mantendo a vegeta&ccedil;&atilde;o e a biodiversidade local.</p> <p>&ldquo;Quando a gente fala de Caatinga vem a imagem da seca, de n&atilde;o existir floresta, mas a Caatinga tem biodiversidade grande e existem riquezas no bioma&rdquo;, disse Jo&atilde;o Paulo Sotero, gerente executivo de Capacita&ccedil;&atilde;o e Fomento do SFB.</p> <p>Os dois &oacute;rg&atilde;os tamb&eacute;m abriram vagas para que agentes de assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica e extens&atilde;o rural sejam treinados nesse manejo. &ldquo;O t&eacute;cnico vai estar apto para prestar a assist&ecirc;ncia florestal em 1,5 ano. Como os assentamentos v&atilde;o come&ccedil;ar a trabalhar o manejo florestal agora, essa demanda vai ser cada vez maior. Ent&atilde;o, se a gente n&atilde;o capacitar outras pessoas, daqui a dois anos vai faltar gente para acompanhar os agricultores que optarem por essa atividade&rdquo;, explicou Sotero.</p> <p>A expectativa do governo &eacute; apoiar, com essa chamada, cerca de 40 assentamentos e 200 t&eacute;cnicos. No ano passado, os &oacute;rg&atilde;os ambientais federais lan&ccedil;aram seis chamadas p&uacute;blicas, sendo duas para capacita&ccedil;&atilde;o de agentes de assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica e extens&atilde;o rural. Quase 1,2 mil pessoas entre estudantes de escolas t&eacute;cnicas e agentes foram capacitados. Mas esse tipo de apoio vem sendo oferecido h&aacute; tr&ecirc;s anos. O objetivo do governo &eacute; conciliar uso e conserva&ccedil;&atilde;o das florestas, ou seja, preparar as comunidades locais para explorar a floresta, mas conservando o bioma, ao mesmo tempo que gera riqueza para as popula&ccedil;&otilde;es.</p> <p>&ldquo;Embora o Brasil tenha a maior cobertura florestal do mundo e a floresta tenha papel relevante para o pa&iacute;s, ela &eacute; pouco trabalhada enquanto gera&ccedil;&atilde;o de riqueza. Aqui a floresta &eacute; convertida em lavoura. Mas, &eacute; preciso mostrar que al&eacute;m de lavoura &eacute; poss&iacute;vel gerar renda a partir do uso sustent&aacute;vel dos produtos&rdquo;, completou Sotero.</p> <p>Em toda a regi&atilde;o de Caatinga, projetos com o mesmo tipo de apoio j&aacute; prepararam agricultores de quase 150 assentamentos de Pernambuco, da Para&iacute;ba , do Rio Grande do Norte, Cear&aacute; e Piau&iacute;.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em>Edi&ccedil;&atilde;o: A&eacute;cio Amado</em></p> <p class="western" style="margin-bottom: 0cm"><em>Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. &Eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong></em></p> agricultores familiares caatinga Economia Meio Ambiente Fri, 17 May 2013 21:52:45 +0000 aecioamado 720988 at http://agenciabrasil.ebc.com.br Anatel diz que vai multar empresas por não atingirem metas de conexão à internet móvel http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-05-17/anatel-diz-que-vai-multar-empresas-por-nao-atingirem-metas-de-conexao-internet-movel <p>Sabrina Craide<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> Bras&iacute;lia - O presidente da Ag&ecirc;ncia Nacional de Telecomunica&ccedil;&otilde;es (Anatel), Jo&atilde;o Rezende, disse hoje (17) que as operadoras de telefonia m&oacute;vel dever&atilde;o ser multadas por <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-05-17/anatel-diz-que-operadoras-de-celular-nao-atingiram-metas-sobre-conexao-internet">n&atilde;o terem atingido as metas</a> estabelecidas pela ag&ecirc;ncia para o servi&ccedil;o de conex&atilde;o &agrave; rede de dados. &ldquo;Vamos abrir um processo e elas poder&atilde;o apresentar suas alega&ccedil;&otilde;es&quot;, disse.</p> <p> Uma avalia&ccedil;&atilde;o divulgada hoje pela Anatel mostrou que a taxa de acesso &agrave; rede de dados das quatro empresas analisadas (Vivo, Claro, TIM e Oi) ficou em 95%, enquanto a meta da ag&ecirc;ncia &eacute; 98%.&ldquo;Est&aacute; abaixo da meta, mas n&atilde;o d&aacute; para dizer que o servi&ccedil;o est&aacute; em decl&iacute;nio, tem uma estabilidade nos &uacute;ltimos meses&rdquo;, disse Rezende.</p> <p> O Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Servi&ccedil;o M&oacute;vel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) informou que as empresas est&atilde;o empenhadas em aprimorar a qualidade dos servi&ccedil;os e apresentaram desempenho melhor que a meta definida para indicadores de acesso &agrave; rede de voz, de qualidade da liga&ccedil;&atilde;o de telef&ocirc;nica e de estabilidade da conex&atilde;o &agrave; internet. A entidade tamb&eacute;m informou que a Anatel registrou diminui&ccedil;&atilde;o no n&uacute;mero de reclama&ccedil;&otilde;es sobre falhas de rede no <em>call center</em> da ag&ecirc;ncia.</p> <p> &ldquo;O SindiTelebrasil alerta para a necessidade de se estabelecer alavancas para estimular a expans&atilde;o dos servi&ccedil;os, com qualidade e cobertura adequada de sinais e retirar os entraves &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de antenas previstos em diversas leis municipais&rdquo;, diz a nota da entidade.</p> <p> <em>Edi&ccedil;&atilde;o: F&aacute;bio Massalli</em></p> <p> Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir as mat&eacute;rias &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong></p> Anatel conexão à internet móvel Economia internet móvel telefonia Fri, 17 May 2013 21:25:50 +0000 fabio.massalli 720985 at http://agenciabrasil.ebc.com.br ANP interdita seis postos em São Paulo em operação de fiscalização de combustível http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-05-17/anp-interdita-seis-postos-em-sao-paulo-em-operacao-de-fiscalizacao-de-combustivel <p>Nielmar de Oliveira<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> Rio de Janeiro&nbsp; - Na maior opera&ccedil;&atilde;o feita este ano, a Ag&ecirc;ncia Nacional do Petr&oacute;leo, G&aacute;s Natural e Biocombust&iacute;veis (ANP) interditou seis postos de gasolina no estado de S&atilde;o Paulo por problemas na qualidade do combust&iacute;vel comercializado. A opera&ccedil;&atilde;o, que feita ao longo desta semana, foi motivada pelas 1.566 den&uacute;ncias de suspeita de adultera&ccedil;&atilde;o de combust&iacute;veis no estado, das quais 764 na capital. Foram fiscalizados 452 postos revendedores na capital paulista e em 24 munic&iacute;pios da regi&atilde;o metropolitana.</p> <p> Apesar das interdi&ccedil;&otilde;es, o &iacute;ndice de n&atilde;o conformidade (adultera&ccedil;&atilde;o)&nbsp; no estado no &uacute;ltimo trimestre foi apenas 1% para a gasolina, 0,9% para o etanol, e 2,9% para &oacute;leo diesel. &ldquo;&Iacute;ndices abaixo da m&eacute;dia no Brasil, que &eacute; 1,6%, 2% e 3,2%, respectivamente, para esses combust&iacute;veis&rdquo;, informou a ANP.&nbsp;</p> <p> Na opera&ccedil;&atilde;o foram coletadas 1.356 amostras de gasolina, etanol hidratado e &oacute;leo diesel, que ainda est&atilde;o sendo analisadas pelo Instituto de Pesquisa Tecnol&oacute;gica de S&atilde;o Paulo (IPT-USP). Foi o maior n&uacute;mero de amostras enviadas ao laborat&oacute;rio em uma &uacute;nica a&ccedil;&atilde;o de fiscaliza&ccedil;&atilde;o feita pela ag&ecirc;ncia.&nbsp;</p> <p> Segundo a ANP, nos seis postos interditados, o teor de etanol na gasolina estava acima dos 25% permitidos. As bombas e os tanques com o combust&iacute;vel fora das especifica&ccedil;&otilde;es foram lacrados e s&oacute; poder&atilde;o ser desinterditados ap&oacute;s a ag&ecirc;ncia comprovar que a gasolina de m&aacute; qualidade for trocada por uma dentro dos padr&otilde;es exigidos pela ANP.</p> <p> Foram interditados dois postos na capital, um em Santo Andr&eacute;, um em Osasco, um em Carapicu&iacute;ba e um em Diadema. Al&eacute;m da interdi&ccedil;&atilde;o cautelar para proteger o consumidor, a ANP abriu processos administrativos que, posteriormente, ser&atilde;o enviados ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico Estadual para apura&ccedil;&atilde;o de crime contra o consumidor. Pelas infra&ccedil;&otilde;es apuradas pela ANP, os postos estar&atilde;o sujeitos a multas de R$ 20 mil a R$ 5 milh&otilde;es.</p> <p> A opera&ccedil;&atilde;o em S&atilde;o Paulo mobilizou 30 equipes de fiscaliza&ccedil;&atilde;o, que atuaram por regi&otilde;es da cidade, cobrindo aproximadamente 20% dos postos da &aacute;rea. O n&uacute;mero de autua&ccedil;&otilde;es por qualidade pode aumentar ap&oacute;s as an&aacute;lises de laborat&oacute;rio.</p> <p> <em>Edi&ccedil;&atilde;o: F&aacute;bio Massalli</em></p> <p> Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir as mat&eacute;rias &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong><br /> &nbsp;</p> ANP combustível combustível adulterado Economia fiscalização em postos de gasolina gasolina são paulo Fri, 17 May 2013 19:59:57 +0000 fabio.massalli 720972 at http://agenciabrasil.ebc.com.br Aprovação da MP dos Portos é “mais um passo” para uma economia competitiva, diz Firjan http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-05-17/aprovacao-da-mp-dos-portos-e-%E2%80%9Cmais-um-passo%E2%80%9D-para-uma-economia-competitiva-diz-firjan <p>Alana Gandra<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> Rio de Janeiro - Em nota divulgada hoje (17), a Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) avaliou que a aprova&ccedil;&atilde;o da Medida Provis&oacute;ria (MP) 595 pelo Congresso Nacional representou grande avan&ccedil;o para o setor portu&aacute;rio brasileiro. Conhecida como MP dos Portos, a norma estimula investimentos privados no setor.</p> <p> &ldquo;A concorr&ecirc;ncia gerada com o advento dos portos privados e o aumento dos investimentos e da efici&ecirc;ncia portu&aacute;ria que se dar&aacute; com a implanta&ccedil;&atilde;o do Porto 24 horas trar&atilde;o ganhos de curto, m&eacute;dio e longo prazos para a economia nacional. &nbsp;O Sistema Firjan entende que esse marco &eacute; mais um passo em um longo caminho ainda a ser trilhado em dire&ccedil;&atilde;o a uma economia mais competitiva&rdquo;.</p> <p> A entidade salienta a import&acirc;ncia de o governo, &ldquo;assim como fez na quest&atilde;o portu&aacute;ria e na energia el&eacute;trica&rdquo;, dar continuidade &agrave;s reformas estruturais para reduzir o custo Brasil, apontado pelas entidades empresariais como inibidor do crescimento e da competitividade das empresas brasileiras.</p> <p><em>Edi&ccedil;&atilde;o: Davi Oliveira</em></p> <p><em>Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir as mat&eacute;rias &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> aprovação da MP dos Portos competitividade da economia custo Brasil Economia modernização dos portos posição da Firjan setor portuário Fri, 17 May 2013 19:34:56 +0000 davi.oliveira 720969 at http://agenciabrasil.ebc.com.br Portos receberão mais de R$ 50 bilhões em investimentos, estima Abdib http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-05-17/portos-receberao-mais-de-r-50-bilhoes-em-investimentos-estima-abdib <p>Pedro Peduzzi<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> Bras&iacute;lia &ndash; O novo marco regulat&oacute;rio para os portos brasileiros, aprovado pelo Congresso Nacional, resultar&aacute;, a m&eacute;dio prazo, em investimentos privados superiores a R$ 50 bilh&otilde;es, segundo a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Infraestrutura e Ind&uacute;strias de Base (Abdib). De acordo com a entidade, esses investimentos dar&atilde;o impulso tamb&eacute;m aos polos produtivos que est&atilde;o em desenvolvimento no interior do pa&iacute;s.</p> <p> Em nota divulgada hoje (17), a Abdib avalia que, com a nova legisla&ccedil;&atilde;o, o pa&iacute;s ter&aacute; condi&ccedil;&otilde;es para impulsionar os recursos necess&aacute;rios para aumentar a concorr&ecirc;ncia, reduzir custos, melhorar a efici&ecirc;ncia log&iacute;stica e retirar as barreiras que dificultam o investimento privado em novos terminais ao longo da costa brasileira. Al&eacute;m disso, criar&aacute; condi&ccedil;&otilde;es para atender &agrave; demanda de diferentes polos produtivos que se desenvolvem pelo interior do Brasil.</p> <p> De acordo com a Abdib, o fim da distin&ccedil;&atilde;o entre mercadoria pr&oacute;pria e de terceiros permitir&aacute; que os empreendedores privados voltem a construir terminais portu&aacute;rios para escoar qualquer tipo de carga, contribuindo para dinamizar o fluxo de transporte e o com&eacute;rcio exterior, bem como reduzir custos por meio do aumento da concorr&ecirc;ncia e da produtividade. O texto da Medida Provis&oacute;ria dos Portos, aprovado pelos parlamentares, abre espa&ccedil;o para a cria&ccedil;&atilde;o de portos privados que poder&atilde;o operar cargas de terceiros &ndash; atualmente os terminais privados s&oacute; podem movimentar cargas pr&oacute;prias.</p> <p>Para o marco regulatorio entrar em vigor, precisa agora ser <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-05-17/presidenta-dilma-tem-ate-5-de-junho-para-sancionar-mp-dos-portos">sancionado</a> pela presidenta Dilma Rousseff.</p> <p> <em>Edi&ccedil;&atilde;o: Carolina Pimentel</em></p> <p> <em>Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir as mat&eacute;rias &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong></em></p> Abdib cargas comércio exterior concorrência Economia empresas investimentos logística polos produtivos portos produtividade terminais Fri, 17 May 2013 18:59:13 +0000 carolinap 720968 at http://agenciabrasil.ebc.com.br Caixa espera financiar mais de R$ 1 bilhão em imóveis no Rio http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-05-17/caixa-espera-financiar-mais-de-r-1-bilhao-em-imoveis-no-rio <p>Vitor Abdala<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> Rio de Janeiro &ndash; A Caixa Econ&ocirc;mica Federal espera financiar mais de R$ 1 bilh&atilde;o para a compra de mais de 8 mil im&oacute;veis na nona edi&ccedil;&atilde;o de seu Feir&atilde;o da Casa Pr&oacute;pria. A estimativa foi feita hoje (17) pela superintendente da institui&ccedil;&atilde;o no Rio, Nelma Tavares, durante a abertura do feir&atilde;o, que vai at&eacute; domingo (19).</p> <p> O volume estimado inclui neg&oacute;cios fechados durante o feir&atilde;o e aqueles cuja negocia&ccedil;&atilde;o &eacute; iniciada durante o evento para ser conclu&iacute;da depois. Segundo a superintendente, o grande diferencial do feir&atilde;o deste ano &eacute; a possibilidade de contratar um financiamento agora, mas s&oacute; come&ccedil;ar a pagar em janeiro de 2014.</p> <p> &ldquo;As pessoas costumam gastar muito com a entrada, com o registro de im&oacute;veis, as certid&otilde;es. Ent&atilde;o, isso d&aacute; um certo al&iacute;vio. D&aacute; tamb&eacute;m a possibilidade de as pessoas mobiliarem o im&oacute;vel. Muitas aqui est&atilde;o montando uma casa nova, ent&atilde;o elas t&ecirc;m sete meses para se organizar e pagar a primeira presta&ccedil;&atilde;o&rdquo;, disse Nelma.</p> <p> J&uacute;lia Freitas, de 25 anos, foi ao feir&atilde;o com o namorado, em busca do seu primeiro im&oacute;vel. &ldquo;A gente veio dar uma olhadinha, com a expectativa de ver um im&oacute;vel mais barato. N&atilde;o tem problema ser usado.&rdquo;</p> <p> O 9&ordm; Feir&atilde;o da Casa Pr&oacute;pria, realizado no Riocentro, na zona oeste do Rio, &nbsp;est&aacute; oferecendo 31.820 im&oacute;veis em 11 cidades fluminenses, entre elas a capital. Os valores dos im&oacute;veis variam entre R$ 85 mil e R$ 1,9 milh&atilde;o. A expectativa &eacute; receber 60 mil visitantes nos tr&ecirc;s dias do evento.</p> <p> <em>Edi&ccedil;&atilde;o: Gra&ccedil;a Adjuto</em></p> <p> <em>Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir as mat&eacute;rias &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong></em></p> Caixa Casa Própria Economia Feirão financiamento imóveis negociação negócios rio Fri, 17 May 2013 16:25:30 +0000 gracaadjuto 720953 at http://agenciabrasil.ebc.com.br Após dois meses em queda, confiança da indústria fica estável em maio http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-05-17/apos-dois-meses-em-queda-confianca-da-industria-fica-estavel-em-maio <p>Luciene Cruz<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> Bras&iacute;lia &ndash; Ap&oacute;s dois meses de queda, a confian&ccedil;a do empres&aacute;rio ficou est&aacute;vel em maio, aponta o &Iacute;ndice de Confian&ccedil;a do Empres&aacute;rio Industrial (Icei), medido pela Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI). O indicador, divulgado hoje (17) ficou em 55,5 pontos, ante 55,4 em abril.</p> <p> O Icei varia de 0 a 100 pontos. Valores acima de 50 representam otimismo no setor. Apesar da estabilidade em rela&ccedil;&atilde;o ao m&ecirc;s anterior, quando comparado ao mesmo per&iacute;odo do ano passado, o &iacute;ndice apresentou queda de 2,4 pontos.</p> <p> Em nota, o economista da CNI Marcelo de &Aacute;vila avalia que n&atilde;o houve melhora significativa no ambiente de neg&oacute;cios. &ldquo;Para que haja aumento da confian&ccedil;a, &eacute; preciso que haja mudan&ccedil;as de maior impacto na redu&ccedil;&atilde;o dos custos de produ&ccedil;&atilde;o&rdquo;, disse o especialista.</p> <p> O estudo destaca que, desde dezembro, o otimismo dos empres&aacute;rios da constru&ccedil;&atilde;o est&aacute; em queda. Em maio, caiu 0,4 ponto ante abril e registrou 55,4 pontos. Em contrapartida, as ind&uacute;strias extrativas e de transforma&ccedil;&atilde;o tiveram alta na confian&ccedil;a. Enquanto o &iacute;ndice da primeira cresceu 0,3 ponto, atingindo 56,4 pontos, o da segunda aumentou 0,7 ponto e registrou 54,9 pontos, em maio.</p> <p> O levantamento foi feito entre 2 e 14 de maio com 2.344 mil empresas, de pequeno, m&eacute;dio e grande porte.</p> <p> <em>Edi&ccedil;&atilde;o: Juliana Andrade</em></p> <p><em>Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir as mat&eacute;rias &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong></em></p> CNI Confederação Nacional da Indústria confiança da indústria Economia estabilidade Icei Índice de Confiança do Empresário Industrial indústria maio Fri, 17 May 2013 15:27:28 +0000 julianas 720948 at http://agenciabrasil.ebc.com.br Inflação semanal cai em cinco capitais http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-05-17/inflacao-semanal-cai-em-cinco-capitais <p>Vin&iacute;cius Lisboa<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> Rio de Janeiro - Cinco das sete capitais pesquisadas pela Funda&ccedil;&atilde;o Getulio Vargas (FGV) tiveram redu&ccedil;&atilde;o do &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os ao Consumidor Semanal (IPC-S) na segunda apura&ccedil;&atilde;o do m&ecirc;s. O &iacute;ndice nacional ficou em 0,38%, com queda de 0,07 ponto percentual em rela&ccedil;&atilde;o ao da semana anterior.</p> <p> A maior queda foi registrada em Salvador, onde a taxa passou de 0,44%, na semana encerrada em 7 de maio, para 0,05% na &uacute;ltima medi&ccedil;&atilde;o, de 15 de maio. Os itens transporte e habita&ccedil;&atilde;o se destacaram na capital baiana como press&otilde;es para a redu&ccedil;&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o.</p> <p> Em Belo Horizonte, houve queda de 0,70% para 0,54%, com a desacelera&ccedil;&atilde;o das varia&ccedil;&otilde;es de pre&ccedil;o no vestu&aacute;rio e em sa&uacute;de e cuidados pessoais. Tamb&eacute;m houve decr&eacute;scimo no Rio de Janeiro, de 0,51% para 0,39%, no Recife, de 0,55% para 0,47%, e em Porto Alegre, de 0,35% para 0,24%.</p> <p> Bras&iacute;lia foi na contram&atilde;o e apresentou alta da infla&ccedil;&atilde;o, de 0,44% para 0,64%, assim como S&atilde;o Paulo, onde a taxa subiu de 0,36% para 0,42%. Nas duas capitais, os componentes vestu&aacute;rio, habita&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de e cuidados pessoais, educa&ccedil;&atilde;o, leitura e recrea&ccedil;&atilde;o e transportes apresentaram aumento das varia&ccedil;&otilde;es de pre&ccedil;o.</p> <p> <em>Edi&ccedil;&atilde;o: Juliana Andrade</em></p> <p><em>Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir as mat&eacute;rias &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong></em></p> capitais Economia fgv Fundação Getulio Vargas Índice de Preços ao Consumidor Semanal inflação ipc-s Fri, 17 May 2013 14:48:48 +0000 julianas 720943 at http://agenciabrasil.ebc.com.br Agência Brasil errou - Abono salarial: 1,2 milhão de pessoas ainda não sacaram o benefício http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-05-17/agencia-brasil-errou-abono-salarial-12-milhao-de-pessoas-ainda-nao-sacaram-beneficio <p>Bras&iacute;lia - A mat&eacute;ria &quot;Quase 2 milh&otilde;es de pessoas ainda n&atilde;o sacaram abono salarial&quot; permaneceu com erro das 10h21 &agrave;s 11h02. Diferentemente do que o texto informava, o n&uacute;mero de pessoas que ainda n&atilde;o sacaram o benef&iacute;cio &eacute; 1,2 milh&atilde;o e n&atilde;o quase 2 milh&otilde;es. O t&iacute;tulo tamb&eacute;m precisou ser alterado.</p> <p>Leia <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-05-17/abono-salarial-12-milhao-de-pessoas-ainda-nao-sacaram-beneficio" target="_blank">aqui</a> o texto corrigido.</p> Agência Brasil errou Economia Fri, 17 May 2013 14:10:51 +0000 talita.cavalcante 720941 at http://agenciabrasil.ebc.com.br Abono salarial: 1,2 milhão de pessoas ainda não sacaram o benefício http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-05-17/abono-salarial-12-milhao-de-pessoas-ainda-nao-sacaram-beneficio <p><em><img alt="" src="http://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/_agenciabrasil/files/imagecache/300x225/gallery_assist/3/gallery_assist638200/prev/1138mc072.jpg" style="width: 300px; height: 225px; margin: 3px; float: right;" />Da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> Bras&iacute;lia - At&eacute; hoje (17), 1,2 milh&atilde;o de pessoas ainda n&atilde;o sacaram o abono salarial referente a 2012/2013 ao qual t&ecirc;m direito. A secretaria de Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas de Emprego do Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego informa que prazo para saque da quantia de um sal&aacute;rio m&iacute;nimo (R$ 678) termina no dia 28 de junho. De um total de 20,7 milh&otilde;es de trabalhadores aptos a receber o benef&iacute;cio, 19,5 milh&otilde;es j&aacute; fizeram o saque.</p> <p> O abono &eacute; um direito dos trabalhadores que recebem at&eacute; dois sal&aacute;rios m&iacute;nimos (cerca de R$ 1,3 mil). No ano passado, 20,7 milh&otilde;es de pessoas puderam receber a quantia. Estima-se que tenham sido gastos mais de R$ 11,5 milh&otilde;es com os pagamentos em 2012. Em rela&ccedil;&atilde;o ao abono deste ano, a Regi&atilde;o Nordeste foi a que teve o maior percentual de saques (96,2%) dos trabalhadores. No lado oposto, ficou a Regi&atilde;o Norte com 91,6% de retiradas.</p> <p> Os requisitos para ter direito ao abono s&atilde;o: ter rendimento mensal at&eacute; dois sal&aacute;rios m&iacute;nimos, ter informa&ccedil;&otilde;es cadastradas na Rela&ccedil;&atilde;o Anual de Informa&ccedil;&otilde;es Sociais (Rais), estar cadastrado no Programa de Integra&ccedil;&atilde;o Social (PIS) ou no Programa de Forma&ccedil;&atilde;o do Patrim&ocirc;nio do Servidor P&uacute;blico (Pasep) h&aacute; pelo menos cinco anos e ter carteira assinada ou ter sido nomeado para cargo p&uacute;blico durante pelo menos 30 dias no ano em quest&atilde;o.</p> <p> Para receber o abono, o trabalhador dever&aacute; ir &agrave;s ag&ecirc;ncias da Caixa Econ&ocirc;mica Federal (no caso do PIS) ou do Banco do Brasil (no caso do Pasep) com um documento de identifica&ccedil;&atilde;o com foto e o n&uacute;mero de cadastro no programa. Quem tem Cart&atilde;o Cidad&atilde;o e senha cadastrada tamb&eacute;m pode sacar o valor em caixas eletr&ocirc;nicos, lot&eacute;ricas ou postos do Caixa Aqui.</p> <p> <em>Edi&ccedil;&atilde;o: Talita Cavalcante//Mat&eacute;ria alterada &agrave;s 11h02 para corrigir o n&uacute;mero de pessoas que ainda n&atilde;o sacaram o benef&iacute;cio, que &eacute; 1,2 milh&atilde;o e n&atilde;o quase 2 milh&otilde;es como o texto informava. O t&iacute;tulo tamb&eacute;m precisou ser alterado.</em></p> <p><em>Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir as mat&eacute;rias &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong></em></p> 2 milhões abono salarial Agência Brasil Caixa Aqui Cartão Cidadão EBC Economia Ministério do Trabalho e Emprego Pasep Patrimônio do Servidor Público PIS Relação Anual de Informações Sociais (Rais) Fri, 17 May 2013 13:21:04 +0000 talita.cavalcante 720937 at http://agenciabrasil.ebc.com.br Ritmo de inflação em São Paulo tem queda na segunda prévia do mês http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-05-17/ritmo-de-inflacao-em-sao-paulo-tem-queda-na-segunda-previa-do-mes <p>Marli Moreira<br /> <em>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p> <p> S&atilde;o Paulo - O &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os ao Consumidor (IPC), medido pela Funda&ccedil;&atilde;o Instituto de Pesquisas Econ&ocirc;micas (Fipe), na cidade de S&atilde;o Paulo, ficou em 0,21%, na segunda pr&eacute;via de maio. A taxa &eacute; 0,10 ponto percentual menor do que a da apura&ccedil;&atilde;o passada (0,31%).</p> <p> As principais eleva&ccedil;&otilde;es ocorreram nos grupos sa&uacute;de (de 1,58% para 1,71%) e vestu&aacute;rio (de 0,30% para 0,62%).</p> <p> No grupo habita&ccedil;&atilde;o, o &iacute;ndice permaneceu em 0,14%. J&aacute; no grupo alimenta&ccedil;&atilde;o, os pre&ccedil;os ca&iacute;ram 0,14%. Em transporte, a taxa ficou em 0,24% ante 0,30%. Tamb&eacute;m houve decr&eacute;scimos em despesas pessoais (de 0,33% para 0,29%) e em educa&ccedil;&atilde;o (0,31% para 0,21%).</p> <p> <em>Edi&ccedil;&atilde;o: Juliana Andrade</em></p> <p><em>Todo o conte&uacute;do deste site est&aacute; publicado sob a Licen&ccedil;a Creative Commons Atribui&ccedil;&atilde;o 3.0 Brasil. Para reproduzir as mat&eacute;rias &eacute; necess&aacute;rio apenas dar cr&eacute;dito &agrave; <strong>Ag&ecirc;ncia Brasil</strong></em></p> Economia Fipe Índice de Preços ao Consumidor inflação IPC são paulo Fri, 17 May 2013 12:06:33 +0000 julianas 720932 at http://agenciabrasil.ebc.com.br