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Aldo ironiza pessimismo e diz que cobras não morderam ninguém em Manaus

  • 14/07/2014 15h20publicação
  • Rio de Janeirolocalização
Vinícius Lisboa, repórter da Agência Brasil

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O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, agradeceu hoje (14) à Fifa e ao povo brasileiro pela Copa do Mundo no Brasil e ironizou críticas e desconfianças que antecederam a competição.

Mencionando especificamente a cidade-sede de Manaus, com ironia, o ministro agradeceu aos jornalistas, "inclusive àqueles que desconfiavam" do êxito do evento, dizendo: "em Manaus, as cobras se recolheram durante a Copa e ninguém foi mordido. Nenhum cachorro louco atacou nenhum turista."

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, durante balanço da Copa do Mundo 2014 (Tomaz Silva/Agência Brasil)

O Brasil superou desafios e dificuldades na Copa, diz o ministro do Esporte      Tomaz Silva/Agência Brasil

Em entrevista coletiva no Maracanã, Aldo disse reconhecer o papel crítico da imprensa, mas lembrou o clima negativo em torno do Mundial. "Houve um estado de espírito de pessimismo, de descrença e de desconfiança. O país superou os desafios e dificuldade – e era possível perceber que isso aconteceria porque já tínhamos passado pela Copa das Confederações em situações adversas, com as grandes manifestações [do ano passado]."

O ministro pediu aos estrangeiros que voltem um dia e insistiu com os brasileiros, que tiveram dúvidas, que não percam o espírito crítico, mas tenham confiança na capacidade brasileira. "É uma coisa importante", disse ele.

Ao comentar o resultado da competição, Aldo disse que o "futebol não é o reino da Justiça". "Nossa seleção talvez fosse a que mais precisasse ganhar. A Argentina, a que mais quisesse. A Holanda, a que mais merecesse. Mas a Alemanha soube ganhar os jogos",afirmou o ministro. Para ele, o futebol brasileiro precisará repensar o que fazer para se preparar para a Copa de 2018.

O presidente do Comitê Organizador Local, Ricardo Trade, também destacou o fato de as previsões negativas não terem se confirmado e lemrou que muitas pessoas foram capacitadas para o evento. "A Copa vai para a Rússia, mas o legado fica aqui, para termos o compromisso de poder usar tudo isso para o futebol brasileiro."

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Edição: Nádia Franco