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Capacidade de comunicação de jovens é arma para combater Aedes, diz Simão no DF

  • 19/02/2016 12h10publicação
  • Brasílialocalização
Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil

Brasília - O Ministro do Planejamento, Valdir Simão, Visita o Instituto Federal de Educação Tecnológica de Samambaia, para falar sobre o combate ao mosquito aedes aegyptt (Elza Fiúza / Agência Brasil)

O Ministro do Planejamento, Valdir Simão, visita o Instituto Federal de Educação Tecnológica de Samambaia, para falar sobre o combate ao mosquito aedes aegyptiElza Fiúza / Agência Brasil

O ministro do Planejamento, Valdir Simão, chamou os alunos do Instituto Federal de Educação Tecnológica de Samambaia, no Distrito Federal, para se engajarem no combate ao mosquito Aedes aegypti. Hoje (19) ocorre o dia de mobilização nacional da Educação para o combate ao transmissor da dengue, da febre chikungunya e do vírus Zika.

No auditório do instituto, Simão falou para cerca de 250 alunos sobre ações preventivas, a importância de eliminar focos do mosquito e o poder de comunicação e alcance que os adolescentes têm para levar essas informações às seus grupos de amigos e familiares.

“É muito importante o engajamento dos estudantes, porque eles têm uma com seus amigos e colegas e também de convencimento com seus familiares sobre a importância de fazermos semanalmente uma verificação nas nossas casas, nossas escolas, nossos clubes, em todos os ambientes que frequentamos para verificar se há focos do Aedes aegypti”, disse.

A estudante Karine Soares, de 16 anos, disse que “acordou” com a palestra do ministro Simão. “Muitas vezes as pessoas veem na TV as notícias, mas nem sempre se atentam que pode acontecer [epidemia] aqui. Trazer isso mais próximo, falar da realidade para a gente foi bem importante. Agora foi um: 'Acorda, porque está bem próximo'. É importante controlar e tomar consciência de que não é para amanhã, é para hoje.”

Acompanhado de 14 homens das Forças Armadas, que estão ajudando nas ações de combate ao mosquito, o ministro do Planejamento andou pelo campus do instituto e verificou possíveis criadouros do vetor. “É necessária uma mobilização conjunta, e os alunos aqui estão dando o exemplo, limpando o campus. Nós encontramos várias questões que precisam ser melhoradas aqui, como reservatório de água e garrafas. Se cada um de nós fizer o nosso papel, nós vamos vencer, somente assim nos vamos conseguir enfrentar corretamente e diminuir ou quem sabe eliminar a população do mosquito.”

Edição: Talita Cavalcante