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Instalações militares são reformadas para receber delegações olímpicas

  • 15/03/2016 19h43publicação
  • Rio de Janeirolocalização
Vinicius Lisboa - Repórter da Agência Brasil

Brasília - Ministro da Defesa, Aldo Rebelo, detalha atuação das Forças Armadas nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Aldo Rebelo lembrou que as Forças Armadas participarão da Olimpíada com segurança, investimento em atletas e equipamentos esportivosArquivo/Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Os ministros da Defesa, Aldo Rebelo, e do Esporte, George Hilton, visitaram hoje (15), no Rio de Janeiro, instalações esportivas das Forças Armadas à disposição de delegações estrangeiras para treinos durante os Jogos Olímpicos.

Os ministros estiveram no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes, da Marinha, no Centro de Capacitação Física do Exército e na Universidade da Força Aérea, onde inauguraram um ginásio  e visitaram obras de uma piscina olímpica coberta.

O ministro Aldo Rebelo destacou que as Forças Armadas participam da Olimpíada de três formas: garantindo a segurança, investindo em atletas de alto rendimento e disponibilizando equipamentos esportivos.

Além das instalações visitadas, também poderão ser usadas por delegações olímpicas a Escola Naval,  o Clube de Aeronáutica,  o Centro de Instrução de Gericinó e o 31º Grupo de Artilharia de Campanha.

Manifestações

Aldo disse acreditar que a situação política do país não deve interferir nos Jogos. "Não creio que vá afetar, porque não é um evento da política do Brasil." Para o ministro, não se repetirá o cenário de manifestações observado durante a Copa das Confederações. "As manifestações, temos toda a vida para fazer. Somos um país democrático."

Sobre as manifestações de domingo, o ministro informou que "é cada vez mais residual o número de pessoas que pede intervenção militar no país". "Não há no país alguém com juízo que cogita pedir intervenção militar por causa da situação política do país. A não ser um ou outro desavisado, esse número é cada vez mais insignificante", concluiu Aldo Rebelo.

Edição: Armando Cardoso