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upp_policias_rocinha_foto_tania_rego_agencia_brasil.jpg upp_policias_rocinha_foto_tania_rego_agencia_brasil.jpg/Tânia Regô/Agência Brasil

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Nove mil policiais vão deixar UPPs e fortalecer batalhões, diz general

Publicado em 13/06/2018 - 18:39

Por Akemi Nitahara – Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro

Nove mil policiais deixarão as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) para fortalecer o contingente dos batalhões, de acordo com o subchefe do Gabinete da Intervenção Federal, general de brigada Paulo Roberto Pimentel, que participou hoje (14) de um seminário sobre a intervenção na Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ).

O valor de R$ 1,2 bilhão autorizado pelo governo federal já está disponível e o GIF está na fase de organizar as compras conforme a Lei das Licitações. Segundo Pimentel, as necessidades já foram identificadas e agora as aquisições serão priorizadas.

“Alguns itens mais simples já estão para chegar, como equipamento de proteção individual, colete balístico, capacete, que vão ajudar na diminuição da vitimização policial. Cada secretaria fez a suas requisições de acordo com as suas necessidades, munição variada, viaturas para patrulhamento, para condução de presos, Corpo de Bombeiros, talvez um helicóptero para a Polícia Civil.”

Ainda segundo o general, haverá abertura de novos concursos e convocação de pessoal da reserva para a área administrativa.

Desde a publicação da Garantia da Lei e da Ordem (GLO) em julho do ano passado, as Forças Armadas fizeram 70 operações no estado, sendo 51 depois da intervenção, em fevereiro. O trabalho de engenharia retirou até agora 142 obstáculos, liberou 130 vias e demoliu três posições de tiro. Foram apreendidos nas operações 137 fuzis pela Polícia Militar e 48 pela Civil.

De março a maio, a letalidade violenta caiu 16,54%. Por outro lado, o homicídio decorrente de oposição à intervenção policial cresceu 22,94%

As ações comunitárias com pessoal de saúde militar e parceria com órgãos públicos estaduais e municipais, instituições jurídicas e iniciativa privada fizeram 13 mil atendimentos na Vila Kennedy e 11 mil na Praça Seca.


 

Edição: Lílian Beraldo

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