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O prefeito Rio de Janeiro, Marcelo Crivella e o governador Wilson Witzel durante entrevista coletiva no Palácio Guanabara. Philippe Lima/Governo do Estado do Rio de Janeiro

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Rio vai ajudar hospitais municipalizados com R$ 6 milhões mensais

Verba estadual vai para hospitais Pedro II e Albert Schweitzer

Publicado em 26/06/2019 - 17:25

Por Vinícius Lisboa – Repórter da Agência Brasil Brasília

O governo do estado do Rio de Janeiro deve ajudar a prefeitura do Rio com o custeio mensal de hospitais estaduais que foram municipalizados no auge da crise financeira fluminense e permaneceram sob a administração municipal até hoje. Após um almoço com o prefeito Marcelo Crivella na sede do governo estadual, o governador, Wilson Witzel, disse que dará R$ 6 milhões por mês para ajudar nas despesas dos hospitais Pedro II e Albert Schweitzer.

Prefeitura e governo estadual discutiram ainda outras formas de cooperação que foram anunciadas pelos dois chefes do executivo em uma entrevista coletiva à imprensa. O governo do estado deve ajudar o município a conseguir um parceiro privado para o carnaval do Sambódromo e elaborar um modelo para que a Marquês de Sapucaí possa funcionar durante todo o ano.

"Há uma empresa que fez uma proposta para a Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba) e, possivelmente, vamos fazer uma parceria com governo do estado e município, e o carnaval será, então, privatizado, virá dos recursos privados, já que hoje vivemos uma crise muito grande", disse o prefeito Marcelo Crivella, que argumentou que o carnaval do sambódromo é uma festa privada, porque diferentemente do Réveillon, há venda de ingressos.

Assista na TV Brasil: Desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro vai ser privatizado

O governo do estado também deve ajudar a prefeitura com uma parceria público-privada para trocar 450 mil luminárias na cidade, além de projetos que preveem a instalação de 10 mil câmeras para apoiar a segurança pública. Por sua vez, o estado espera que a prefeitura modifique o gabarito do terreno do Batalhão da Polícia Militar do Leblon, que Witzel quer vender para arrecadar até R$ 500 milhões.

Edição: Denise Griesinger

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