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Línguas indígenas devem ter espaço em todos os níveis de ensino, diz professora

Publicado em 19/04/2017 - 12:22 e atualizado em 19/04/2017 - 12:22

Para a professora Ana Suelly Arruda Câmara Cabral, responsável pelo Laboratório de Línguas da UnB, uma língua morta é irrecuperável, mesmo quando há um trabalho de registro e documentação. Ela afirma, no entanto, que é possível criar uma língua a partir dos dados. “Mesmo que você tenha filmes, situações cotidianas de fala, que tenha muitos textos escritos, vocabulário, como é que vai ressuscitar uma língua? Você pode criar uma nova língua a partir desses dados se a comunidade assim desejar.”

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