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Aécio Neves propõe universalização de creches e da pré-escola

Publicado em 14/10/2014 - 19:04

Por Bruno Bocchini - Repórter da Agência Brasil São Paulo

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O candidato à Presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves, propôs hoje (14) universalizar as creches e a pré-escola para atendimento a todas as crianças dos país. De acordo com o candidato, as duas medidas servirão de base para a fundação de uma “nova escola brasileira”.

“Vamos garantir acesso universalizado às creches, em parcerias não só com o Poder Público, não só com municípios, estados, mas com todas as outras organizações da sociedade que possam ser nossas parceiras para rapidamente ampliarmos o número de vagas nas creches”, disse Aécio Neves, em entrevista coletiva na produtora em que grava propaganda eleitoral para a televisão, na zona sul da capital paulista. “A partir daí vamos universalizar a pré-escola, o acesso das crianças de 4 anos de idade à pré-escola, e vamos fundar a nova escola brasileira”, reforçou.

De acordo com ele, a “nova escola” será adequada fisicamente, bem equipada, com professores valorizados e capacitados e o ensino médio terá currículos flexíveis que tenham identidade com cada uma das regiões do país.

“Ao lado disso, vamos resgatar os 20 milhões de brasileiros que não completaram o ensino fundamental e o ensino médio. De todas as grandes prioridades que nós vamos ter, a educação será sempre a primeira delas, porque é com a educação que nós vamos transformar de verdade o Brasil de hoje no Brasil que nós queremos”, destacou.

Aécio disse também que, se eleito, garantirá um pré-natal adequado para todas as mulheres do país, com sete consultas médicas, independentemente da região.

O candidato voltou a agradecer o apoio recebido da ex-candidata pelo PSB à Presidência da República, Marina Silva, e da família do do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), que morreu em um acidente aéreo em agosto, quando também era candidato à Presidência.

“Eu sou um homem feliz por ter recebido o apoio da Marina como eu recebi, de forma espontânea, refletida. Sei que não deve ter sido uma decisão fácil para ela, já que ela representa um conjunto de pensamento na sociedade que não era o mais próximo a nós. Mas tomou uma decisão em favor do Brasil”, disse. “Cabe a mim agradecer o apoio da Marina, o apoio e a generosidade da minha amiga Renata Campos [viúva de Eduardo Campos], da forma como ela também se manifestou, dos partidos que se somaram a nós nessa última semana”, acrescentou.

Edição: Juliana Andrade

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