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Dilma dá aula sobre o Aedes e pede que estudantes ajudem a combater mosquito

  • 19/02/2016 15h45publicação
  • Brasílialocalização
Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil
Juazeiro - A presidenta Dilma Rousseff, durante aula para alunos do Colégio da Polícia Militar Alfredo Vianna por ocasião da Campanha Zika Zero nas Escolas ( Roberto Stuckert Filho/PR )

"O  mosquito  não  pode  ser  mais  forte  que um país inteiro", disse a presidenta Dilma Rousseff, ao pedir

a  estudantes  de  Juazeiro,  na  Bahia,  ajuda  para  combater  o Aedes aegypti    Roberto Stuckert Filho/PR 

A presidenta Dilma Rousseff deu aula hoje (19) sobre o mosquito Aedes aegypti para alunos do Colégio da Polícia Militar Alfredo Vianna, em Juazeiro, na Bahia, por ocasião da Campanha Zika Zero nas escolas. Ela pediu que os estudantes ajudem no combate ao mosquito, que é o transmissor da dengue, da febre chikungunya e do vírus Zika.

“Peço a vocês que falem com seus amigos, seus parentes, vizinhos, para que a gente possa combater esse mosquito. Vocês têm um papel muito importante na família de vocês, na comunidade. O mosquito não pode ser mais forte que um país inteiro”, afirmou a presidenta, que explicou o surgimento do vírus Zika e alguns dos sintomas da doença.

Dilma voltou a pedir que as famílias dediquem-se, uma vez por semana, durante 15 minutos, a buscar focos do inseto em suas casas. Ela explicou aos estudantes que dois terços dos criadouros do Aedes aegypti estão dentro das residências.

Segundo a presidenta, o governo está buscando outras maneiras de combate ao mosquito. Ela visitou a Biofábrica Moscamed Brasil - Projeto Aedes Transgênico, em Juazeiro. “A outra forma é produzir um mosquito que vai matar o mosquito da dengue. A Moscamed produz um mosquito estéril. Ele cruza com a mosquita e não produz filhos. Ou o mosquito que carrega uma doença que vai contaminar o mosquito Aedes”, disse Dilma.

Além de Dilma, pelo menos 25 ministros viajaram pelo país para visitar escolas e conscientizar e mobilizar os estudantes para o combate ao Aedes aegypti.

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Edição: Nádia Franco