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Guedes pede a presidentes de bancos que façam "a coisa funcionar"

Publicado em 07/01/2019 - 12:11

Por Carolina Gonçalves e Ana Cristina Campos - Repórteres da Agência Brasil Brasília

Ao empossar hoje (7), no Palácio do Planalto, os novos presidentes do Banco Brasil, Rubem Novaes, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, e da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a tarefa dos novos dirigentes será “fazer a coisa funcionar direito” e eliminar associações “perversas” como ocorreram nos últimos anos.

Segundo ele, essas associações corromperam a economia brasileira e paralisaram o mercado de crédito.

Os presidentes do Banco do Brasil, Rubem Novaes, da Caixa, Pedro Guimarães, e o ministro da Economia Paulo Guedes, durante cerimônia de posse aos presidentes dos bancos públicos.
Paulo Guedes: "A Caixa foi vítima de saques e assaltos de recursos públicos"   - Marcelo Camargo/Agência Brasil

"A Caixa foi vítima de saques e assaltos de recursos públicos", afirmou o ministro. "Falamos do que já aconteceu com o Banco do Brasil que recebeu aumento de capital e mantém mercado de crédito segmentado", acrescentou.

Durante a cerimônia, no Palácio do Planalto, Guedes afirmou que a posse dos novos presidentes dos bancos estatais marca um novo olhar sobre as atividades destas instituições. “As instituições financeiras são como lubrificantes para o crescimento econômico que depende de crédito”, alertou.

Crescimento econômico depende de crédito

Paulo Guedes reforçou a mensagem do presidente Jair Bolsonaro no início da manhã de hoje (7), quando, por sua conta pessoal no Twitter, o presidente comemorou a abertura do que classifica como “caixa-preta” das instituições, como o BNDES. Segundo Guedes,  operações danosas feitas no passado por meio desses bancos trouxeram fortes prejuízos para a população.

“Você não pode usar a desculpa que há transações para concentrar o poder. Você desvirtua o funcionamento dessas instituições”, afirmou, ao criticar o uso de regras de crédito para o que chamou de “falcatruas para ajudar amigos que chegam mais perto do poder econômico em Brasília”.

Edição: Kleber Sampaio

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