Febraban elogia escolha de nova equipe econômica

Publicado em 27/11/2014 - 16:56 Por Bruno Bocchini - Repórter da Agência Brasil - São Paulo

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) elogiou a escolha da nova equipe econômica do governo federal. O presidente executivo da instituição, Murilo Portugal, classificou de “excelente” a escolha dos nomes para chefiar a economia do país.

“A presidenta Dilma [Rousseff] fez excelentes escolhas ao nomear Joaquim Levy para ministro da Fazenda, confirmar Alexandre Tombini como presidente do Banco Central [BC] e indicar Nelson Barbosa para o Ministério do Planejamento. Os três têm larga experiência na formulação e implementação de políticas macroeconômicas, sempre colocando o interesse público em primeiro lugar”, disse Portugal, em nota.

“Estamos mais otimistas com o próximo ano, esperando que essas indicações contribuam para a retomada da confiança, o que, como os mercados indicam, já começou a ocorrer”, acrescentou.

O presidente executivo da Febraban ressaltou que Levy executou, “com firmeza”, as políticas de ampliação do superávit primário e de redução da dívida pública no [início do] governo Lula. “Levy tem experiência e credibilidade internacional, adquiridas no exercício de funções em importantes organizações multilaterais como o FMI [Fundo Monetário Internacional], o Banco Central Europeu e o BID [Banco Interamericano de Desenvolvimeto], além de sólida formação acadêmica,”

Murilo Portugal destacou também que a manutenção de Alexandre Tombini no comando da autoridade monetária é positiva e essencial para o sistema financeiro. “Renova a expectativa do combate firme à inflação e a confiança na continuidade do excelente trabalho de regulação e supervisão prudencial exercido pelo BC, o qual tem sido essencial para a estabilidade e solidez do sistema financeiro”.

O presidente da Febraban elogiou ainda Nelson Barbosa. Segundo ele, Barbosa dará contribuição para uma atuação coesa e harmônica da nova equipe econômica. “Nelson Barbosa acumulou experiência em importantes cargos, como secretário de Acompanhamento Econômico, secretário de Política Econômica e  secretário executivo do Ministério da Fazenda”, destacou.

 

Edição: Stênio Ribeiro

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