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Brasil e outros países condenam ataques dos EUA e Israel contra o Irã

Brasil lamentou a perda de vidas e prestou solidariedade às famílias
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Renato Ribeiro - Repórter da Rádio Nacional
02/03/2026 - 09:23
Brasília
Interception attempts are made by Israel as missiles are launched from Iran, following Israeli and U.S. strikes on Iran, in Jerusalem March 1, 2026. REUTERS/Ammar Awad
© REUTERS/Ammar Awad - Proibido reprodução

O Brasil condenou os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã e manifestou profunda preocupação com a escalada de hostilidades na região do Golfo.

O Itamaraty fez um apelo pela interrupção das ações militares e condenou atos retaliatórios e ataques contra áreas civis.

O Brasil lamentou a perda de vidas e prestou solidariedade às famílias das vítimas, bem como aos países alvos de ataques do Irã.

O Papa Leão XIV pediu paz, o retorno da diplomacia e a suspensão da espiral de violência antes que ela se torne um abismo irreparável.

A China exigiu o fim das ações militares e defendeu o respeito à soberania e à integridade do Irã.

Para o presidente da Rússia, Vladimir Putin, os ataques representam uma violação cínica de todas as normas da moral humana e do direito internacional.

O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou que o início da guerra traz graves consequências para a paz e a segurança internacionais.

Já Arábia Saudita e Catar, alvos de ataques do Irã, classificaram as ações como uma violação à soberania e afirmaram que podem adotar medidas de resposta em defesa da segurança.

Para a União Africana, a intensificação do conflito pode afetar os mercados de energia, a segurança alimentar e a estabilidade econômica.

Os ataques receberam elogios do presidente argentino, Javier Milei, que descreveu o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, como uma das pessoas mais malignas, violentas e cruéis que a história já viu.