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Economía

Brasil e Google fecham parceria para verificar anúncios financeiros

Empresas que quiserem anunciar terão que provar existência de fato
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Tatiana Alves - Repórter da Rádio Nacional
19/07/2026 - 16:27
Rio de Janeiro
10/07/2026 - Brasília - dinheiro, moeda, real, reais, cédula, cédulas, nota, notas, moeda brasileira, dinheiro brasileiro, inflação, inflação alta, deflação, economia, economia brasileira, mercado, mercado financeiro, finanças, finanças pessoais, orçamento, orçamento doméstico, renda, renda familiar, salário, salário mínimo, remuneração, vencimento, pagamento, poder de compra, custo de vida, custo dos alimentos, aumento de preços, alta dos preços, carestia, desvalorização, valorização, perda do poder de compra, crise econômica, recessão, crescimento econômico, consumo, consumidor, compras, supermercado, cesta básica, despesas, gastos, contas, contas a pagar, boletos, dívida, dívidas, endividamento, inadimplência, poupança, economia doméstica, investimento, investimentos, aplicações financeiras, juros, taxa de juros, taxa Selic, Banco Central, crédito, empréstimo, financiamento, cartão de crédito, débito, PIX, transferência bancária, banco, instituição financeira, orçamento familiar, planejamento financeiro, reserva de emergência, patrimônio, riqueza, patrimônio líquido, capital, capital financeiro, lucro, prejuízo, receita, despesa, balanço financeiro, impostos, tributos, tributação, imposto de renda, arrecadação, arrecadação fiscal, carga tributária, imposto, taxa, tarifas, câmbio, dólar, euro, cotação, câmbio flutuante, desvalorização cambial, valorização cambial, moeda estrangeira, inflação acumulada, índice de preços, IPCA, INPC, IGP-M, poder aquisitivo, renda per capita, desenvolvimento econômico, estabilidade econômica, política monetária, política fiscal, oferta, demanda, produtividade, consumo consciente, educação financeira, planejamento financeiro, equilíbrio financeiro, independência financeira, riqueza, prosperidade, orçamento público, gastos públicos, contas públicas, déficit, superávit, tesouro nacional, moeda forte, moeda fraca, liquidez, circulação de dinheiro, s
© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Quem costuma buscar investimentos ou serviços financeiros pela internet pode ganhar uma proteção extra contra golpes. O governo federal e o Google Brasil fecharam uma parceria para criar um sistema de verificação de anunciantes do setor financeiro.

A ideia é dificultar a ação de criminosos que usam anúncios pagos para divulgar investimentos falsos, empréstimos fraudulentos, corretoras inexistentes e outros tipos de golpes que circulam na internet.

Pelas novas regras, empresas que quiserem anunciar produtos financeiros no Google terão que provar que existem de fato, apresentar documentos, confirmar a identidade dos responsáveis e mostrar autorização dos órgãos reguladores para atuar no mercado. A medida segue o decreto que regulamenta o Marco Civil da Internet e reforça a obrigação das plataformas digitais de agir para evitar a divulgação de conteúdos e anúncios fraudulentos.

Na prática, o Google vai conferir informações de bancos, corretoras, seguradoras e financeiras antes de liberar a publicação dos anúncios. A empresa também vai verificar se o anunciante possui autorização de órgãos como o Banco Central, a Comissão de Valores Mobiliários, e a Superintendência de Seguros Privados.

Depois dessa checagem, a empresa pode receber o selo de "anunciante financeiro verificado". Sem essa aprovação, o anúncio poderá não ser divulgado. E, se forem encontradas informações falsas ou suspeitas de fraude, o selo poderá ser cancelado.

O acordo também prevê a criação de um cadastro oficial com informações de instituições autorizadas. A expectativa é dificultar a ação de golpistas que tentam se passar por bancos ou corretoras para enganar consumidores.

Outro ponto importante é a proteção dos dados pessoais. O documento determina que todas as etapas sigam as regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) com medidas de segurança para evitar vazamentos e uso indevido das informações.