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Servidores da cidade do Rio vão a Petrópolis reforçar greve no Museu Imperial

Isabela Vieira-Repórter da Agência Brasil
Publicado em 27/05/2014 - 10:44
 - Atualizado em 27/05/2014 - 15:24
Rio de Janeiro

Um ônibus com servidores em greve da área de cultura partiu no início da manhã de hoje (27) da cidade do Rio de Janeiro em direção a Petrópolis, na região serrana. Eles vão reforçar a greve no Museu Imperial, um dos mais visitados do país, por reunir acervo da família real.

Na cidade serrana, os servidores querem se encontrar com a associação comercial e tratar do impacto da greve na economia da cidade. O Museu Imperial é um dos principais atrativos de Petrópolis. “Queremos conversar com os comerciantes, explicar as razões da greve, esclarecer que o governo não cumpriu três acordos com a categoria e convidá-los a se somar à luta da cultura”, explicou o diretor do Sindicatos do Trabalhadores do Serviço Público Federal no Rio de Janeiro (Sintrasef), André Angulo, que representa os servidores da cultura em greve.

Treze dos 30 museus administrados pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), do Ministério da Cultura, tiveram atividades alteradas ou paralisadas por causa da greve da categoria. No estado do Rio, das 18 unidades da cultura, apenas o Paço Imperial permanece funcionando.

A categoria vai se reunir nesta quinta-feira (29) com a ministra da Cultura, Marta Suplicy, em Brasília, para tratar das reivindicações. Entre os pontos, a revisão da tabela salarial, gratificação de qualificação, a racionalização de cargos, um plano de carreiras, além de mais participação dos servidores na gestão do Ministério da Cultura e na elaboração de políticas públicas.

 

*Matéria atualizada às 15h24 para o acréscimo de informações sobre as reinvindicações dos trabalhadores em greve