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Internacional

China quer se juntar à Rússia para aliviar as tensões no Oriente Médio

Chanceler chinês conversou com seu homólogo russo sobre reunião da ONU
Shi Bu e Ryan Woo
Publicado em 05/04/2026 - 15:43
Pequim
JLX02. NUEVA YORK (ESTADOS UNIDOS), 28/09/2018.- El ministro de Asuntos Exteriores chino, Wang Yi, pronuncia su discurso durante el 73 periodo de sesiones de la Asamblea General de Naciones Unidas (ONU), en la sede de la ONU en Nueva York, Estados Unidos, el 28 de septiembre del 2018. EFE/ Justin Lane
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A China está disposta a continuar a cooperar com a Rússia no Conselho de Segurança da ONU e a fazer esforços para acalmar a situação no Oriente Médio, disse o ministro das Relações Exteriores, Wang Yi, ao seu colega russo, Sergei Lavrov, em uma ligação telefônica neste domingo.

Wang disse que a maneira fundamental de resolver as questões de navegação no Estreito de Ormuz é alcançar um cessar-fogo o mais rápido possível, acrescentando que a China sempre defendeu a solução política das questões de conflito por meio de diálogo e negociação.

A ligação dos ministros das Relações Exteriores veio antes da votação do Conselho de Segurança da ONU na próxima semana sobre uma resolução do Barein para proteger a navegação comercial dentro e ao redor do Estreito de Ormuz.

Como membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, a China e a Rússia devem "adotar uma abordagem objetiva e equilibrada e procurar obter maior compreensão e apoio da comunidade internacional", disse Wang a Lavrov, de acordo com uma declaração de seu ministério.

Uma declaração do Ministério das Relações Exteriores da Rússia disse que os ministros discutiram maneiras de alcançar um cessar-fogo rápido e "lançar um diálogo político-diplomático".

"Foi manifestada satisfação com a coincidência nas abordagens da Rússia e da China na maioria das questões da agenda global, incluindo a situação em torno do Irã, relacionada à agressão não provocada dos EUA e de Israel contra esse país", disse.

A China tem apelado repetidamente por um cessar-fogo na região do Golfo Pérsico e no Oriente Médio, pedindo o fim dos combates que já duram mais de um mês e que fecharam em grande parte o Estreito de Ormuz, uma artéria crítica de transporte de petróleo e gás.

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