Festival no Rio reúne, até domingo (17), 150 filmes sobre gênero e sexualidade.

Esta é a sexta edição do evento que até o ano passado se chamava Rio Festival Gay de Cinema. Neste ano, a palavra gay foi substituída por gênero e sexualidade.
O curador e diretor da mostra, Alexander Mello, diz que a mudança foi feita para ampliar o debate.
Os documentários de longa e de curta-metragem dominam a programação, a exemplo de edições anteriores.
Um dos destaques é o documentário Amores Santos, que estreou na abertura do festival e será reexibido nesta quarta-feira (13) no Cine Odeon. A obra registra durante 6 meses de um ator tendo relações sexuais por webcam com líderes religiosos.
Para o curador Alexander Mello, a obra está conectada com os crimes de ódio contra homossexuais.
A programação completa do Rio festival de gênero e sexualidade no cinema está no site riofgc.com.