Afinidades eletivas é o título da exposição. Nome que denuncia a intenção da mostra. No lugar de um tema específico, a ideia dessa vez é que o observador eleja o tema na interação com a obra de cada artista.

Afinidade que se escolhe em meio a uma infinidade de obras. O curador dessa bienal é o galego Gabriel Pérez-Barreiro, que selecionou 12 projetos individuais para a exibição. Mas esse é só o começo.
Pérez-Barreiro também escolheu outros sete curadores artistas de diferentes países para que cada um organizasse uma especie de própria Bienal dentro da Bienal. Eles tiveram liberdade de escolha de outros artistas e obras e uma única exigência: a inclusão de seus próprios trabalhos na exposição.
O resultado é uma das maiores exposições entre todas as edições da Bienal de Arte. São 103 artistas e mais de 600 obras.
Essa é a trigésima terceira edição da Bienal de arte que é a maior da América latina e que faz parte do calendário da capital paulista desde 1950. A Bienal de Arte de São Paulo fica em exibição até o dia 9 de dezembro.
Quem está fora de São Paulo e quiser entrar no clima, pode visitar as mais de 300 fotos das 32 bienais que antecedem essa edição no site bienal.org.br/exposicoes
A promessa é de que até o final do ano as imagens de afinidades eletivas também estejam disponíveis no site.