"Ingresso do Brasil na OCDE trará investimentos", afirma Bolsonaro

Publicado em 19/10/2020 - 16:13 Por Anna Luisa Praser - Brasília

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira (19) que conta com o apoio dos Estados Unidos para que o Brasil ingresse como país-membro da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), formada atualmente por 36 nações.

No discurso feito por videoconferência durante reunião virtual do Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos, Bolsonaro destacou que o Brasil tem se esforçado muito para avançar da posição de parceiro estratégico - que ocupa atualmente na OCDE - para membro oficial da organização.

No evento, a fala do presidente foi dedicada principalmente a ressaltar a importância das parcerias e dos acordos bilaterais entre Brasil e Estados Unidos, e dos investimentos norte-americanos no país. O Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos é uma das articulações do setor privado com os governos dos dois países.

Além de Jair Bolsonaro, participaram do evento os ministros da Economia, Paulo Guedes, e de Relações Exteriores, Ernesto Araújo. Pelos Estados Unidos, participou o secretário de Estado, Mike Pompeo.

Os Estados Unidos são o segundo maior parceiro comercial do Brasil, ficando atrás apenas da China. O país norte-americano é, inclusive, o principal destino das exportações industriais brasileiras.

Em março deste ano, as duas nações celebraram o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas Brasil-Estados Unidos, para proteger tecnologias sensíveis usadas em objetos ou lançamentos espaciais, e para evitar o uso indevido, ilegal ou não autorizado dessas tecnologias.

Ainda no sentido de ampliar os acordos comerciais com o exterior, o presidente Jair Bolsonaro participou também nesta segunda-feira da abertura do Fórum Econômico Brasil e Países Árabes. Ele destacou a importância dos acordos já celebrados, e disse querer avançar ainda mais no potencial que as duas nações têm para estabelecer parcerias.

De acordo com o presidente, mesmo com a pandemia, as exportações para os países arábicos sofreu pouco impacto. O destaque nos negócios entre o Brasil e os países árabes é para os produtos do agronegócio.

 

 

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