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Economia

Número de famílias endividadas no Brasil se mantém estável, aponta CNC

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Solimar Luz - Repórter da Rádio Nacional
14/07/2026 - 12:29
Rio de Janeiro
10/07/2026 - Brasília - dinheiro, moeda, real, reais, cédula, cédulas, nota, notas, moeda brasileira, dinheiro brasileiro, inflação, inflação alta, deflação, economia, economia brasileira, mercado, mercado financeiro, finanças, finanças pessoais, orçamento, orçamento doméstico, renda, renda familiar, salário, salário mínimo, remuneração, vencimento, pagamento, poder de compra, custo de vida, custo dos alimentos, aumento de preços, alta dos preços, carestia, desvalorização, valorização, perda do poder de compra, crise econômica, recessão, crescimento econômico, consumo, consumidor, compras, supermercado, cesta básica, despesas, gastos, contas, contas a pagar, boletos, dívida, dívidas, endividamento, inadimplência, poupança, economia doméstica, investimento, investimentos, aplicações financeiras, juros, taxa de juros, taxa Selic, Banco Central, crédito, empréstimo, financiamento, cartão de crédito, débito, PIX, transferência bancária, banco, instituição financeira, orçamento familiar, planejamento financeiro, reserva de emergência, patrimônio, riqueza, patrimônio líquido, capital, capital financeiro, lucro, prejuízo, receita, despesa, balanço financeiro, impostos, tributos, tributação, imposto de renda, arrecadação, arrecadação fiscal, carga tributária, imposto, taxa, tarifas, câmbio, dólar, euro, cotação, câmbio flutuante, desvalorização cambial, valorização cambial, moeda estrangeira, inflação acumulada, índice de preços, IPCA, INPC, IGP-M, poder aquisitivo, renda per capita, desenvolvimento econômico, estabilidade econômica, política monetária, política fiscal, oferta, demanda, produtividade, consumo consciente, educação financeira, planejamento financeiro, equilíbrio financeiro, independência financeira, riqueza, prosperidade, orçamento público, gastos públicos, contas públicas, déficit, superávit, tesouro nacional, moeda forte, moeda fraca, liquidez, circulação de dinheiro, s
© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O percentual de famílias endividadas no Brasil atingiu o patamar de estabilidade em junho, de acordo com a pesquisa de endividamento e inadimplência do consumidor.  O resultado interrompe uma sequência de cinco meses de alta do indicador.

O levantamento, realizado mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, mostra que em junho, 81,6% desses grupos possuíam alguma dívida. A taxa de inadimplência também ficou estável na comparação com maio, mantendo-se em 29,9%.

A pesquisa aponta ainda que o cenário atual reflete uma composição mais favorável do endividamento, sustentada por um menor comprometimento da renda e pela ampliação de prazos.

O percentual de famílias que se declararam pouco endividadas subiu para 34,2% em junho, frente aos 33,3% apurados em maio.

Em nota, a CNC declarou que os resultados menos adversos coincidem com os primeiros 60 dias de validade do Desenrola 2.0, programa voltado à renegociação de débitos da população inadimplente.

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