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No Dia da Amazônia entidades e moradores cobram políticas públicas para região

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Maíra Heinen
05/09/2014 - 16:35
Brasília

No dia 5 de setembro, mais que comemorar o Dia da Amazônia, cidadãos e organizações não governamentais querem que a região seja lembrada no momento da elaboração de políticas públicas.

 

Em período de eleições, as entidades cobram maior comprometimento dos candidatos à presidência da república para solucionar problemas antigos como desmatamento, garimpo ilegal, queimadas e obras de grande impacto.

 

Morador de um assentamento em Porto Velho, em Rondônia, José Nilson sintetiza as adversidades que a Amazônia enfrenta.

 

O assentado ressaltou que seria importante a visita de quem não mora na Amazônia para entender o que ele chama de situação de abandono.

 

O coordenador da campanha de eleições do Greenpeace, Márcio Astrini, concorda com José Nilson. Ele afirma que a região ainda é pouco aproveitada diante de tantas riquezas que oferece. A organização, que atua há mais de 15 anos na região, já apresentou várias sugestões de atuação na Amazônia para os candidatos.

 

Para o ativista, os governantes precisam encarar a região como um bem, uma riqueza que deve ser cuidada.

 

No ISA, Instituto Socioambiental, a preocupação é com o desmatamento. Adriana Ramos, coordenadora de política e direito da entidade, explica que apesar dos esforços para diminuir os índices, essa ainda é uma grave ameaça.

 

Para celebrar o 5 de setembro, a conscientização da sociedade seria o presente que a professora de história, da cidade de Aliança do Tocantins, Wesliane Gonçalvez daria para a Amazônia.

 

Para tentar pautar o tema nas campanhas eleitorais, uma agenda sustentável foi lançada por uma série de entidades.  O documento com as propostas já foi entregue aos candidatos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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