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TJ do Rio estimula amparo a crianças com menos chances de adoção

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Joana Moscatelli
25/11/2015 - 20:58
Rio de Janeiro

O Programa de Apadrinhamento do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro foi lançado nesta quarta-feira (25) com o objetivo de oferecer afeto e amparo educacional e profissional a crianças e adolescentes abrigados. O projeto vai envolver jovens a partir dos 8 anos de idade sem perspectiva de adoção ou reintegração à família original. A iniciativa teve início no final de 2013 nos bairros da Zona Oeste do Rio de Janeiro por meio do projeto criado pelo juiz Sérgio Luiz Ribeiro de Souza, da 4° Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da Capital.

 

De acordo com a juíza Raquel Crispino, coordenadora da Articulação das Varas da Infância e Adolescência do TJ, o estado possui dois mil jovens em abrigos.

 

O apadrinhamento pode ser de três tipos: afetivo, colaborador ou provedor. Na modalidade afetiva, podem ser feitas visitas e passeios para estimular vínculos com a criança. Já quem deseja colaborar pode prestar algum serviço para a unidade ou para os jovens. E no caso do apadrinhamento provedor, a pessoa pode oferecer suporte material ou financeiro diretamente aos jovens ou às instituições de acolhimento. Mais informações sobre o projeto no Portal da Infância e Adolescência do Poder Judiciário na internet.

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