A Defesa Civil do Amazonas deu parecer favorável aos decretos de emergência de mais oito municípios, das calhas do Solimões e médio Amazonas, subindo para 21 o número de cidades em situação de emergência, por causa da cheia.

Para atender aos afetados, a segunda fase de uma megaoperação de ajuda humanitária está sendo articulada.
De acordo com o secretário da Defesa Civil Amazonas, coronel Fernando Pires Junior, já são cerca de 402 mil famílias afetadas pela enchente. A segunda fase da operação de atendimento às vítimas vai disponibilizar 900 toneladas de itens para ajuda humanitária.
“A primeira fase nós colocamos, juntamente com o governo federal, 500 toneladas de ajuda humanitária na calha do Juruá. Agora, o governo do estado e o governo federal colocam 900 toneladas na calha do Solimões para que possamos atender as famílias que estão sendo afetadas pela enchente, que assola o nosso estado do Amazonas”, disse o coronel.
Os novos municípios em emergência são Amaturá, Anamã, Anori, Coari, Iranduba, Manacapuru e Caapiranga, na calha do Solimões e Itacoatiara, no médio Amazonas.
O Amazonas tem, ainda, 23 municípios em alerta e três em estado de atenção, por causa da cheia. Dois municípios estão em emergência sob risco de deslizamento de terras.