No Maranhão, a Justiça condenou o ex-prefeito de Presidente Juscelino, Dácio Rocha Pereira por improbidade administrativa.

A ação do Ministério Público Federal aponta que o ex-prefeito não teria prestado contas, em prazo legal, de recurso do Fundo Nacional de Educação, referente ao Programa Dinheiro Direto na Escola, em 2010.
De acordo com o Ministério Público, Dácio Rocha enviou a prestação de contas em abril de 2015. Mais de quatro anos após a data final para apresentação dos documentos e depois do ajuizamento da ação de improbidade administrativa.
O atraso, por si, já foi usado como justificativa para a acusação. A Justiça suspendeu, pelo prazo de três anos, os direitos políticos do ex-prefeito de Presidente Juscelino, que também foi proibido de contratar com o poder público, receber benefícios fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário.
Além disso, foi determinado a Dacio Rocha pagamento de multa civil correspondente ao valor de três vezes da sua última remuneração.
O advogado de defesa do ex-prefeito, Antônio Gonçalves Marques, afirma que já entrou com o recurso contra a condenação e que seu cliente nega as acusações. Dacio Rocha foi prefeito de Presidente Juscelino