O julgamento da arquiteta Adriana Villela, previsto para terminar na semana passada, só deve ser concluído nesta semana. A expectativa é de que os sete jurados que compõem o júri anunciem o veredito a partir desta terça-feira.

Adriana é acusada de ser a mandante de um crime de triplo homicídio. No dia 28 de agosto de 2009, o ministro aposentado do Tribunal Superior Eleitoral José Guilherme Villela e a esposa dele, a advogada Maria Villela, pai e mãe de Adriana, foram mortos junto com a empregada Francisca Nascimento Silva.
Conhecido como “O Crime da 113 Sul”, os assassinatos ocorreram dentro do apartamento do casal, na Asa Sul, bairro nobre de Brasília.
O julgamento, conduzido pelo juiz titular da Vara do Tribunal do Júri da capital, Paulo Rogério Giordano, começou na segunda-feira passada, se estendeu ao longo do fim de semana e já é considerado o mais longo feito pela Justiça do Distrito Federal.
O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, que representa Adriana Villela, afirma que materiais apresentados pela defesa comprovam que a ré não estava em Brasília durante a execução do crime.