Calendário que prevê volta de academias, salões de beleza, restaurantes e escolas no DF é suspenso

Decisão judicial

Publicado em 09/07/2020 - 15:28 Por Dayana Vítor - Brasília

Por enquanto, o calendário de reabertura das atividades econômicas aqui no Distrito Federal, incluindo academias, salões de beleza, bares, restaurantes e escolas, está suspenso. Isso porque o juiz da 2ª Vara de Fazenda Pública, Daniel Eduardo Branco aceitou pedido de ação popular contra a reabertura desses segmentos.

 

Mas, com o argumento de que a decisão viola prerrogativa exclusiva do Executivo, a Procuradoria Geral do DF solicitou a suspensão da liminar para que cronograma siga.

 

Diante desse novo quadro, em menos de 24 horas, o governador Ibaneis Rocha publicou dois decretos sobre o assunto: o primeiro, na noite dessa quarta-feira (8), revogou o calendário de reabertura em cumprimento da decisão judicial. E na manhã desta quinta-feira (9), um novo decreto detalha quais serviços podem continuar abertos. Entre eles: shoppings, feiras, clubes e óticas e outros.

 

Academias e salões de beleza, no entanto, que tinham reaberto na última terça-feira, precisam permanecer fechados até nova decisão da Justiça. A presidente do Sindicato das Academias do DF, Thais Yeleni, declara que o setor está pronto para reabrir.

 

Bares e restaurantes, que estavam com reabertura prevista para a próxima semana, vão continuar fechados. O presidente do Sindicato dos Hotéis, Bares, Restaurantes, Jael Antônio da Silva, afirma que se a situação continuar, o setor vai amargar mais prejuízos.

 

Ao mesmo tempo que o governo recorreu para abrir todas as atividades econômicas, decretou fechamento dos serviços não essenciais em três cidades: Ceilândia, Sol Nascente e Por do Sol. Isso porque essas localidades são as campeãs em casos e mortes pela Covid-19 aqui no DF com mais de 8,6 mil contaminados e 165 óbitos.

 

De acordo com a Sala de Situação do Governo, atualmente, mais de 72% dos leitos reservados para pacientes com a Covid 19 na rede pública do DF estão ocupados. Na rede particular, esse número já passa de 94%.

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