A Fundação Oswaldo Cruz vai destinar um milhão de reais para organizações sociais que atuam em comunidades do Rio de Janeiro, com ações de vigilância em saúde. A Fiocruz espera com o suporte financeiro reduzir os efeitos da pandemia de covid nestes territórios.

Atualmente, a Fundação apoia 41 projetos da sociedade civil em áreas periféricas do estado, que tradicionalmente enfrentam situação de vulnerabilidade.
Com o novo aporte financeiro, vindo do Fundo Especial da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, 17 novas organizações serão beneficiadas. A previsão é apoiar 58 projetos, elevando a mais de cinco milhões e meio de reais o aporte às comunidades no enfrentamento a grave crise sanitária gerada pelo coronavírus.
Em nota, o coordenador-executivo do Plano Fiocruz Enfrentamento à Covid-19 nas Favelas, Richarlls Martins, avalia que o incentivo da Fundação e de demais instituições alinha-se diretamente com os princípios do SUS.
Segundo ele, a destinação de mais um milhão de reais possibilitará ampliar as estratégias de participação social na prevenção e enfrentamento dos impactos da doença nas favelas.
O Plano de Ação contra a covid-19 nas favelas envolve, além da Fiocruz, universidades, sindicatos de profissionais das áreas de saúde e assistência social, assim como organizações não governamentais que atuam nas comunidades fluminenses.