Dia do Repórter Fotográfico celebra o papel das imagens no jornalismo
Neste 2 de setembro, Dia do Repórter Fotográfico, destacam-se os profissionais que registram acontecimentos e ajudam a contar histórias da sociedade por meio das imagens.

No jornalismo, a fotografia, além de complementar o texto, também informa, contextualiza e provoca reflexões.
O repórter fotográfico Marcelo Seabra fala sobre a sua experiência e as principais coberturas que participou:
"O repórter fotográfico com a fotografia, ele precisa transmitir informação, emoção, contar a história. Uma boa fotografia deve fazer o público sentir, refletir aquilo que está vendo", diz.
A rotina do repórter fotográfico exige atenção, agilidade e capacidade de tomar decisões em poucos segundos.
Durante uma cobertura, o profissional precisa identificar o momento mais relevante, escolher o enquadramento e compreender o contexto do acontecimento.
Marcelo Seabra também destaca as mudanças provocadas pelas novas tecnologias no trabalho dos repórteres fotográficos e a rotina de quem está todo dia nas ruas.
"Hoje em dia tem muita gente com o celular na mão. Na verdade, todo mundo tem hoje um celular na mão, né? Só que o repórter fotográfico, ele tem que entrar com a experiência, que ele vai dar o diferencial, produzir a fotografia que realmente conta a história."
Com câmeras digitais, smartphones e redes sociais, a produção e a circulação das imagens se tornaram cada vez mais rápidas.
Ao mesmo tempo, o avanço da inteligência artificial ampliou a preocupação com a manipulação e a autenticidade dos registros.
A ética e a responsabilidade profissional continuam fundamentais, especialmente em coberturas que envolvem sofrimento e situações de vulnerabilidade.
Mesmo diante das transformações tecnológicas, a fotografia mantém um papel essencial no jornalismo, que é documentar acontecimentos e preservar momentos importantes da história.