Só por volta das nove da noite dessa quarta-feira, os deputados começaram a deixar o parlamento britânico. Eles foram mantidos dentro do prédio como medida de segurança depois do ataque no coração de Londres, capital da Grã-Bretanha, durante a tarde.

Um homem passou com o carro por cima de pedestres na Ponte de Westminster, esfaqueou e matou um guarda enquanto tentava se aproximar do parlamento e foi morto a tiros.
Outras três pessoas morreram e há pelo menos quarenta feridos, segundo as autoridades londrinas. A polícia trata o caso como terrorismo enquanto investiga a identidade do agressor e os motivos por trás do que aconteceu.
Depois de se reunir com o comitê de emergência do governo, a primeira-ministra britânica, Theresa May, disse que qualquer tentativa de derrotar os valores de liberdade e democracia estará fadada ao fracasso.
Sonora: “Amanhã de manhã, o membros do parlamento se reunirão como de costume. Nós nos reuniremos como de costume. Os londrinos e todos aqueles do mundo todo que vêm conhecer esta cidade incrível irão levantar e levar seus dias normalmente. Eles vão tomar seus trens, vão deixar seus hoteis, vão caminhar por estas ruas, vão viver as suas vidas. E nós vamos seguir a diante juntos. Nunca cedendo ao terror. Nunca permitindo que as vozes do ódio e do mal nos separem."
Líderes da Alemanha, da França, dos Estados Uunidos e de outros países mostraram solidariedade e ofereceram apoio aos britânicos.
O ataque aconteceu no mesmo dia em que, em Bruxelas, os belgas marcaram um ano dos atentados a bomba no aeroporto e no metrô da cidade, que tiraram a vida de trinta e duas pessoas e deixaram mais de trezentas feridas.