Começa 13ª edição da cúpula do BRICS, evento realizado pela internet

Publicado em 09/09/2021 - 16:05 Por Sayonara Moreno - Repórter da Rádio Nacional - Brasília

Começou, nesta quinta-feira, mais uma cúpula do BRICS, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Na cerimônia de abertura do encontro, por videoconferência, o presidente Jair Bolsonaro destacou as relações bilaterais que o Brasil possui com essas quatro nações.

Esta é a 13ª edição da cúpula do BRICS, transmitida a partir da Índia, país que está na presidência temporária do grupo, este ano. Ao primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, o presidente Bolsonaro agradeceu a parceria em temas relacionados à ciência e tecnologia e saúde, incluindo o combate à covid-19. A Índia é fabricante da vacina Covaxin, que chegou a ser negociada com o governo brasileiro, mas teve o contrato suspenso, em junho, após suspeita de irregularidades apontadas durante a CPI da Pandemia, no Senado.

Ao presidente da China, Xi Jiping, Jair Bolsonaro mencionou o “bom estado” das relações bilaterais, em “diversas vertentes, especialmente no âmbito comercial e de investimentos”, além do combate à pandemia.

Lembrando que a vacina contra covid-19, CoronaVac, foi desenvolvida pela farmacêutica chinesa, Sinovac Biotech. A tecnologia foi passada para o Brasil, por meio do Instituto Butantan, em São Paulo. Desde então, o laboratório brasileiro é o responsável pela produção da CoronaVac, aqui no país. Segundo o localiza SUS, já foram aplicadas, na população brasileira, mais de 65 milhões de doses da CoronaVac, até o momento.

Bolsonaro também se referiu aos líderes da África do Sul, Cyril Ramaphosa, e da Rússia, Vladimir Putin, citando as parcerias bilaterais do Brasil com esses países. Ele mencionou as rotas comerciais concentradas no agronegócio, com a Rússia, e o interesse em diversificar a pauta exportadora brasileira. Também citou parcerias com a África do Sul em temas como defesa, saúde, ciência e tecnologia, comércio e investimentos.

O presidente Jair Bolsonaro enfatizou que apesar de o encontro ser realizado virtualmente por causa da pandemia, isso não impedirá um diálogo rico entre os países. A última cúpula presencial do BRICS ocorreu em 2019, no Brasil, quando o país presidia o grupo, pró-tempore.

Edição: Nádia Faggiani / Beatriz Arcoverde

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