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Internacional

Presidente da Coreia do Sul defende autonomia militar

Estados Unidos anunciaram redução da colaboração com país asiático
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Gabriel Corrêa - repórter da Rádio Nacional
18/08/2026 - 13:23
São Luís
São Paulo (SP)-28/07/2026 . A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), em parceria com a Federação de Indústrias Coreanas (FKI), realiza  em São Paulo,no Gran Hyatt, o Brazil-Korea Business Roundtable. Focado na expansão das relações comerciais, tecnológicas e de investimentos entre os dois países, o evento integra a programação da visita oficial do presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung e conta com a presença do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin.
Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil
© Paulo Pinto/Agencia Brasil

O presidente da Coreia do Sul afirmou nesta terça-feira (18) que o país tem capacidade de se proteger militarmente, por conta própria, de ameaças externas. As declarações foram feitas logo após o presidente dos EUA anunciar que vai reduzir a colaboração militar com a Coreia do Sul e de elogiar o ditador da Coreia do Norte.

A Coreia do Sul é atualmente a quinta maior potência militar do mundo. O presidente sul-coreano Lee Jae-myoung disse que mantém uma aliança sólida com os Estados Unidos, pediu o fim de disputas políticas e defendeu acelerar projetos militares, como o desenvolvimento de submarinos com propulsão nuclear.

A fala acontece um dia após Donald Trump afirmar que o país asiático tem sido "protegido" pelos Estados Unidos há muitos anos e que, durante seu primeiro mandato, ele negociou para que a Coreia do Sul pagasse cerca de US$ 3 bilhões por ano pela proteção. Hoje são cerca de 39 mil soldados norte-americanos na Coreia do Sul, país que, segundo Trump, tem resistido em oferecer ajuda para as operações dos EUA no combate ao Irã.

Nessa segunda-feira (17), Trump foi questionado também sobre Kim Jong-un, da Coreia do Norte, quem respondeu tratar com "grande respeito" e com entendimento mútuo.

No último domingo (16), Trump havia escrito em uma rede social que mandou reduzir os exercícios militares realizados em conjunto com a Coreia do Sul. A justificativa seriam os altos custos e que os exercícios enviariam um sinal "inadequado e hostil" à Coreia do Norte, país que, segundo Trump, tem se mostrado "inofensivo e respeitoso". 

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