Bolsonaro reassume presidência amanhã; boletim confirma que quadro de saúde é bom
Segundo o boletim médico divulgado no final da tarde desta terça-feira (29), o presidente Jair Bolsonaro tem tido uma boa evolução de saúde.
Ele continua tomando medicamentos contra dor e ainda não tem um prazo para começar a se alimentar.
O porta-voz da Presidência da República, general Rêgo Barros, esteve com ele durante a tarde e disse que o presidente já está podendo se sentar, fez fisioterapia respiratória e motora e que, a partir das 7 da manhã desta quarta-feira (30), ele reassume a Presidência da República.
A expectativa é que a partir de quarta-feira os ministros possam visitar o presidente, mas a agenda não foi divulgada. Além do porta-voz, a primeira-dama Michele Bolsonaro e o filho Carlos Bolsonaro seguem no hospital.
Mais cedo, pelo Twitter, o presidente comentou a cirurgia. Disse que foram tempos difíceis, conseqüência de uma tentativa de assassinato contra ele e contra a esperança dos brasileiros. O presidente também agradeceu aos profissionais de saúde que cuidam dele.
O porta-voz da Presidência da República também anunciou medidas do comitê de crise para Brumadinho. Entre elas, foi criado um subcomitê para propor mudanças na Política Nacional de Segurança de Barragens.
Ele também informou que as fiscalizações vão priorizar as 3,3 mil barragens em todo o país que apresentam maior risco à vida humana. Já a Polícia Federal vai enviar para Brumadinho papiloscopista para ajudar na identificação das vítimas.
* Áudio e texto alterados às 9h45 de 30/01/19 para corrigir informação sobre o valor do recurso que deve ser liberado pelo governo federal para ações em Brumadinho. Segundo o porta-voz, o Ministério da Economia disponibilizou uma equipe para avaliação de apoio emergencial e desastres com dotação inicial de R$ 800 milhões.
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Print Paulo Pinto/Agência Brasil"
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
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