Isolamento social no DF é prorrogado por mais 11 dias

Após decisão judicial

Publicado em 07/05/2020 - 17:39 Por Dayana Vitor - Brasília

Shoppings, academias, bares e outros comércios do Distrito Federal continuam fechados até 18 de maio. O decreto que prorroga a quarentena por mais 11 dias foi publicado no Diário Oficial do DF desta quinta-feira. A ideia do governador Ibaneis Rocha era permitir o retorno de várias atividades econômicas já na próxima segunda.


Mas a Justiça Federal suspendeu esse retorno após ação conjunta dos Ministérios Públicos Federal, do Trabalho e do Distrito Federal, que pedia fechamento dos serviços essenciais já abertos. A juíza da 3º Vara Cível, Kátia Balbino, permitiu, no entanto, que bancos, lotéricas, escritórios de advocacia, contabilidade, óticas, lojas de materiais de construção e outros continuem funcionando.


Nesta quinta-feira, um grupo do Judiciário foi até a sala de situação do governo que traça estratégias de combate à Covid-19, para conhecer as ações na capital do país. A juíza Kátia Balbino chegou a informar que poderia rever a sentença após essa visita. Mas até o fechamento desta reportagem, ela não havia se pronunciado.


Assim que o comércio for reaberto a perspectiva é que o fluxo de clientes caia, os empresários não precisem de todos os funcionários e acabem demitindo, como afirma o presidente da Federação do Comércio do DF, Francisco Maia.


Além de mais 11 dias de isolamento, os moradores do DF convivem com regras mais rígidas de higiene. Os condomínios devem limpar, de duas em duas horas, portas, elevadores e áreas comuns com produtos como álcool 70% ou outros eficazes na eliminação do coronavírus. Essa limpeza deve ocorrer das 6h às 22h. Para cumprir a lei, alguns edifícios vão ter que aumentar o preço da taxa de condomínio, como é o caso do que o Thiago Rezende administra.


Embora nem todos os supermercados da capital do país estejam seguindo regras mais rígidas de limpeza, já é obrigatório que os caixas sejam higienizados a cada compra realizada. E que ofereçam álcool em gel para os clientes e funcionários passarem nas mãos e nos punhos.

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