Número de consultas e procedimentos médicos caíram na cidade do RJ

Publicado em 11/05/2021 - 18:57 Por Tatiana Alves - Repórter da Rádio Nacional - Rio de Janeiro

Consultas e procedimentos médicos realizados nos últimos dois anos na cidade do Rio de Janeiro caíram em comparação a 2016, último ano a ter o levantamento dos dados.

Em 2019, a rede municipal que atende pelo SUS, o Sistema Único de Saúde, registrou 35,6 milhões de atendimentos ambulatoriais, contra mais de 80 milhões em 2016. De acordo com o secretário municipal de saúde Daniel Soranz, o número foi ainda menor em 2020, com a pandemia de covid-19: 29,2 milhões de atendimentos. Houve queda do volume de procedimentos nos hospitais, de 1,9 milhão no primeiro quadrimestre de 2016 para 1,2 milhão no primeiro quadrimestre de 2020.

As informações foram divulgadas pelas comissões de Finanças e de Saúde da Câmara do Rio, que se reuniram nesta terça-feira, em audiência pública, para apresentação do relatório do 1° e 2° quadrimestres de 2020, como determina a Lei Complementar Federal sobre aplicação de recursos na área da saúde.

Nos centros de saúde, unidades básicas de saúde, postos de saúde e unidades mistas, o volume de procedimentos foi de 14 milhões no primeiro quadrimestre de 2016 enquanto no mesmo período de 2020, foram feitos 1,6 milhão de procedimentos.

O secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, apresentou também auditorias que ainda estão em andamento. Entre elas, o acompanhamento da execução orçamentária e financeira das ações de enfrentamento da pandemia da covid-19, de março a dezembro de 2020, e as aquisições feitas para o combate da doença, de fevereiro a julho de 2020, pela Secretaria Municipal de Saúde e pela RioSaúde.

Além dos dados sobre atendimentos pela Rede Municipal de Saúde, o secretário Daniel Soranz falou também sobre a mobilização da prefeitura com os idosos que receberam a primeira dose da vacina contra o coronavírus, mas ainda não retornaram para a segunda dose e as pessoas com mais de 60 anos que ainda não foram imunizadas nem com a primeira dose. Para resolver a questão, o secretário informou que a prefeitura vem fazendo uma busca nos cadastros do Sistema Único de Saúde para identificar os faltosos.

Edição: Raquel Mariano/ Beatriz Arcoverde

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