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Segurança

PF faz operação contra falsificação e comércio de anabolizantes no Rio

Duas pessoas foram presas na Ilha do Governador, na zona norte do RJ
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Tatiana Alves - repórter da Rádio Nacional
05/08/2025 - 16:45
Rio de Janeiro
Rio de Janeiro (RJ), 25/06/2025 - Polícia Federal - PF - deflagra operação em combate ao crime de armazenamento de imagens de abuso sexual infantojuvenil. Foto: PF/Divulgação
© PF/Divulgação

Duas pessoas foram presas nesta terça-feira, na Ilha do Governador, zona Norte do Rio de Janeiro, numa operação da Polícia Federal contra uma organização criminosa que falsificava e comercializava anabolizantes e outras substâncias cuja venda é proibida.

Uma das prisões aconteceu por força do mandado de prisão preventiva. A outra foi em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e associação para o tráfico de drogas. O outro alvo da operação segue foragido.

Os policiais federais cumprem ainda sete mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados, todas na Ilha do Governador. A Justiça também determinou o sequestro de bens e o bloqueio de contas bancárias no valor de até R$ 30 milhões.

Venda era feita pela internet

A ação faz parte da Operação Anabolic Express 2, que tem o objetivo de combater a importação de produtos proibidos, a venda irregular de anabolizantes e outras substâncias capazes de causar dependência, além da falsificação, adulteração ou alteração de produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais. Os produtos eram vendidos pela internet para diversas regiões do Brasil pelos Correios. As investigações foram iniciadas após a PF encontrar anabolizantes na residência de um dos membros da organização criminosa, em novembro de 2024.

Outros produtos falsificados

Diversos produtos foram apreendidos e periciados pela Polícia Federal durante as investigações, sendo constatada a ausência de princípio ativo em vários deles. Isso mostra que a organização criminosa também adulterava e falsificava parte do conteúdo comercializado. Ritalina, Sibutramina e Lipostabil eram alguns dos produtos.

Os investigados poderão responder pelos crimes de venda de produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais sem licença da Anvisa, contrabando e tráfico de entorpecentes.

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