Copa Sub-17: governo lança centro integrado para emergências de saúde

Publicado em 24/10/2019 - 12:55 Por Agência Brasil* - Brasília

O Ministério da Saúde inicia hoje (24) o trabalho do Centro Integrado de Operações Conjuntas da Saúde (CIOCS) para acompanhar os jogos da Copa do Mundo Sub-17. O torneio acontece em Goiânia, Gama (DF) e Cariacica (ES) de 26 de outubro e 17 de novembro. No período, o país vai receber seleções e delegações de 23 países, além dos turistas estrangeiros e dos brasileiros que devem se deslocar internamente para assistir às partidas. 

O CIOCS tem o objetivo de atender e acompanhar as situações de emergência e de risco em saúde. O centro aberto em Brasília vai estar interligado com outros três Centros de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS) instalados nas cidades-sede. Cada CIEVS contará com técnicos especializados do Ministério da Saúde, que vão atuar junto com os profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) dos estados em que os jogos serão realizados.

O Centro Integrado permanece em operação durante 28 dias. Em caso de emergência de saúde pública, confirmada ou suspeita, os profissionais deverão acionar equipes de pronta-resposta. Os CIEVS vão ainda monitorar os atendimentos para possível identificação de doenças infecciosas, assegurar o tratamento adequado e adotar medidas de controle. Além disso, as equipes de Vigilância e Atenção à Saúde estarão nos estádios, durantes os jogos, para identificação de potenciais ameaças à saúde pública.

Vacinação 

O Ministério da Saúde reforça ainda o aviso sobre a importância da vacinação. Durante a preparação para a Copa, estados e municípios foram orientados sobre a necessidade urgente de vacinação, especialmente, para os profissionais que terão contato direto com os viajantes como trabalhadores de aeroportos, taxis, ônibus, hotéis, restaurantes, bares e segurança, assim como o público vai assistir aos jogos. De acordo com o ministério, quatro vacinas são fundamentais para quem vai aos estádios: hepatite B, tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), febre amarela e dupla adultos (difteria e tétano).

* Com informações do Ministério da Saúde 

Edição: Narjara Carvalho

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