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Atual governador da Bahia, Jaques Wagner será ministro da Defesa

  • 23/12/2014 20h55publicação
  • 28/08/2016 13h02atualização
  • Brasílialocalização
Sabrina Craide - Repórter da Agência Brasil
O governador da Bahia, Jaques Wagner, participa da solenidade de diplomação da presidenta reeleita Dilma Rousseff e do vice Michel Temer, no TSE (Valter Campanato/Agência Brasil)

O governador da Bahia, Jaques Wagner, assumirá o Ministério da Defesa Valter Campanato/Agência Brasil

Atual governador da Bahia, Jaques Wagner vai assumir o Ministério da Defesa a partir de 1º de janeiro de 2015. O petista foi ministro do Trabalho e Emprego durante o primeiro governo Lula. Em 2005, assumiu a função de ministro das Relações Institucionais, em meio à crise política que resultou nas denúncias sobre o mensalão. Também coordenou a Secretaria Especial do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República.

Jaques Wagner nasceu em 1951, no Rio de Janeiro, onde cursou engenharia civil, na Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ). Na universidade, presidiu o Diretório Acadêmico e, em 1973, perseguido pelo regime militar, deixou o curso e o Rio de Janeiro, indo para Salvador em 1974. Trabalhando na indústria petroquímica, Wagner começou a atuar no movimento sindical, onde, na década de 1980, conheceu Luiz Inácio Lula da Silva. Participou da criação do Partido dos Trabalhadores (PT) e foi o primeiro presidente do partido na Bahia.

Em 1990, Jaques Wagner foi eleito para a Câmara dos Deputados pelo PT baiano, cargo para o qual foi reeleito em 1994 e 1998. Na Câmara, foi líder da bancada do PT e vice-líder entre 1993 e 1998. Em 2000, disputou a Prefeitura de Camaçari e, em 2002, foi candidato ao governo da Bahia. Em 2006, Wagner foi eleito governador da Bahia em primeiro turno, definindo a área social como prioridade e reforçando os programas federais de transferência de renda. Em 2010, foi reeleito, também em primeiro turno. Wagner deixa o  governo da Bahia no fim deste ano. Em seu lugar, assume Rui Costa, também do PT.

Edição: Armando Cardoso