Rio terá fiscalização de bares e boates por "amostragem"

Estádios teriam ainda público parcial, mas prefeito voltou atrás

Publicado em 13/01/2021 - 22:00 Por Fabiana Sampaio - Rio de Janeiro

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, afirmou que a prefeitura vai iniciar nesta sexta-feira uma fiscalização "por amostragem" em bares e casas noturnas da cidade contra a Covid-19.

Paes se reuniu nesta quarta-feira com secretários e lideranças dos diversos setores econômicos da cidade para discutir o cumprimento dessas regras de proteção à saúde no combate ao coronavírus.

De acordo com o prefeito, é impossível fiscalizar todos os estabelecimentos. Por isso, a fiscalização terá que selecionar alguns deles e inicialmente será focada na conscientização.

Nesta quarta-feira foi publicada uma resolução com novas regras a serem aplicadas, entre elas uma que liberava parte das arquibancadas dos estádios de futebol, mas horas depois o prefeito revogou. Ele afirmou que, mesmo com o respaldo da área técnica, decidiu revogar por ser um local de difícil controle.

Uma nova resolução deve ser publicada nesta quinta-feira.  As medidas foram divididas em três categorias: permanentes, variáveis e recomendáveis. As permanentes se baseiam nos três pilares de proteção: higienização das mãos, respeito ao distanciamento e uso de máscara.

As ações variáveis serão proporcionais aos estágios estabelecidos no boletim epidemiológico por áreas administrativas da cidade, que será divulgado toda sexta-feira.

E poderão ser limitadas à capacidade de lotação de estabelecimentos, alteração nos horários de funcionamento, ampliação das regras de distanciamento em locais fechados, entre outras.  As boates e danceterias, por exemplo, só ficarão fechadas em caso de risco muito alto da infecção. Eduardo Paes negou que estaria flexibilizando regras.

O Boletim Epidemiológico da Covid-19 na cidade mostra a distribuição dos casos pelas 33 Regiões Administrativas do município. As áreas são classificadas por níveis de contaminação, moderado, alto e muito alto.  Cada região deverá seguir a respectiva regra aplicada ao nível em que se encontra. De acordo com o último boletim divulgado, não há nenhuma área atualmente classificada como de alto risco.

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O diretor médico de pesquisa clínica do Instituto Butantan, Ricardo Palacios, explicou o resultado


SONORA 1


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Os novos dados de eficácia estão em um artigo  enviado para a revista científica The Lancet nesse domingo. A revista é uma das mais reconhecidas publicações científicas do mundo.


A CoronaVac responde por cerca de 90% das vacinas que vêm sendo aplicadas no Brasil por meio do PNI, o Plano Nacional de Imunizações.

DA RN, EM SP, EG

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