Internacional: Israel elabora plano pós-guerra que mantém Gaza ocupada

Publicado em 23/02/2024 - 18:41 Por Pedro Moreira - repórter da TV Brasil - Brasília

O presidente Joe Biden disse que as sanções também são uma resposta à morte do líder opositor Alexei Navalny e contam com participação da União Europeia e do Reino Unido. As sanções atingem mais de 500 indivíduos e entidades, incluindo empresas russas dos setores industrial, bancário, de mineração e siderurgia. Entre as pessoas incluídas na lista estão autoridades da penitenciária em que Navalny morreu. Até então, a economia russa tem resistido às sanções impostas pelo ocidente.

Na Rússia, fogos de artifício encerraram o feriado nacional em homenagem aos militares e veteranos de guerra. Mais cedo, o presidente Vladimir Putin participou das cerimônias e disse que noventa e cinco por cento das armas nucleares russas tinham sido modernizadas. Em resposta às sanções europeias, o Kremlin expandiu a lista de autoridades do bloco proibidas de entrar no país.

As ações da Intuitive Machines subiram 33% nesta sexta-feira (23), depois que a empresa do Texas se tornou a primeira entidade privada a pousar uma espaçonave na lua. Batizado de Odysseus, o módulo robótico pousou próximo do polo sul da lua na noite dessa quinta, após uma viagem que durou uma semana. Também foi o primeiro pouso conduzido pelos Estados Unidos no satélite natural da terra em mais de 50 anos.

Em Israel, o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, apresentou seu primeiro plano oficial para quando a guerra na Faixa de Gaza chegar ao fim. Pela proposta, que está sendo discutida pelo gabinete de segurança, Israel manteria o controle de segurança sobre a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, territórios onde os palestinianos esperam estabelecer um estado independente. Na prática, continuaria a ocupação existente hoje, considerada ilegal pela comunidade internacional. A reconstrução de Gaza ficaria condicionada à desmilitarização do enclave, até então controlado pelo Hamas. O plano israelense não menciona nenhum interlocutor palestino. Integrantes da autoridade palestina rechaçaram o documento. E o alto funcionário do Hamas, Osama Hamdan, afirmou que o plano buscava fragmentar as terras palestinas. E que a comunidade internacional precisa garantir que Israel se comprometa com um acordo de paz que permita aos palestinos controlar o próprio destino.

Edição: Rádio Nacional / Fran de Paula

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