Ministro da CGU Wagner Rosário vai a CPI da Pandemia

Publicado em 21/09/2021 - 16:23 Por Leandro Martins - Repórter da Rádio Nacional - Brasília

O ministro da Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, considerou absurda a acusação de que ele teria prevaricado, ou seja, favorecido irregularidades em licitações na área da saúde. Rosário afirmou que a CPI da Pandemia utiliza vários dados apresentados pela própria CGU, e desafiou a provarem que ele cometeu algum crime em sua atividade à frente da Controladoria.

Em sua fala inicial, Rosário revelou que a CGU começou uma investigação sobre irregularidades na área de saúde ainda em 2019, sobre favorecimento em licitações, pelo Instituto Evandro Chagas, no Pará. Segundo o depoente, a investigação resultou, em fevereiro de 2020 na Operação Parasita, com envolvimento do nome de Marconny Albernaz, que já depôs na CPI.

Perguntado sobre uma suposta demora para o início das investigações, Rosário salientou que as operações seguem procedimentos, e por isso os resultados não são imediatos, e que as investigações acontecem sob segredo de justiça.

Respondendo ao relator Renan Calheiros, sobre a atuação do ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o ex secretário-executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco, e o ex-diretor de logística Roberto Dias, o ministro da CGU disse que o órgão não faz relatórios de pessoas, apenas de fatos.

Para esta quarta-feira, está previsto o depoimento de Pedro Benedito Batista Junior, diretor presidente da empresa Prevent Sênior. Ele deveria ter comparecido na semana passada. Mas, mesmo munido de habeas corpus, não se apresentou à CPI. Segundo os advogados de Batista, ele não teve tempo para se preparar para a reunião.

Edição: Paula de Castro / Beatriz Arcoverde

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