Rugby: Superliga Americana está confirmada com Brasil na disputa

Depois de um ano, maior torneio de clubes da América volta em 2021

Publicado em 12/01/2021 - 17:51 Por Juliano Justo - Repórter da TV Brasil e Rádio Nacional - Agência Brasil - São Paulo

Após o cancelamento da Superliga Americana de Rugby (SLAR) da temporada passada, em virtude da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o torneio deste ano foi confirmado pela Sudamérica Rugby. Seis equipes participarão desse que é o principal torneio de clubes da América do Sul. Selknam, do Chile, Cafeteros Pro, da Colômbia, Olímpia Lions, do Paraguai, Peñarol, do Uruguai, já estão confirmados. Os nomes da franquia argentina e da brasileira ainda não foram definidos. Outro diferencial previsto é que, para melhorar o desempenho e aprendizado dos atletas e dos times da Superliga, será realizado um draft de jogadores provenientes do alto rendimento da Unión Argentina de Rugby (UAR). Cada equipe pôde selecionar um número de atletas para reforçar o elenco e tornar os jogos mais competitivos. Serão quatro os jogadores que se juntarão ao plantel da franquia brasileira: Franco Giudice (abertura), Manuel Bernstein (terceira linha), Marco de Sanctis (fullback) e Santiago Grippo (primeira linha).

A competição, será realizada entre os dias 16 de março e 15 de maio, com um formato diferente. Duas sedes receberão os jogos. Uma com as partidas de ida e a outra com jogos de volta, semifinais e final. Outra novidade é que o argentino Emiliano Bergamaschi, ex-técnico-assistente dos Pumas, será o head coach da equipe brasileira. Ele também reforçará a comissão técnica nacional comandada por Fernando Portugal.

Emiliano tem vasta experiência como jogador no Brasil, Argentina, Inglaterra e na França e, desde 2008, tem se dedicado à função de treinador. “É uma grande honra fazer parte deste projeto junto com a Confederação Brasileira de Rugby (CBRu). Teremos desafios muito ambiciosos e de grande responsabilidade para continuar no caminho do crescimento", disse o treinador. Para a CEO da CBRu, Mariana Miné, ter uma franquia brasileira na competição é imprescindível para a escalada da modalidade no país. “Os nossos jogadores terão a possibilidade de realizar mais jogos de alto nível e estar a cada dia mais preparados para lutar por uma vaga na Copa do Mundo”, explicou.

Edição: Carol Jardim

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