Japão pede que Coreia do Sul retifique questões de trabalho forçado

O chanceler japonês Toshimitsu Motegi reiterou a posição de que a Coreia do Sul deve retificar violações de direito internacional e da questão de trabalhos forçados realizados no período da guerra.
Motegi fez o comentário durante uma breve reunião com o chanceler sul-coreano Kang Kyung-wha, em Madri, onde ambos participavam de cúpula da ASEM, encontro entre chanceleres da Ásia e da Europa.
Durante a conversa de cerca de 10 minutos, no domingo (15), Motegi também enfatizou a importância das relações bilaterais, bem como as relações entre o Japão, os Estados Unidos e a Coreia do Sul para lidar com a questão dos lançamentos de mísseis balísticos pela Coreia do Norte.
Os chanceleres do Japão e da Coreia do Sul concordaram em cooperar para formar a base da reunião planejada entre o premiê japonês Shinzo Abe e o presidente sul-coreano Moon Jae-in, que deve ocorrer na cidade chinesa de Chengdu na semana que vem.
Motegi afirmou que a deterioração nas relações entre os dois países é fruto das questões de trabalhos forçados no período da guerra.
No ano passado, a Suprema Corte da Coreia do Sul ordenou que firmas japonesas pagassem indenizações para os autores de ações judiciais que alegam ter tidos seus familiares, ou eles próprios, sido forçados a trabalhar em empresas japonesas no período da Segunda Guerra Mundial.
O Japão mantém a posição de que um acordo bilateral de 1965 já concluiu as questões de compensações do período da guerra.



Dê sua opinião sobre a qualidade do conteúdo que você acessou.
Escolha sua manifestação em apenas um clique.
Você será direcionado(a) para o sistema Fala.BR, mas é com a EBC que estará dialogando. O Fala.BR é uma plataforma de comunicação da sociedade com a administração pública, por meio das Ouvidorias.
Sua opinião ajuda a EBC a melhorar os serviços e conteúdos ofertados ao cidadão. Por isso, não se esqueça de incluir na sua mensagem o link do conteúdo alvo de sua manifestação.
Clique aqui para mais informações sobre a Ouvidoria da EBC.