O prédio do Planetário da Cidade do Rio de Janeiro, localizado na Gávea, zona sul carioca foi tombado provisoriamente pela prefeitura nesta quarta-feira.
A publicação no Diário Oficial ocorreu um dia depois de a Justiça do Trabalho ter suspendido a segunda tentativa de leilão do terreno.
A área é de propriedade da Companhia Estadual de Habitação e o bem seria penhorado para pagamento de dívida trabalhista.
O terreno chegou a ser colocado à venda na semana passada, porém não houve interessados em pagar o lance mínimo de cerca de R$ 40 milhões.
No dia 4 de maio haverá uma audiência de conciliação para procurar uma solução para o pagamento da dívida trabalhista.
A Cehab chegou a pedir que o bem a ser leiloado fosse substituído e ofereceu uma área no município de São Pedro da Aldeia, Região dos Lagos.
Mas a venda somente foi suspensa depois que a procuradoria do Município e a Fundação Planetário intercederam. Isso porque, apesar de o terreno ser estadual, o prédio foi construído e é administrado pela prefeitura do Rio.
O Planetário da Gávea foi inaugurado em 1970 e o terreno foi cedido à prefeitura na década de 1980, sem prazo limite para a utilização. Pelo contrato, a prefeitura poderia oferecer outro imóvel em troca pela área.
Depois do impasse do leilão do terreno, a Secretaria Municipal de Urbanismo, Infraestrutura e Habitação confirmou que estuda disponibilizar outro bem de valor semelhante para realizar a permuta com a Companhia Estadual de Habitação.
Enquanto isso, para garantir que o prédio não seja demolido no futuro a prefeitura publicou o tombamento provisório, que já garante que qualquer alteração da construção agora precisa ter autorização do conselho Municipal de Proteção do Patrimônio Cultural do Rio de Janeiro.
O tombamento considerou o valor arquitetônico do imóvel, projeto dos irmãos Renato e Ricardo Menescal e as ações do planetário para a divulgação da cultura, ciência e astronomia à população carioca e visitantes.
* Matéria atualizada no dia 20-04-17 às 14h24 para correção no texto.
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