Rio Branco, no Acre; Porto Velho, em Rondônia; Manaus, no Amazonas e Macapá, no Amapá, são as capitais com maior porcentagem de ex-fumantes do Brasil. Este é um fato para se orgulhar neste 31 de maio, Dia Mundial sem Tabaco.
Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2015 mais de 10% da população brasileira acima de 18 anos declarou ser fumante. Já o número de ex-fumantes chegou a quase 21%. Em contrapartida, menos de 10% dos moradores de cada uma das capitais da Região Norte fumava.
Além dos riscos para a saúde, o tabagismo também traz impactos econômicos. Por essa razão, neste ano, o tema estipulado para a data, pela Organização Mundial da Saúde, é a ameaça do fumo ao desenvolvimento.
Mas não é só o desenvolvimento urbano que sofre os reflexos econômicos do vício. O tabaco também impacta o bolso dos fumantes. É o que explica o chefe da Comissão Nacional para o Controle do Tabaco do Instituto Nacional do Câncer (Inca), Felipe Lacerda.
“Se a gente for fazer uma conta bastante simples e pegar aquele fumante que fuma um maço de cigarro por dia, que custa, no mínimo, R$ 5. No final de um mês, ele gastou R$ 150. No fim de um ano, em média, R$1.800.”
Nivaldo Barbosa, microempreendedor individual, fumou durante 30 anos. Eram dois maços, por dia, e cerca de R$ 300, por mês, a menos na conta. Ele parou com o vício há quatro anos e conseguiu comprar um carro. O aumento da renda foi uma das consequências diretas de largar o cigarro.
No Brasil, o último estudo do Ministério da Saúde sobre o impacto econômico do tabagismo, apresentado em 2011, revelou que foram gastos, naquele ano, R$ 23 bilhões com o tratamento de doenças relacionadas ao fumo. Já a arrecadação de impostos sobre os cigarros no mesmo período foi de R$ 6 bilhões.
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