Rompimento de adutora na Baixada Fluminense deixa moradores sem água

Publicado em 28/11/2023 - 15:02 Por Priscila Thereso - Repórter Rádio Nacional - Rio de Janeiro

Moradores de três cidades do Rio de Janeiro estão com o fornecimento de água reduzido desde a madrugada desta terça-feira (28). O motivo é o rompimento de uma adutora na Baixada Fluminense, no trecho que passa pelo bairro Km 32, em Nova Iguaçu.

A concessionária Águas do Rio informa, por meio de nota, que equipes operacionais atuam no local para o conserto da tubulação. Também diz que profissionais da área de responsabilidade social prestam apoio aos moradores da região.

Pelo menos sete imóveis foram atingidos com a pressão da água, que arrancou telhados, entortou luminárias de rua e formou buracos no chão. Equipes da Secretaria Municipal da Defesa Civil de Nova Iguaçu também prestam assistência aos moradores. Não houve informações de feridos, desalojados e desabrigados.

Para realizar o reparo, a concessionária reduziu o fornecimento de água em Nilópolis e São João de Meriti, na Baixada Fluminense, e 27 bairros da zona norte da Capital. A concessionária Rio+Saneamento informa que, por causa desse reparo, o abastecimento de água também foi afetado em 7 bairros da Zona Oeste do Rio.

A orientação aos consumidores é manter a água de cisternas e caixas d’água reservada para atividades prioritárias, adiando tarefas não essenciais ou que exijam grande consumo de água, até a regularização do abastecimento.

Diante da possibilidade de novos rompimentos das adutoras que atravessam o bairro km 32, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, como o ocorrido nesta madrugada, a Defensoria Pública do Rio de Janeiro havia ingressado, na última quarta-feira, com ação civil pública contra a empresa Águas do Rio e a Cedae, Companhia Estadual de Águas e Esgotos, solicitando a adoção de medidas emergenciais para prevenir incidentes de rompimento. Com o novo acidente desta terça, a Defensoria vai protocolar uma nova petição reiterando o pedido, explica o defensor público Rodrigo Pacheco.

Segundo levantamento feito pelo 5º Núcleo Regional de Tutela Coletiva (NTC) da Defensoria, que atua na região, mais de mil pessoas que residem no bairro km 32 já foram prejudicadas com pelo menos sete rompimentos de adutoras ocorridos no período de 2015 a maio deste ano. Um dos rompimentos resultou na morte de uma criança de três anos.

Edição: Roberta Lopes / Alessandra Esteves

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