A defesa da chapa do presidente eleito, Jair Bolsonaro apresentou nesta sexta-feira ao Tribunal Superior Eleitoral, o documento em que justifica as informações prestada e questionadas sobre as contas da campanha. Isto porque técnicos do tribunal apontaram inconsistências na prestação de contas.
No documento entregue nesta sexta, e direcionado ao ministro Luís Roberto Barroso, que é o relator do caso, a defesa rebate os 23 pontos questionados pelo TSE e pede à corte que seja emitido um parecer técnico pela aprovação das contas.
Entre as inconsistências está o descumprimento do prazo para entrega do relatório financeiro no valor de R$ 1,5 milhão.
A advogada, Karina de Paula que representa Bolsonaro argumentou que o envio do relatório financeiro ocorreu dentro do prazo, mas que o sistema demorou a processar os dados. Ela anexou prints das telas que segundo a advogada atestam a demora do sistema.
Já que o número de doadores passam dos 2.000, isto porque esse valor foi arrecadado por meio de financiamento coletivo. A defesa também se comprometeu a devolver a quantia que for considerada irregular.
A diplomação de Bolsonaro está marcada para o dia 10 de dezembro. Para receber o diploma, os candidatos eleitos precisam estar com o registro de candidatura deferido e as contas de campanha julgadas – não necessariamente aprovadas.
Na prestação de contas consta o total de recursos arrecadados, as despesas de campanha nos dois turnos e os órgãos partidários que doaram ou tiveram gastos com as candidaturas.
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Print Paulo Pinto/Agência Brasil"
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